Seja bem vindo(a), aqui tem poesias, haicais, sonetos, crônicas, reflexões e um pouco mais!
domingo, 31 de dezembro de 2017
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Organizarei a primeira antologia em 2018
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| Valdeck Almeida de Jesus |
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| Valter Bitencourt Júnior |
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Uma Triste Notícia: Faleceu Germano Machado
Lembro quando o vi pela primeira vez, no Projeto Fala Escritor, ao som de Iara Castro, o Germano Machado foi entrevistado neste dia, e por vez dele disse que queria sim fazer parte da Academia de Letras da Bahia, depois o vi no lançamento do livro Cartas ao Presidente, foi assim que fui aos poucos formando amizade com o Germano Machado, ele ali mostrou o quanto era um grande pensador, apontou a mão na cabeça e disse: "o problema se encontra aqui", uma frase que não consegui entender até hoje.
Tenho ido no lançamento do livro Os Dois Brasis, e assim pude ver um grande escritor, e adquiri alguns livros dele (Meu Amigo Glauber, A Longo Prazo...). Recebi o convite do Germano Machado para ir ao CEPA, diversas vezes, e tenho marcado presença em alguns dos eventos, neste ano ele me pediu para ir ao CEPA, tanto por e-mail, quanto pelo Messenger, e eu por minha vez não pude ir, o Germano queria que eu redigisse os arquivos do CEPA...
O que eu tenho a dizer que o Germano Machado permanecera vivo, no coração do povo baiano, assim como o CEPA, tem de permanecer vivo, em sua memória.
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| Germano Machado e Valter Bitencourt Júnior. Germano Machado autografando o livro Os Dois Brasis, no livro bem no finalzinho escreveu: começo de "algo", Germano Machado, 30/05/2014. |
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
O silêncio
Por entre a escuridão,
O cérebro este labirinto
Via palavras, como se
Fossem escaneado,
Do presente ao pretérito.
O café em adrenalina
Corria pelo corpo,
Olhos vidrados,
Em pânico. Fantasma
Da vida, podem vim
Em formas de lembranças.
Um terremoto,
Visões, a busca do entendimento
Do eu e do não eu.
Retratos cortados,
Espelhos quebrado.
Fumaças em forma de neblina,
O conhaque não era
Mais o mesmo.
A caneta falhava,
As palavras não mais
Era o consolo.
Noites perdidas,
E uma poesia que
Não quer sair.
O poeta sofria a escrita,
Sofria a vida, a miséria,
A desgraça humana,
A guerra. Tudo foi
Bombardeado,
O software não mais
Armazenava os arquivos,
E muito menos processava.
A poesia queria esconder
A dor, as palavras
Se camuflam para se tornar
Em poesia. Não
Mais se tinha regra,
Métricas foram ultrapassada,
Apareceram carros,
Postes, prédios,
Pistas, e lembranças impagáveis.
Quero um sorvete,
Neste dia de pouco sol,
Para refrescar a memória
Ou suicidar-me no gelo.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
Hipocrisia
Preocupei-me com o país,
E o país me deixou traumatizado,
- A pátria nem sempre é o berço
Daqueles que nele nasceu.
Preocupei-me com o meu pais,
Queria mudar o mundo sozinho,
Da ansiedade o desespero,
Do desespero a descrença,
E o país parece continuar o mesmo,
Preocupei-me com o mundo,
Me tornei um louco,
E o mundo pouco sabe quem sou,
O que quero ser na vida,
- E o que serei? Crise, desemprego,
Trabalho informal, escravidão e ditadura
Camuflada, falácias política,
Fofoca social, desgraça alhiea...
Mundo em choque,
Eu em choque.
Preocupei-me com o universo,
E tudo que se encontrava nele,
Precisei apenas se preocupar
Comigo mesmo,
Não me preocupei.
Minha fé?
Beber da fonte? Bebo das fontes!
E assim vivo a vida, como ela deve ser,
Crer, descrer e crer novamente,
Direito meu seu e de todos.
E as espécies por sua vez carrega
Dentro de si as suas crenças.
Do altíssimo - conforto
Do senhor - Sabedoria
Do pai - ensinamento
Assim somos seres viventes,
E cada um com suas teorias...
A igreja maior é o universo,
Para quem quer paz
Precisa aprender a amar,
Quem ama, pode ser amado ou desamado?
Mundo contraditório,
Seres de ditados: " não se pode agradar
A todos".
"Amai-vos..." minha fé continua viva
Minha - Utopia
Minha - Esperança
Minha - Perseverança
A sede de lutar sempre é maior.
E Deus, ser maior que o homem,
E o homem querendo ser maior que Deus,
O homem apenas uma partícula do
Universo,
Deus o corpo do universo inteiro,
Sofre a ação humana.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
S.O.S
O encanto daqueles que a ver
Na beleza da cidade, se esconde a pobreza,
A fome, o descaso e a pobreza (outra vez).
E pintam a cidade de azul, de cores calmas,
Para dar náusea nos olhos daqueles
Que enxergam a realidade, que se passa
Por entre os olhos.
A cidade por entre suas luzes, e toda a escuridão, e um tiro,
E gritos que não se calam,
Mães desesperada.
A cidade não cheira e nem fede,
Engana qualquer um,
Sem que ao menos perceba.
Pessoas embriadas, pessoas drogadas,
Pessoas que roubam,
Pessoas que matam,
Pessoas precisando de colo,
Pessoas precisando de carinho,
Pessoas precisando de amor...
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
A gente sempre quer mais
Sem ao menos medir o meu tamanho,
Pensei ser maior que tudo e a todos,
E assim perdi os elos - olhar escuro.
Por entre o ego e a vaidade, subi
Ladeiras em dois e dois degrau
Quero ir aos céus em elevador,
A escada cansa - meu mundo avançado.
Quero telefonar pra Deus e despedi-lo
Dizer que agora tomarei posse dos céus
E do paraíso, e tudo isso foi loucura
Acordei de um sonho e entrei no outro.
Pequei em pensamento, Deus me perdoe,
Dei um tiro no cara da esquina,
E tomei seu lugar, a juventude já está perdida
Muito dinheiro vou ganhar.
Eu perverso, dizia ser anjo,
Quem era Lucifer? A não ser um anjo!
E a minha beleza a confundir
Os olhos de quem ver se engana.
Hoje acordei me sentindo eu,
Não queroser o dono do universo,
E muito menos tomar o lugar de Deus,
Jamais mataria uma mosca.
Eu e a natureza, vendo as minhas ações
E as ações dos demais, somos tão mesquinhos,
Destruímos a natureza que vivemos,
Homens querendo ser dono do mundo.
E eu prefiro um café pela manhã,
E quem sabe pelo final da tarde,
E pela noite - quero ver o mundo
Por outro olhar - um universo melhor.
Acender um cigarro, tomar um conhaque,
E ver meu Deus, que dia louco,
Que dia louco - a gente sempre quer mais,
E um pouco mais.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
domingo, 17 de dezembro de 2017
O amor germinou
O amor germinou por todos os cantos
A exalar aroma de pétalas de rosa,
Por entre as rosas a amada amacia
A pele, e perfuma-se feito uma deusa.
E toda mulher tem de ser respeitada
E amada, assim como uma rainha
Quem sabe ser um servo, ou mais
Que servo. E o amor fala, e o homem
Por sua vez se encanta, diante
Aos cabelos da amada, e o seu olhar,
Muito mais que poesia de amor,
Vai além dos olhares humano.
O poder da sedução é maior,
E o pecado também, quem sabe pecado
Não exista, senão o querer humano.
O direito de amar, de querer, de ter, de ficar,
De se doar a quem quiser e bem querer.
E a amada leva o ser ao delírio,
O delírio daqueles que apreciam quem
Sabe um uísque, ou a fumaça de um
Cigarro voando e camuflando
O que pode vir...
O amor, o amor tem suas variantes,
Tem seu significado, ou quem sabe significados...
O amor cantada por milhares de poetas,
E por aqueles que também não é...
O amor de um para com o outro - respeito,
Um amor entre dois - mais que respeito?
Cada um ama da sua maneira de amar,
Cada amor em um coração, cada amor
Em sua ação, pedido de paz,
Pedido de união, misericórdia.
E a amada cria uma guerra por
Dentro da espécie, humana!
Mais que humana!
Publicações
Raramente venho a fazer novas publicações neste blog, acredito que tenho de resgatar muita coisa, pois muito se foi excluído quando excluir o blog anterior, blog este em que recebia muitos acessos.
Acredito que todos aqueles que escrevem tem disso, principalmente quando não tem patrocinadores para poder desenvolver os projetos literários. A gente muitas das vezes perde a esperaça de dar continuidade com a escrita.
Escrever de fato é um exercício árduo, ter o dom da escrita e estudar as palavras, tornar-se um leitor, e assim aprender a brincar com a escrita. Este é o meu trabalho e o trabalho de muitos amigos.
Para muitos a escrita não tem valor, assim como o escritor pouco tem importância na sociedade em que vive.
Essa desvalorização persiste em nossa atualidade, e cresce cada vez mais. Pois bem tenho de continuar publicando minhas poesias, meus textos e buscando interagir com todos, acreditar que tudo pode mudar, e melhorar ao longo do tempo.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Fanpage: Valter Bitencourt Júnior
domingo, 26 de novembro de 2017
Três poesias incluindo a poesia "Onde está o teu corpo"
Máquina
Às vezes a vida parece
Uma espécie de máquina agrassiva
Uma máquina livre
Feito um pássaro
Cria asas, voa alto.
Perde-se
Deixando mágoas
Em formas de cachoeiras:
Bate e rebate
Nos seixos
Desmancham-nos,
Aos poucos diminuem,
Os torna um ser pequeno
E aos poucos se sentem pisoteados.
Porém, não bem somos
Uma máquina
Mas somos um ser
Capaz de se aperfeiçoar.
Onde está o teu corpo
Ao sentir o teu corpo perto do meu
Senti calor.
Olhei nos teus olhos,
Ganhei confiança
Nessa noite serena me apaixonei…
Ao sentir teu corpo perto do meu
Comecei a te admirar
Observei tua boca,
olhos,
orelhas,
nariz…
De cima a baixo
Começo quase sem fim…
Porque em um certo dia,
Não cheguei a ver nem os teus pés.
Mas onde esta o teu corpo
Que estava perto de mim?
Destino
O passado bate em minha porta feito chamas
Carregadas por um furacão,
Enfurecidas lembranças.
Jamais separaria os meus erros dos meus fracassos,
Há coisas que não queremos que sejam eternas
Como a realidade dos seus braços:
É como comprar alguém
E não querer ser comprado;
Explorar e velar um diamante tão raro…
Mas a joia mais cara do mundo não existe
O destino está voltado pra todos
Ou simplesmente estou triste.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Valter Bitencourt Júnior - 10 anos de poesia em 2018
Publicações nas redes sociais:
Publicação de Antologia:
Queima de poesias:
Encontros Literário:
Oficina de Poesia:
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Valter Bitencourt Júnior
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Natureza
Como o rio na rocha a germinar.
Mundo perdido no ciclo,
Estrelas que some do mar…
Teu corpo traçado no meu,
Tua fragrância, o meu luar.
Meu aroma suado no teu
E os lírios no vento a gozar.
Minha alma em ti,
E a tua além mar
Ais que se romperam
Os meus olhos a rogar!
A natura que Deus nos deu
Vezo todo a sonhar!
Flores que já nasceram
Rosa de tristezas no ar!
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
Olhar poeta
Molhada.
Neste estado apaixonado,
Sinto-me presa
Dos seus braços
Suados, quentes…
Miro tudo de formas
Diferentes; vezo botões
Se transformarem
Em flores.
Veto seus beijos
Em outro
…
Beijo vagabundo.
Olhar poeta.
Fuga
Ao perceber que, diante do gatilho,
Estou completamente perdido por você,
Desculpa! Se estiver sendo baixo
Só não quero corromper
As montanhas,
Tenho medo da neblina.
Seja minha ninfa!
Mas quero um pouco
Curtir a vida…
Um dia a farei
Meu universo, minha rainha
Serei seu dia,
Por enquanto
Da paixão serei de você
Uma fuga.
Nostalgia
A maré te levou;
O passado te machucou
O hoje já morreu
O ontem sequer ressuscita
Os seus prantos se secaram
As cachoeiras se afugentaram
Por te verem as nuvens
Desmancharam-se
E a pergunta fica
O que tanto te fustiga?
Monólogo
Expressar:
Intimo quente, prazeroso, suave…
Nos lastimáveis momentos
Subitamente nos afastaremos
Para não fustigar as flores
Para não romper as rosas…
Quero enfatizar o amor,
Fantasiar a nossa vida.
Rapidamente não te avisto
Bato-me com os dentes
Faz-me derreter os olhos,
Não conseguindo
Avistar beleza.
E faço a minha vida
Um monólogo
Sombrio sem respostas.
Siga o seu coração
E nem ficar por cima
Só quero mostra-lhe
Que dentre esse seu ser excessivo
O excesso não a levará a nada
A não ser ao pior
A desgraça não vem só pro pobre,
Mas também para o rico
Do seu ser sem amor
Não há proveito.
Mudarei os meus passos
Que fazem tempestades, redemoinhos,
Furacões…
Para um novo caminho
Que faça o branco
Se transformar em cores
Fantásticas.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
Solidão
Contraria.
As luzes dos céus
Jamais se abrirão
Por completo
Na escuridão da noite.
Constelação noturna
De todos os atritos inesquecíveis,
A constelação mirada
Por dois amores
São estrelas dissidentes
De todas as posições separativas
Dos laços distantes
Que se tornam distinto.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
À procura
Entre duas pedras
Dentro de um vulcão voraz. Procuro meu ser poeta,
Que só o meu destino
Pode encontrar!
Onde não sei…
Vejo tudo em neblinas.
Não me esqueça
Não se aflija!
Quero sentir a essência
Do seu perfume de jasmim,
Quero designar
A cor dos teus olhos.
Teus olhos são o azul do céu
Mesclado com o amarelo
Das flores
E resultam nos verdes dos rios
Venha meu amor,
Saciar minha sede,
lembrar momentos
Perdidos
Que sequer sabemos
Onde achar!
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
Sou poeta
Ando no horizonte…
Traço do passado.
Canto para ninar
Meu coração de todas as lembranças
Sinto cheiro de telúrio molhado
Neste dia poético
Sou poeta!
Caverna sombria
Sujos; coerentes; imundos
Irônico os seus sorrisos
Fingidos; disfarçados; bem desenhados
Deslumbrantes os seus olhos,
Atravessam os meus
Quando procuro o interior do seu ser
Dentre o romper das cachoeiras,
Me sufocarei nos seus braços,
No cantar dos sábias,
Procurei inspiração
Para desenhá-la, para traçá-la,
Descrevê-la
No branco das nuvens
Na brisa que procura
Serei a sua luz
Que a guiará até o fim
De uma caverna
Sombria.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
Esperança
Confunde sua visão
Quando estou entre as palmeiras
Em sua casa, no quebrar de um
Copo em vez de azar
Levarei esperança
Ao seu
Sentir sem sorte.
Dia de hoje
No amor, a separação
Te torna uma mentira
Igenua, convencional
Que te consome e absorve
Até tu te integrar
Por inteiro
Por um ser que
Te enlouquece,
Te aquece,
Te adora
Dos dedos dos pés
Deslizando até o pescoço
Te alimenta
E cresce contigo o fogo,
Faz do branco das nuvens
Inesquecível rascunho
Desse explendido
Dia de hoje!
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Doce pecado
Bela delirante
Curvosa…
Seu perfume é um cristal
Vindo das colinas,
Inspira o céu
Me transmite tranquilidade…
O tempo passa,
Tudo muda,
Ludibrias os meus olhos,
Me enlouquece,
E me perde
Nas profundezas
Da paixão.
Doce pecado
Que me pega por baixo
E me faz de surpresa,
Sufoca, lassa, faz de mim fatias
Me deixando em pedaços…
Mistério
A brisa o frescor!
Há tantas coisas fugidias,
Em um cerco de maltrapilho…
Neblinas que prende o ver
Estar e não estar.
Almas que flutuam
Como algodão
Cada um de nós morremos
Para nascer de novo.
…
A vida renasce em Cristo
Em cada natal!
Palavras
E vi as minhas palavras
Como um refúgio…
Não sei se a minha
Vida será lembrada,
Ou se serei uma passagem
Na escrita. Sinto o tormento,
E em mim um vazio,
O chão que fino sinto.
Um falso chão, e palavras
Que não aprecem serem
Vistas. Quero gritar, e a minha
Voz se esgana, e sai sopro
De minhas dores… Sei que
Fui poeta, poeta perdido no
Nada, poeta sem destino,
Poeta que a vida jamais
Soube preservar, não sei
Se viverei a anos, e se serei
Aplaudido pelas minhas palavras.
Um poema não está no espaço
Por está, eles são muito mais
Que uma pessoa, mas
Que custa os sentimentos
Objetivos, e subjetivos
De uma poeta.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
Casamento
Um juramento, em elos,
Que não pode ser quebrado.
…
Mas muitos quebram,
Lindo seria, se vivessem
Eternamente…
Abandono
E tua descoberta
Cobre todo o ser
E o mundo,
E um cais de areia
Em sangue,
Um aborto profundo…
Singeleza
O peixe nada
Em torno das pedras,
E se camufla,
E o garoto escreve
No papel a relação…
A sabedoria do
Peixe, a sabedoria
Da pedra.
Baile
Um ponto, uma suavidade
E um encontro assíduo,
Como o impossível.
Tudo pode ocasionar
Um espanto,
Uma destruição,
Quando foge do lugar,
Ou não encontra o seu
Sentido.
Mas, de todas as marcas
O ponto é um sítio.
Um jovem, e uma garota
O corpo esquenta, o sangue
Circula, os nervos a voar,
Pensou que não, no extremo,
Os olhos vibram, o corpo esfria
E tudo ameniza em prazer,
E gostosas sensações.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
domingo, 5 de novembro de 2017
Mais Um Vídeo Dessa Vez Recitando a Poesia "Onde Está o Teu Corpo"
sábado, 4 de novembro de 2017
Para ir além!...
Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma Vida Clandestina
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| Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma vida Clandestina, Valter Bitencourt Júnior, Amazon, 2017. |
Comprando este livro você vai viajar em uma grande história, e também vai ter um pouco mais, citações e agradecimentos. Muito importante para que a história de um mestre cearense que passou pela Bahia, não seja esquecida, como se fosse apenas um ser que por aqui passou e nada mais, Antônio Fernandes Mendes criou uma grande história por todo canto que tem passado, anarquista, fitoterapeuta, conhecedor das ervas medicinais, autodidata (tinha um vasto conhecimento e discorria sobre diverso assunto com uma grande maestria.
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Meu Amigo Antônio
Por Entre a Ditadura
Militar e Civil:
Uma Vida Clandestina,
Valter Bitencourt Júnior,
Amazon,
2017.
|
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Hoje não consegui acessar o meu blog através do computador
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| Valter Bitencourt Júnior Poeta e escritor brasileiro. |
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
A Busca Por Uma Identidade Nacional
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta e escritor brasileiro. |
terça-feira, 31 de outubro de 2017
Desgraça alheia
Os pulmões manchados
Por fatores poluentes;
Por fatores químicos,
Cérebro em tumores,
Enxaqueca, ilusão,
Esquizofrenia, delírio,
Ironia, overdose, alucinações,
Suor, tentativa de cura,
Abstinência… Dores,
Tormentos, internação,
E na saída nunca é o mesmo,
E na volta dos vícios
Um finado…
Nostalgia
De lágrimas…
Um bilhão de despedida
Em cem encontros,
E um sofrer em distância.
Somos acostumados
A viver, e a sofrer
Em distância,
E no fundo nem sempre
Há solução.
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
Agressão
Que surge nos olhos
E não quer sumir,
Tantas opressões,
E em cada opressão
Uma morte na alma,
Um mundo em gelo.
Jovem
Do luar, um beijo
Delicado, hálito divino…
São dois seres em despedida
A contemplar o luar,
Em um escombro
Isolado…
Renascimento
O vento que passa,
Que deixa o perfume,
E cura o ser por dentro
Como é gostoso o vento?
O vento que passa…
E, tudo inicia de novo.
Sabedoria
Sistema
Brincam de barquinhos
De papel, e avião de plástico,
E… Como pode?
Ter um ser assim
Tão poeta…
Os jovens são tão
Ligeiros, e degustam
Tantas coisas novas,
Como pode?…
Serem tão poetas.
O adulto que corre
Em busca de coisas sérias
Que perdem tanto ao estado,
Mas às vezes tanto reclamam
Como pode?
Poetas que vivenciou a vida,
E esse sistema que quer ver
Os nossos olhos fechados.
Aurora
Lança! Lança… O perfume
O néctar os poros da vida.
Era uma jovem na flor da pele,
Era um florescer, um raio sem fim.
Um jovem, dua amada…
Juntos uma noite
Um lençol de sangue.
Parodia de uma contradição
Uma mancha de sangue
No céu e nada mais.
A vida, constrói continuidade,
Um polissíndeto numa palavra
Repentina, uma canção, uma
História, uma prosa, uma…
Uma princesa em cavalo,
E um príncipe a esperar!
A princesa vira um sapo…
Um lobo constrói uma casa,
E os porquinhos assopram,
Até a casa cair, e um dia eles
Viram amigos, e tudo volta ao
Normal os porcos com lobo,
E a chapeuzinho com a vovó.
Metafísica
Mistério
A brisa o frescor!
Há tantas coisas fugidias,
Em um cerco de maltrapilhos…
Neblinas que prendem o ver.
Estar e não estar.
Almas que flutuam
Como algodões
Cada um de nós morreremos
Para nascer de novo.
…
A vida renasce em Cristo
Em cada Natal!
Segredo
Sobre o ofato,
E tudo olha a distância…
O poeta sensível brinca
Com o invisível,
Diante de seus olhos
Real, e muitas
Ficções, que jamais
Será visto na visão
De um humano,
E somente
Do olhar mortal daquele
Poeta, mas em fim imortal
No coração…
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |
Um papo & outro
Pois bem, agora que sei o motivo, mãos a obra, vou jogar duro. Semanas atrás tenho dito que em 2018 quero ser membro da UBE (União Brasileira de Escritores), disse isso através do Facebook, em seguida recebi uma pergunta do nosso querido escritor e poeta baiano Aleilton Fonseca, ele perguntou se eu estava disposto a pagar 300 reais todo mês para a UBE, respondi que sim, desde quando e UBE, me dê todo o suporte, a mesma pergunta tenho retornado a ele, e sei que a resposta é a mesma.
Em 2018, não apenas quero passar a fazer parte da UBE, como também quero publicar novos livros e com um valor mais acessível.
Isso mesmo, quero dar o máximo de mim, para os meus leitores, e quero que todos me acompanhem satisfeito, quero publicar novos livros no Clube de Autores, jogarei duro. Vou atingir uma meta de vendas todo ano!
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Em tempo de crise jornal de literatura consegue arrecadar mais de 80 mil reais
O Jornal Rascunho, jornal de Curitiba, criado em 2000, neste ano de 2017 criou uma campanha para arrecardar fundos no site da Catarse, e conseguiu arrecadar 80.949,00 oitenta mil e novecentos e quarenta e nove reais), isso mesmo, confiram no link: https://www.catarse.me/jornalrascunho pesquisem e vejam que não estou trazendo uma informação, sem relevância, é verídico, meus nobres amigos. Isso quer dizer que a literatura no Brasil por sua vez tem valorização, agoara a gente tem que saber ao menos quem foi os investidores que por sua vez investiram para que essa meta do Jornal Rascunho fosse concretizada.
Parabenizo sempre o Rogério Pereira, fundador do Jornal Rascunho, pelo o que vem desenvolvendo, pois bem não é nada fácil manter um jornal de literatura e já com mais de 10 anos, circulando por várias partes do Brasil.
Um jornal super respeitável, que trás grandes nomes da nossa literatura brasileira, o Affonso Romano de Sant'Anna, Alberto Mussa, Raimundo Carrero, são uns dos que vem colaborando com o jornal, confiram em: http://rascunho.com.br/expediente/ . Valorizar a literatura do nosso país é mais que um dever da sociedade e dos orgãos público (que por sua vez pouco busca investir na literatura do pais, malmente investem na instrução pública).
O que tenho visto nestes dias jamais tenho de deixar em branco e não registrar, pois bem isso tem de ser registrado e compartilhado para os nobres amigos (as), a literatura não pode morrer, e a gente por nossa vez temos de ser um grande contribuinte da literatura, porque literatura é a história de uma nação ou mais.
| Imagem: reprodução |
sábado, 21 de outubro de 2017
Livro: Toque de Acalanto
Adquira o seu através do site do Clube de autores: https://www.clubedeautores.com.br/book/227762--Toque_de_Acalanto#.WeuDyr1v_qB podem também comprarem no site e na livraria da Loja Americana: https://www.americanas.com.br/produto/24682505/toque-de-acalanto?pfm_carac=toque%20de%20acalanto&pfm_index=0&pfm_page=search&pfm_pos=grid&pfm_type=search_page%20 no site Submarino: https://www.submarino.com.br/produto/24682505/toque-de-acalanto na Livraria Cultura: https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/literatura-nacional/poesia/toque-de-acalanto-46714147 na Amazon: https://www.amazon.com.br/gp/aw/d/B0748TTBBD/ref=mp_s_a_1_1?ie=UTF8&qid=1508607254&sr=8-1&pi=AC_SX118_SY170_QL70&keywords=toque+de+acalanto
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Procuro algo em mim Entre duas pedras Dentro de um vulcão voraz. ...
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Este mundo imenso, imenso mundo De pessoas que nem sempre se acham Grandiosas, este mundo de pessoas Que acreditam em valores e perdem valor...
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Nada pior do que ler a carta De um suicida, Que resolveu se jogar Do último andar de um apartamento. Comemos alface envenenado, Comemos pepi...
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Eita, Lula, nada melhor que uma boa jabuticaba, tenho de concordar, o ser renova por dentro, o bom do Brasil é o brasileiro e a jabuticaba t...
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Nos momentos montanhosos, Vou exaltá-lo. Que venha a ser O pico do monte Evereste, O levarei até o topo. Quero guardar momentos Eufóricos de...




























