domingo, 5 de abril de 2026

Encontro

Meu corpo em teu corpo.
Encontro de almas,
Encontro de dois seres.
Duas vidas, em um só
Leito.
Amar ou amar?
Não! Não, amar apaixonadamente.
Fazer do frio calor.
Fazer da noite delírio.
Querer ficar junto
É loucura
Mais que humano.


Imagem da Internet.


sábado, 4 de abril de 2026

Faleceu a Editora da Íbis Libris Thereza Christina Rocque da Motta

Notícia triste, acabei de ver no perfil oficial da Thereza Christina Rocque da Motta, no app Meta (Facebook) sobre o seu falecimento, foi uma excelente poetisa, que nos deixa infelizmente, além de poetisa foi também tradutora, editora da Íbis Libris

Segue abaixo a publicação postada no perfil oficial, no app Meta (Facebook):

“Com profundo pesar, nos despedimos de nossa fundadora, Thereza Christina Rocque da Motta.Poetisa, tradutora, editora e uma incansável incentivadora da literatura brasileira, Thereza dedicou sua vida aos livros, às palavras e à construção de pontes entre autores e leitores. Sua trajetória deixa um legado imensurável não apenas na história da Ibis Libris, mas na cultura e na literatura do país.

Mais do que uma referência profissional, foi uma presença generosa, sensível e inspiradora para todos que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado.

Seguiremos honrando sua história, sua paixão pelos livros e tudo o que ela construiu.

A cerimônia de despedida será realizada no dia 06 de abril, no Cemitério da Penitência, no Rio de Janeiro.Nos solidarizamos com familiares, amigos, autores e leitores neste momento de dor.

🕊️HOMENAGEM COROA DE FLORES:(21) 967854612″

Fonte: https://www.facebook.com/share/p/17HVYL2AnH/

Nota de Falecimento 


O amor

Os raios do sol nasceu,
Transbordando
Nas cachoeiras.
À vida surgiu
Em ciclo de
Perfumes de jasmins,
E a poesia nasceu.
Gostoso! é degustar
Cada partícula do dia,
E saber regar
As sementes
semeando ao solo.
gozar! À vida,
O amor, à amplidão,
E acima de tudo
ver, e saber Mirar e fitar
A alegria de um
Outro ser
Admirando
De tudo o filho
Nascendo numa
Manjedoura.

Imagem da Internet.


Sentimento

Queria sair sorrindo
E realmente sentir
O meu ser interior bem
Eu queria contagiar todos
Com o meu sorriso
E sentir que por dentro
Elas também se sentem bem.
Eu queria dizer que estou bem
Sem ter que disfarçar
Eu queria olhar nos olhos
E a verdade,
A minha verdade encontrar.
Eu queria desejar bom dia
E sentir abraçado
Com as respostas dos passarinhos
Ou quem sabe das pedras
Que ali paradas muito
Deve ser a contar.
Eu queria - eu quero
Isso é determinação?
Eu quero, eu vou, eu consigo

- Meu bem, não quero
Me frustrar.
Eu não quero criar perspectiva,
Não quero que nada seja superficial
Eu não quero que nada seja feito
Como eu quero,
Que tudo seja feito como tem de ser
Sem que eu venha a planejar.
Se tudo tem que ser assim,
Ou se eu posso querer que seja assim.
Que nas dificuldades da vida
Eu aprenda a amar.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


sexta-feira, 3 de abril de 2026

Passagem

Foi um dia de chuva...
Minhas lentes molhada,
Visão embaraçada,
Pessoas na frente
Do mercado,
Esperando a chuva
Passar. Pessoas
Do mercado
Fazendo compras
Pessoas no bar
Embriagando-se
E outras conversando,
Alguns no lado de fora
Fumando cigarro.
Carros tocando diversas
Músicas em cada esquina.
Pessoas dançando
Alguns sentadas na praça
Como se não quisessem nada,
Faziam algumas paqueras,
Outros já namoravam
Na praça ou na esquina
Junto a um poste.
Casais andavam
De mãos dadas,
Crianças saiam correndo
Pela frente.
Enquanto os adultos
Matavam com cerveja
E cigarro,
As crianças se matavam
Com refrigerante,
E com o ar poluído,
Ar este que todos sofremos...
Os ônibus passam
Lotados, moleques assobiavam
E a mulher passava
Cheia de charme
Como se nada estivesse escutado.
Os carros, nem sempre
Andavam vazios,
Alguns carregavam a família
Para o interior,
E outros carregavam
Mulheres de vida fácil,
E se arriscavam
Em aventuras, alcool, cigarro,
Sexo e alta velocidade cerebral,
No dia seguinte.
Algumas mães desesperadas
Com a morte do filho,
Quem sabe de 11 anos...
Alguns corriam devido
Ao tiro, outros
Caiam no chão,
Alguns iam para o hospital
Morrer na espera,
E alguns morriam
Antes de chegar no hospital.
Milhares de pessoas vivendo
Na internet, dentro das redes
Sociais, milhares de pessoas
Conversando uma com as outras,
Mas, sentindo-se sozinhas.
Vendedor no meio da rua
Tentando vender as mercadorias,
Pessoas perdendo as mercadorias
Para a prefeitura.
Alguns pediam e outros assaltavam o trabalhador.
Pessoas de todos os tipos
De todas as formas,
De todo jeito.


Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


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