sexta-feira, 16 de agosto de 2019

A Poesia "Injustiça" Encontra-se Na Antologia "Café Com Poemas (Volume 2)"

A poesia "Injustiça", autoria de Valter Bitencourt Júnior, se encontra na antologia poética "Café Com Poemas", volume 2, organizada por Leandro Flores, pág. 68.

Vem em forma de bicho feroz,
Dirigido por um ser subordinado.
Por que devoras sonhos
realizados
Se a minha vida é o meu trabalho
Agora destruído?
Joga meus esforços
Por água abaixo,
Injustiça!
Nessa vida me sinto perdido,
A maré me sufoca,
Os pássaros me beliscam,
Os meus olhos já não brilham...
O que me resta,
O que me falta
Nesses duros e cansados dias?

Valter Bitencourt Júnior com a antologia poética "Café Com Poemas", volume 2, organizada por Leandro Flores, 2019.

Valter Bitencourt Júnior com a antologia poética "Café Com Poemas", volume 2, organizada por Leandro Flores, 2019.


Valter Bitencourt Júnior lendo poesia da própria autoria "Perfeição"

Perfeição

Olha a perfeição,
Rebolando,
Dançando,
Cantando,
Como se fosse uma rosa,
Olha a perfeição rosa,
Morta em sua direção como
O céu ao vento
Olha a perfeição tranquila
Beijando o relento.
Olha a perfeição vermelha cor
De guerra chorando a beleza…
Olha a perfeição como o sótão
Escuro; como a cortina da noite,
Suja; como o branco de um assento,
Visível; como a transparência
Do dia.
Olha a perfeição jogando tudo
Pra trás e se entregando ao seu
Inverso…
Olha a perfeição
Não está mais perfeita.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Leitura da poesia "Onde está o teu corpo"


Onde está o teu corpo

Ao sentir o teu corpo perto do meu
Senti calor.
Olhei nos teus olhos,
Ganhei confiança
Nessa noite serena me apaixonei…
Ao sentir teu corpo perto do meu
Comecei a te admirar
Observei tua boca,
olhos,
orelhas,
nariz…

De cima a baixo
Começo quase sem fim…
Porque em um certo dia,
Não cheguei a ver nem os teus pés.

Mas onde esta o teu corpo
Que estava perto de mim?

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.



domingo, 11 de agosto de 2019

Pai

De um bom pai
Jamais guardarei mágoas
Caso tenha que as cachoeiras 
As levem
E se percam entre as pedras
De uma colina.
Que as margens do rio 
Nos assemelhem, pai e filho.



Imagem da Internet.


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