domingo, 26 de julho de 2020

"Fuga" Poesia de Valter Bitencourt Júnior na Interpretação de Keila Lima



Fugirei dos seus braços 
Ao perceber que, diante do gatilho, 
Estou completamente perdido por você, 
Desculpa! Se estiver sendo baixo 
Só não quero corromper 
As montanhas, 
Tenho medo da neblina. 
Seja minha ninfa! 
Mas quero um pouco 
Curtir a vida… 
Um dia a farei 
Meu universo, minha rainha 
Serei seu dia, 
Por enquanto 
Da paixão serei de você 
Uma fuga.

Autor: Valter Bitencourt Júnior 
Direção: Keila Lima

terça-feira, 14 de julho de 2020

Abismo, infinito

Tudo sai de si,
E a vida chuta
Desmancha-se de lágrimas
A única coisa
Que lhe resta.
Lágrimas! Lágrimas! Lágrimas!
Arde por dentro o coração.
Tudo corta deprimidamente
E o que vem a cabeça
A morte?
Você se encontra no esmo
É como uma pista
Em buracos
Desviando carros
Nessa vida tropeço
Em abismo
E caio no infinito.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Sem rumo

Amor sem rumo,
Você dá o de se:
Corre, chora, proclama...
E mesmo assim
Fica sem nexo...
Chega a hora
Em que você se cansa
Assim como ela aparece,
Sem rumo,
Feito bolhas de sabão,
Se desfaz...
E mesmo assim
Fica a solidão,
Dentro de si...

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa com as cores branca e vermelha.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Vezo

Furtarei a tua fragrância...
Sinto todos os dias
O teu aroma!...
Vou me banhar no teu corpo,
Todas as noites de jasmim!
Só para degustar o teu
Perfume.





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