domingo, 31 de dezembro de 2017

Feliz Ano Novo

   Desejo aos amigos (as) um feliz 2018 com muita paz, força e perseverança. 

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Organizarei a primeira antologia em 2018

   Antologia de 2018 vai trazer grandes nomes e será publicado através do site Amazon, incluindo ISBN. Pois bem, organizar uma antologia não é nada fácil, o que sei é que farei um grande trabalho, selecionando alguns dos meus amigos (as), no qual busco estabelecer contato.

  Será uma antologia com poucas pessoas, e quem sabe ao longo do tempo venha a organizar outras antologias, ano que vem divulgarei a listra de participantes e o título do livro, livro este que vai ganhar o prefácio do poeta Valdeck Almeida de Jesus. 

Valdeck Almeida de Jesus


   Uma antologia gratuita, sem cobrar quaisquer tipo de taxa para os amigos, não quero apenas destacar o meu nome na função de organizador, como também dos participantes, pois essa antologia não poderá ser concluída sem a colaboração dos demais com as suas poesias, assim como biografia.

   Hoje em dia tem antologias que cobram 600 reias para que os poetas possam publicar em apenas uma página, e incluir sua mini biografia, compreendo que não é nada  fácil conseguir recursos para fazer a diagramação do livro, revisor, capa... Mas, se existem sites que ajudam a publicar livros gratuitamente, farei uso deste site, para divulgar não só o meu nome como também o nome dos meus amigos, e da literatura em si.

Valter Bitencourt Júnior


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Uma Triste Notícia: Faleceu Germano Machado

   Hoje recebi uma triste notícia do Roberto Leal e Josue Ramiro Ramalho, através do Facebook, que o nosso amigo filosofo, escritor, articulista, fundador do CEPA (Círculo de Estudo Pensameto e Ação) faleceu. Que Deus o receba, e que o CEPA continue vivo, pois é tudo o que o Germano Machado veio pedindo ao longo destes anos, de trabalhos, voltado a formação cultural, filosófica, recebendo neste espaço grandes nomes como por exemplo o Glauber Rocha.

   Lembro quando o vi pela primeira vez, no Projeto Fala Escritor, ao som de Iara Castro, o Germano Machado foi entrevistado neste dia, e por vez dele disse que queria sim fazer parte da Academia de Letras da Bahia, depois o vi no lançamento do livro Cartas ao Presidente, foi assim que fui aos poucos formando amizade com o Germano Machado, ele ali mostrou o quanto era um grande pensador, apontou a mão na cabeça e disse: "o problema se encontra aqui", uma frase que não consegui entender até hoje.

   Tenho ido no lançamento do livro Os Dois Brasis, e assim pude ver um grande escritor, e adquiri alguns livros dele (Meu Amigo Glauber, A Longo Prazo...). Recebi o convite do Germano Machado para ir ao CEPA, diversas vezes, e tenho marcado presença em alguns dos eventos, neste ano ele me pediu para ir ao CEPA, tanto por e-mail, quanto pelo Messenger, e eu por minha vez não pude ir, o Germano queria que eu redigisse os arquivos do CEPA...

   O que eu tenho a dizer que o Germano Machado permanecera vivo, no coração do povo baiano, assim como o CEPA, tem de permanecer vivo, em sua memória.

Germano Machado e Valter Bitencourt Júnior. Germano Machado autografando o livro Os Dois Brasis, no livro bem no finalzinho escreveu: começo de "algo", Germano Machado, 30/05/2014.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

O silêncio

O silêncio foi o sufoco
Por entre a escuridão,
O cérebro este labirinto
Via palavras, como se
Fossem escaneado,
Do presente ao pretérito.
O café em adrenalina
Corria pelo corpo,
Olhos vidrados,
Em pânico. Fantasma
Da vida, podem vim
Em formas de lembranças.
Um terremoto,
Visões, a busca do entendimento
Do eu e do não eu.
Retratos cortados,
Espelhos quebrado.
Fumaças em forma de neblina,
O conhaque não era
Mais o mesmo.
A caneta falhava,
As palavras não mais
Era o consolo.
Noites perdidas,
E uma poesia que
Não quer sair.
O poeta sofria a escrita,
Sofria a vida, a miséria,
A desgraça humana,
A guerra. Tudo foi
Bombardeado,
O software não mais
Armazenava os arquivos,
E muito menos processava.
A poesia queria esconder
A dor, as palavras
Se camuflam para se tornar
Em poesia. Não
Mais se tinha regra,
Métricas foram ultrapassada,
Apareceram carros,
Postes, prédios,
Pistas, e lembranças impagáveis.
Quero um sorvete,
Neste dia de pouco sol,
Para refrescar a memória
Ou suicidar-me no gelo.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Feliz natal

Que Deus abençoe todos os amigos, para que possamos compartilhar o nosso melhor de um para com o outro, Feliz Natal, com positovidade, pedidos de paz, força, amor...

Mesa preparada por mãe, Lúcia Silva.

Hipocrisia

Queria mudar o mundo sozinho,
Preocupei-me com o país,
E o país me deixou traumatizado,
- A pátria nem sempre é o berço
Daqueles que nele nasceu.
Preocupei-me com o meu pais,
Queria mudar o mundo sozinho,
Da ansiedade o desespero,
Do desespero a descrença,
E o país parece continuar o mesmo,
Preocupei-me com o mundo,
Me tornei um louco,
E o mundo pouco sabe quem sou,
O que quero ser na vida,
- E o que serei? Crise, desemprego,
Trabalho informal, escravidão e ditadura
Camuflada, falácias política,
Fofoca social, desgraça alhiea...
Mundo em choque,
Eu em choque.
Preocupei-me com o universo,
E tudo que se encontrava nele,
Precisei apenas se preocupar
Comigo mesmo,
Não me preocupei.

Minha fé?

Minha fé? Minha fé continua viva!
Beber da fonte? Bebo das fontes!
E assim vivo a vida, como ela deve ser,
Crer, descrer e crer novamente,
Direito meu seu e de todos.
E as espécies por sua vez carrega
Dentro de si as suas crenças.
Do altíssimo - conforto
Do senhor - Sabedoria
Do pai - ensinamento
Assim somos seres viventes,
E cada um com suas teorias...
A igreja maior é o universo,
Para quem quer paz
Precisa aprender a amar,
Quem ama, pode ser amado ou desamado?
Mundo contraditório,
Seres de ditados: " não se pode agradar
A todos".
"Amai-vos..." minha fé continua viva
Minha - Utopia
Minha - Esperança
Minha - Perseverança
A sede de lutar sempre é maior.

E Deus, ser maior que o homem,
E o homem querendo ser maior que Deus,
O homem apenas uma partícula do
Universo,
Deus o corpo do universo inteiro,
Sofre a ação humana.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Feliz Natal

E o coração humano cada vez mais duro,
Por entre o ego e a vaidade a hipocrisia.
O amor a cada dia é assassinado, não
Mais se sabe o que é amor!?
E a vida custa muito caro, e a gente
Sempre se mostra não ter valor.
E o Natal nem sempre é de alegria,
O mundo em guerra, seres pedindo paz,
Gente passando fome,
E o Papei Noel não desce pela chaminé
Para entregar presentes
Para o rico e muito
Menos para o pobre,
Mesmo assim tudo tem suas diferenças.
Bombardeios, tiroteios, carnificina humana,
Desgraça alheia, miséria,
Descaso social - O mundo perdido,
E pouco se importa,
Os seres se mordem,
Matar parece que se tornou "humano",
E sempre há um dia especial,
Dejejo de Feliz Natal,
Nem sempre é dado  com amor,
De coração - a falsidade
Muitas das vezes se encontra no olhar.

E se pudessemos nascer novamente
Viver a vida e amar a vida,
Viver a vida, e respeitar a vida,
Viver a vida, saber os limites - e ter consciência,
Viver a vida, e viver um pouco de tudo
Consigo mesmo e com todos.
Matar o preconceito dentro de si,
Matar tudo aquilo que é capaz de matar
Os outros e a si mesmo,
Ter misericórdia, compaixão,
Sentir o que o outro sente,
Amenizar as dores, perdoar,
Amar, brincar, abraçar...
E o Natal não é mais o mesmo,
O natal é o dia que morre e renasce,
As espécies deveriam amar
Uns aos outros eternamente.

E toda a fé somente é digna
Se nela existir amar,
Caso contrário toda sua fé
Pode se tornar uma doença.
Minha sociedade está doente
Na fé, muito se deixaram levar
Pelas palavras, cegaram os olhos,
Se acomodaram...
E dizendo ter fé, não deixam de lado
A vaidade, o ego, a falácia.
As igrejas das espécies
Deve ser o universo,
E não palácios,
Construído pelo suor dos
Que nada tem,
Para o sustento dos usurpadores
De ideia, senhores
Do sistema, comprados pelo Estado.

E Cristo foi um ser simples,
A espécie humana - tola
Sempre quer ser mais
- Falta humildade na gente!
- Falta simplicidade na gente!
- Falta amor entre a gente!

Não sei mais o que pode vim
Lá na frente, a juventude perdida
Formando uma nova política,
Ou a juventude rica e podre dominando
A juventude perdida (tudo tem a sua diferença),
A  gente tem que limpar a sujeira deles,
A gente tem de ser analfabeto,
A gente tem de viver no desequilíbrio,
É o que o sistema pedi,
A gente é escravo do sistema,
Nossa opção? A rebeldia em nosso olhar,
E o medo também...
A tristeza, e a falsa felicidade nos bares
E bordéis da vida.

E o fim do mundo?
O fim provocado
Pela própria espécie!
E o fim do mundo?
Quem liga? As pessoas
Matam e se matam!
E o fim do mundo?
Que mundo vivemos?
(Lágrimas presas por dentro)
(Sufocado).

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

S.O.S

A cidade é bela, seus pontos turísticos
O encanto daqueles que a ver
Na beleza da cidade, se esconde a pobreza,
A fome, o descaso e a pobreza (outra vez).
E pintam a cidade de azul, de cores calmas,
Para dar náusea nos olhos daqueles
Que enxergam a realidade, que se passa
Por entre os olhos.
A cidade por entre suas luzes, e toda a escuridão, e um tiro,
E gritos que não se calam,
Mães desesperada.
A cidade não cheira e nem fede,
Engana qualquer um,
Sem que ao menos perceba.
Pessoas embriadas, pessoas drogadas,
Pessoas que roubam,
Pessoas que matam,
Pessoas precisando de colo,
Pessoas precisando de carinho,
Pessoas precisando de amor...

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

A gente sempre quer mais

Acordei me sentindo o dono do universo,
Sem ao menos medir o meu tamanho,
Pensei ser maior que tudo e a todos,
E assim perdi os elos - olhar escuro.

Por entre o ego e a vaidade, subi
Ladeiras em dois e dois degrau
Quero ir aos céus em elevador,
A escada cansa - meu mundo avançado.

Quero telefonar pra Deus e despedi-lo
Dizer que agora tomarei posse dos céus
E do paraíso, e tudo isso foi loucura
Acordei de um sonho e entrei no outro.

Pequei em pensamento, Deus me perdoe,
Dei um tiro no cara da esquina,
E tomei seu lugar, a juventude já está perdida
Muito dinheiro vou ganhar.

Eu perverso, dizia ser anjo,
Quem era Lucifer? A não ser um anjo!
E a minha beleza a confundir
Os olhos de quem ver se engana.

Hoje acordei me sentindo eu,
Não queroser o dono do universo,
E muito menos tomar o lugar de Deus,
Jamais mataria uma mosca.

Eu e a natureza, vendo as minhas ações
E as ações dos demais, somos tão mesquinhos,
Destruímos a natureza que vivemos,
Homens querendo ser dono do mundo.

E eu prefiro um café pela manhã,
E quem sabe pelo final da tarde,
E pela noite - quero ver o mundo
Por outro olhar - um universo melhor.

Acender um cigarro, tomar um conhaque,
E ver meu Deus, que dia louco,
Que dia louco - a gente sempre quer mais,
E um pouco mais.

domingo, 17 de dezembro de 2017

O amor germinou

O amor germinou por todos os cantos
A exalar aroma de pétalas de rosa,
Por entre as rosas a amada amacia
A pele, e perfuma-se feito uma deusa.
E toda mulher tem de ser respeitada
E amada, assim como uma rainha
Quem sabe ser um servo, ou mais
Que servo. E o amor fala, e o homem
Por sua vez se encanta, diante
Aos cabelos da amada, e o seu olhar,
Muito mais que poesia de amor,
Vai além dos olhares humano.
O poder da sedução é maior,
E o pecado também, quem sabe pecado
Não exista, senão o querer humano.
O direito de amar, de querer, de ter, de ficar,
De se doar a quem quiser e bem querer.
E a amada leva o ser ao delírio,
O delírio daqueles que apreciam quem
Sabe um uísque, ou a fumaça de um
Cigarro voando e camuflando
O que pode vir...
O amor, o amor tem suas variantes,
Tem seu significado, ou quem sabe significados...
O amor cantada por milhares de poetas,
E por aqueles que também não é...
O amor de um para com o outro - respeito,
Um amor entre dois - mais que respeito?
Cada um ama da sua maneira de amar,
Cada amor em um coração, cada amor
Em sua ação, pedido de paz,
Pedido de união, misericórdia.
E a amada cria uma guerra por
Dentro da espécie, humana!
Mais que humana!

Publicações

   Raramente venho a fazer novas publicações neste blog, acredito que tenho de resgatar muita coisa, pois muito se foi excluído quando excluir o blog anterior, blog este em que recebia muitos acessos.

   Acredito que todos aqueles que escrevem tem disso, principalmente quando não tem patrocinadores para poder desenvolver os projetos literários. A gente muitas das vezes perde a esperaça de dar continuidade com a escrita.

Escrever de fato é um exercício árduo, ter o dom da escrita e estudar as palavras, tornar-se um leitor, e assim aprender a brincar com a escrita. Este é o meu trabalho e o trabalho de muitos amigos.

Para muitos a escrita não tem valor, assim como o escritor pouco tem importância na sociedade em que vive.

Essa desvalorização persiste em nossa atualidade, e cresce cada vez mais. Pois bem tenho de continuar publicando minhas poesias, meus textos e buscando interagir com todos, acreditar que tudo pode mudar, e melhorar ao longo do tempo.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Fanpage: Valter Bitencourt Júnior

    Na Fanpage Valter Bitencourt Júnior, no Facebook, encontra-se poesias, textos, sites, blogs... da minha autoria e algumas publicações de amigos(as), vídeos da youtube... Não me responsabilizo com comentários e publicações de terceiros. Essa Fanpage foi criada com o interesse de compartilhamentos literário, tudo que venha a envolver a literatura, assim como notícias, espero que os amigos(as), gostem, não deixem de fazer a avaliação, deixar o comentário e curtir as postagens!

domingo, 26 de novembro de 2017

Três poesias incluindo a poesia "Onde está o teu corpo"

Máquina


Às vezes a vida parece
Uma espécie de máquina agrassiva
Uma máquina livre
Feito um pássaro
Cria asas, voa alto.
Perde-se
Deixando mágoas
Em formas de cachoeiras:
Bate e rebate
Nos seixos
Desmancham-nos,
Aos poucos diminuem,
Os torna um ser pequeno
E aos poucos se sentem pisoteados.
Porém, não bem somos
Uma máquina
Mas somos um ser
Capaz de se aperfeiçoar.

Onde está o teu corpo


Ao sentir o teu corpo perto do meu
Senti calor.
Olhei nos teus olhos,
Ganhei confiança
Nessa noite serena me apaixonei…
Ao sentir teu corpo perto do meu
Comecei a te admirar
Observei tua boca,
                             olhos,
                                     orelhas,
                                             nariz…


De cima a baixo
Começo quase sem fim…
Porque em um certo dia,
Não cheguei a ver nem os teus pés.

      Mas onde esta o teu corpo
      Que estava perto de mim?

Destino


O passado bate em minha porta feito chamas
Carregadas por um furacão,
Enfurecidas lembranças.
Jamais separaria os meus erros dos meus fracassos,
Há coisas que não queremos que sejam eternas
Como a realidade dos seus braços:
É como comprar alguém
E não querer ser comprado;
Explorar e velar um diamante tão raro…
Mas a joia mais cara do mundo não existe
O destino está voltado pra todos
Ou simplesmente estou triste.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Valter Bitencourt Júnior - 10 anos de poesia em 2018

      Farei 10 anos de poesia em 2018, lembro como se fosse hoje quando escrevi o meu primeiro poema titulado "Onde está o teu corpo", para ser apresentado no TAL (Tempo de Arte Literária), na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima, organizado pela professora Sandra Zaira, neste  dia apesar de ter escrito a poesia, não tenho apresentado, apenas apresentei poesias da minha autoria neste mesmo espaço em 2010, a poesia apresentada foi titulada como "Destino" escrita em 2010, neste mesmo ano passei a frequentar a Biblioteca Comunitária de Valéria Prof José Oiticica, onde passei a conhecer o cearense Antônio Fernandes Mendes, e a ganhar um conhecimento sobre o anarquismo, neste mesmo espaço funcionava o ISVA (Instituto Socioambiental de Valéria), e o cineclube do bairro.  Em 2011, apresentei a poesia "Coração de Pedra", no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, a poesia "Onde está o teu corpo" somente foi apresentada no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, também para o TAL (Tempo de Arte Literária), ganhando no primeiro lugar em 2012.

Publicações nas redes sociais:


      Em 2011, passei a redigir o livro "Toque de Acalanto", no Centro Educacional Paulo VI, ganhei o meu primeiro Pendrive, para armazenar as minhas poesias e comecei a publicar algumas poesias no Orkut, Facebook, Blog, Site, Twitter... Esse foi um dos meios que tenho encontrado para publicar as minhas poesias, para que outras pessoas lessem, mesmo assim ao longo do tempo fui parando de publicar as minhas poesias nas redes sociais, pois muitos dos amigos(as) não gostavam de receber as poesias que apareciam no "feed de notícias" da rede de cada um. Então resolvi criar uma Fanpage no Facebook, assim como na Google, mesmo assim não tive sucesso, de cada 1 elogio milhares de críticas, contra as publicações, onde buscava também escrever poesias e textos de cunho social, fazendo denúncia do sistema. Fiz parte do curso 200 anos de Poesia, administrado pelo poeta Douglas de Almeida, na Biblioteca Publica do Estado da Bahia.

Publicação de Antologia:


  Em 2013, comecei a publicar poesias em antologias, recebi o convite do Valdeck Almeida de Jesus, para poder publicar uma poesia da minha autoria, no Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, da Editora Galinha Pulando, antologia essa que é publicada um ano depois, ou seja foi publicada em 2014, enviei a poesia "Amor". A partir dai comecei em publicar em diversas outras antologias, e fiz parte também em uma das edições da Revista Omnira, N. 8, organizada pelo jornalista Roberto Leal

Queima de poesias:


Tenho queimado diversas poesias da minha autoria, pois não estava me sentindo bem, somente depois de alguns anos que lembrei que tinha cada poesia salva no Pendrive e em 1 CD, não foi apenas uma vez que isso tem acontecido, houve a segunda vez como uma experiência para que nunca mais faça isso, essas poesias apenas poderei encontra-la quem sabe no Rio de Janeiro, registrada pela Biblioteca Nacional.

Encontros Literário:


Tenho ido em alguns encontros literários, apenas não tenho frequentado com assiduidade por falta de recursos para se deslocar do meu bairro para o local dos eventos, tenho ido no Projeto Fala Escritor, no Iguatemi, tenho ido no Círculo de Estudo Pensamento e Ação (CEPA), no Barbalho, assim como também tenho ido na Parada do Livro da Bahia, em alguns lançamentos de livros, organizado pelo Roberto Leal, pela UBESC (União Baiana de Escritores), assim como fui no lançamento do livro "Cartas ao Presidente",  organizada pelo Carlos Souza Yeshua, tenho ido no projeto Leituras Pulicas, no pátio da Biblioteca Publica do Estado da Bahia, assim como tenho ido em algumas exposições das obras do Almandrade, no Mosteiro São Bento e na Galeria Roberto Alban, dentre outros.

Oficina de Poesia:

Fiz parte de algumas oficinas de poesia, para poder me desenvolver mais, então resolvi fazer parte de algumas oficinas de um projeto chamado Escrita em Trânsito, fiz parte de oficina organizada pelo Ricardo Domeneck, Carlito Azevedo e João Bandeira

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

No YouTube - Toque de Acalanto, de Valter Bitencourt Júnior, Clube de Autores, 2017


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Valter Bitencourt Júnior

Valter Bitencourt Júnior (Salvador, 25 de junho de 1994), poeta e escritor brasileiro.[1][2][3]


Biografia:



Valter Bitencourt Júnior[4], nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, 25 de junho de 1994, em 2009 escreveu a poesia "Onde Está o Teu Corpo", poesia publicada na antologia "O Diferencial da Favela", Galinha Pulando,Salvador, 2014, organizado por Sandro Sussuarana, antologia essa que também se encontra a poesia "Perfeição". Em 2011, passou a redigir o livro "Toque de Acalanto", e a publicar poesia em sites, blogse redes sociais.[5] Publicou a poesia "Amor", na antologia do Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, Galinha Pulando, Salvador, 2013; publicou a poesia "Tempestade" e a poesia "Sintomas", na Antologia Eldorado, da Celeiros de Escritores, antologia cordenada por Denise Barros, São Paulo, 2014; publicou a poesia "Pela Noite Tudo Transpira Poesia", na Antologia Internacional Espaço do Poeta, do Portal Jorge Guedes, em 2015, neste mesmo ano ganhou o certificado e medalhado I Congresso Internacional da Cultura e Arte Expandindo a Consciência Cósmica. Fez parte do curso 200 Anos de Poesia, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, administrado por Douglas de Almeida, em 2011; fez parte da oficina "O que fazemos quando fazemos poesia?", na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, administrado por Carlito Azevedo, em 2012; fez parte da oficina "Lírico e Satírico: Em Contexto", na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, organizado por Ricardo Domeneck, em 2012, fez parte de oficina de poesia organizada por João Bandeira. Membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni [6][7], Minas Gerais, a partir de 18 de março de 2014, recebeu da Academia de Letras, medalha e diploma. É verbete do Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia, Círculo de Estudo Pensamento e Ação - CEPA,[8][9][10][11] Salvador, 2015, ao lado de grandes nomes da literarura baiana, como: Aleilton Fonseca, Antônio Brasileiro, Antônio Torres, Aramis Ribeiro Costa, Cyro de Mattos, Ruy Espinheira Filho, Germano Machado, Aurélio Schommer, dentre outros.[12][13] Tem poesias [14][15][16] em diversas coletâneas e antologias[17][18][19] tanto no Brasil quanto no exterior.[20][21] autor do livro Toque de Acalanto, Clube de Autores, 2017,[22][23][24][25][26] e do livro Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma vida Clandestina, Amazon, 2017. [27][28] Com a publicação da poesia "Identidade", tem recebido elogio da Gláucia Lemos, depois que ela leu a poesia, anos depois a encontrou em uma palestra sobre a língua portuguesa, no Shopping da Bahia (o antigo Shopping Iguatemi), onde na mesa da palestra se encontrava a Myriam Fraga, Luís Antonio Cajazeira Ramos, Aleilton Fonseca...

Livros:

Toque de Acalanto, Clube de Autores, 2017

Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma Vida Clandestina, Amazon, 2017

Referências:

«CAPPAZ - Confraria Artistas e Poetas pela Paz». www.cappaz.com.br. Consultado em 11 de novembro de 2017 
«Valter Bitencourt Júnior | Skoob». www.skoob.com.br. Consultado em 13 de novembro de 2017 
«CAPPAZ - Confraria Artistas e Poetas pela Paz». www.cappaz.com.br. Consultado em 10 de novembro de 2017 
«Valter Bitencourt Júnior - Perfil». www.recantodasletras.com.br. Consultado em 13 de novembro de 2017 
«Academia de Letras de Teófilo Otoni – Correspondentes». letrasto.com. Consultado em 10 de novembro de 2017 
«Revista Literária Café-com-Letras :: Escritor Leandro Campos Alves». www.escritor-leandro-campos-alves.com. Consultado em 10 de novembro de 2017 
«I Encontro de Escritores e Poetas do Médio Rio das Contas». Territórios Culturais Bahia. 13 de julho de 2015 
Yeshua, Carlos Souza (2015). Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia 2 ed. Salvador: CEPA. pp. 308 e 309. ISBN 9788572390378
Blay, Billy. «Jornalista lança Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia no dia 12 de junho». iteia.org.br. Consultado em 11 de novembro de 2017 
Coutinho, Acorda Cidade - Dilton. «Professor da Uefs integra Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia». Acorda Cidade | Dilton Coutinho 
«POESIAS DE UM CORAÇÃO POÉTICO – Valter Bitencourt Júnior | CEPA». www.cepabrasilba.org.br. Consultado em 10 de novembro de 2017 
«3.203 Inscritos». www.poesialivre.com.br. Consultado em 10 de novembro de 2017 
Santos, Sandro Ribeiro dos (2014). O Diferencial da Favela. Salvador: Galinha Pulando. pp. 37 e 89 
Barros, Denise (2014). Eldorado. São Paulo: Celeiro de Escritores. pp. 85, 86 e 87. ISBN 9788582900093
Jesus, Valdeck Almeida de (2013). Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus. Salvador: Galinha Pulando. 231 páginas. ISBN 9788566465051
Toque de Acalanto. [S.l.: s.n.] 
«TOQUE DE ACALANTO». Livraria Cultura. Consultado em 10 de novembro de 2017 
«Toque De Acalanto - Americanas.com». www.americanas.com.br. Consultado em 10 de novembro de 2017 
«Toque De Acalanto - Submarino.com». www.submarino.com.br. Consultado em 10 de novembro de 2017 
«Amazon.co.uk: Valter Bitencourt Júnior: Books». www.amazon.co.uk. Consultado em 10 de novembro de 2017 
Júnior, Valter Bitencourt (4 de outubro de 2017). Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma Vida Clandestina. [S.l.]: Independently published. ISBN 9781549891335

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Natureza

Serpenteia o meu corpo no teu
Como o rio na rocha a germinar.
Mundo perdido no ciclo,
Estrelas que some do mar…

Teu corpo traçado no meu,
Tua fragrância, o meu luar.
Meu aroma suado no teu
E os lírios no vento a gozar.

Minha alma em ti,
E a tua além mar
Ais que se romperam
Os meus olhos a rogar!

A natura que Deus nos deu
Vezo todo a sonhar!
Flores que já nasceram
Rosa de tristezas no ar!

Olhar poeta

Vejo cheiro de terra
Molhada.
Neste estado apaixonado,
Sinto-me presa
Dos seus braços
Suados, quentes…
Miro tudo de formas
Diferentes; vezo botões
Se transformarem
Em flores.
Veto seus beijos
Em outro

Beijo vagabundo.
Olhar poeta.

Fuga

Fugirei dos seus braços
Ao perceber que, diante do gatilho,
Estou completamente perdido por você,
Desculpa! Se estiver sendo baixo
Só não quero corromper
As montanhas,
Tenho medo da neblina.
Seja minha ninfa!
Mas quero um pouco
Curtir a vida…
Um dia a farei
Meu universo, minha rainha
Serei seu dia,
Por enquanto
Da paixão serei de você
Uma fuga.

Nostalgia

Pra mim o rio já te cansou;
A maré te levou;
O passado te machucou
O hoje já morreu
O ontem sequer ressuscita
Os seus prantos se secaram
As cachoeiras se afugentaram
Por te verem as nuvens
Desmancharam-se
E a pergunta fica
O que tanto te fustiga?




Monólogo

Gostoso é o nosso
Expressar:
Intimo quente, prazeroso, suave…
Nos lastimáveis momentos
Subitamente nos afastaremos
Para não fustigar as flores
Para não romper as rosas…
Quero enfatizar o amor,
Fantasiar a nossa vida.
Rapidamente não te avisto
Bato-me com os dentes
Faz-me derreter os olhos,
Não conseguindo
Avistar beleza.
E faço a minha vida
Um monólogo
Sombrio sem respostas.

Siga o seu coração

Não quero ficar por baixo
E nem ficar por cima
Só quero mostra-lhe
Que dentre esse seu ser excessivo
O excesso não a levará a nada
A não ser ao pior
A desgraça não vem só pro pobre,
Mas também para o rico
Do seu ser sem amor
Não há proveito.
Mudarei os meus passos
Que fazem tempestades, redemoinhos,
Furacões…
Para um novo caminho
Que faça o branco
Se transformar em cores
Fantásticas.

Solidão

Solidão é uma crise de abstinência
Contraria.
As luzes dos céus
Jamais se abrirão
Por completo
Na escuridão da noite.
Constelação noturna
De todos os atritos inesquecíveis,
A constelação mirada
Por dois amores
São estrelas dissidentes
De todas as posições separativas
Dos laços distantes
Que se tornam distinto.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

À procura

Procuro algo em mim
Entre duas pedras
Dentro de um vulcão voraz. Procuro meu ser poeta,
Que só o meu destino
Pode encontrar!
Onde não sei…
Vejo tudo em neblinas.

Não me esqueça

Venhas pros meus braços
Não se aflija!
Quero sentir a essência
Do seu perfume de jasmim,
Quero designar
A cor dos teus olhos.
Teus olhos são o azul do céu
Mesclado com o amarelo
Das flores
E resultam nos verdes dos rios
Venha meu amor,
Saciar minha sede,
lembrar momentos
Perdidos
Que sequer sabemos
Onde achar!

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Sou poeta

Escuto, escuto a vida
Ando no horizonte…
Traço do passado.
Canto para ninar
Meu coração de todas as lembranças
Sinto cheiro de telúrio molhado
Neste dia poético
Sou poeta!

Caverna sombria

Inusitado os seus olhos
Sujos; coerentes; imundos
Irônico os seus sorrisos
Fingidos; disfarçados; bem desenhados
Deslumbrantes os seus olhos,
Atravessam os meus
Quando procuro o interior do seu ser
Dentre o romper das cachoeiras,
Me sufocarei nos seus braços,
No cantar dos sábias,
Procurei inspiração
Para desenhá-la, para traçá-la,
Descrevê-la
No branco das nuvens
Na brisa que procura
Serei a sua luz
Que a guiará até o fim
De uma caverna
Sombria.

Esperança

O meu verde
Confunde sua visão
Quando estou entre as palmeiras
Em sua casa, no quebrar de um
Copo em vez de azar
Levarei esperança
Ao seu
Sentir sem sorte.

Dia de hoje

No outro rumo,
No amor, a separação
Te torna uma mentira
Igenua, convencional
Que te consome e absorve
Até tu te integrar
Por inteiro
Por um ser que
Te enlouquece,
Te aquece,
Te adora
Dos dedos dos pés
Deslizando até o pescoço
Te alimenta
E cresce contigo o fogo,
Faz do branco das nuvens
Inesquecível rascunho
Desse explendido
Dia de hoje!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Doce pecado

Nasce uma flor inusitada
Bela delirante
Curvosa…
Seu perfume é um cristal
Vindo das colinas,
Inspira o céu
Me transmite tranquilidade…
O tempo passa,
Tudo muda,
Ludibrias os meus olhos,
Me enlouquece,
E me perde
Nas profundezas
Da paixão.
Doce pecado
Que me pega por baixo
E me faz de surpresa,
Sufoca, lassa, faz de mim fatias
Me deixando em pedaços…

Mistério

Exala no hálito
A brisa o frescor!
Há tantas coisas fugidias,
Em um cerco de maltrapilho…
Neblinas que prende o ver
Estar e não estar.
Almas que flutuam
Como algodão

Cada um de nós morremos
Para nascer de novo.

A vida renasce em Cristo
Em cada natal!

Palavras

Senti na pele amargas dores,
E vi as minhas palavras
Como um refúgio…
Não sei se a minha
Vida será lembrada,
Ou se serei uma passagem
Na escrita. Sinto o tormento,
E em mim um vazio,
O chão que fino sinto.
Um falso chão, e palavras
Que não aprecem serem
Vistas. Quero gritar, e a minha
Voz se esgana, e sai sopro
De minhas dores… Sei que
Fui poeta, poeta perdido no
Nada, poeta sem destino,
Poeta que a vida jamais
Soube preservar, não sei
Se viverei a anos, e se serei
Aplaudido pelas minhas palavras.
Um poema não está no espaço
Por está, eles são muito mais
Que uma pessoa, mas
Que custa os sentimentos
Objetivos, e subjetivos
De uma poeta.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Casamento

Um dedo e uma aliança,
Um juramento, em elos,
Que não pode ser quebrado.



Mas muitos quebram,
Lindo seria, se vivessem
Eternamente…

Abandono

O teu silêncio
E tua descoberta
Cobre todo o ser
E o mundo,
E um cais de areia
Em sangue,
Um aborto profundo…

Singeleza

Aquário com peixes,
O peixe nada
Em torno das pedras,
E se camufla,
E o garoto escreve
No papel a relação…
A sabedoria do
Peixe, a sabedoria
Da pedra.

Baile

Uma característica a amenizar
Um ponto, uma suavidade
E um encontro assíduo,
Como o impossível.
Tudo pode ocasionar
Um espanto,
Uma destruição,
Quando foge do lugar,
Ou não encontra o seu
Sentido.
Mas, de todas as marcas
O ponto é um sítio.
Um jovem, e uma garota
O corpo esquenta, o sangue
Circula, os nervos a voar,
Pensou que não, no extremo,
Os olhos vibram, o corpo esfria
E tudo ameniza em prazer,
E gostosas sensações.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


domingo, 5 de novembro de 2017

Mais Um Vídeo Dessa Vez Recitando a Poesia "Onde Está o Teu Corpo"

   Neste vídeo estou recitando a poesia "Onde Está o teu corpo", poesia da minha autoria publicada na antologia, "O Diferencial da Favela", organizada por Sandro Sussuarana. Assiatam:


sábado, 4 de novembro de 2017

Para ir além!...

   Sim, vou recomeçar tudo novamente, porque sei que posso ir longe, recomeçar para ir além do que buscava, pois acredito muito do meu potencial e sei que posso ir longe, a literatura é isso, investir no potencial e do dom da escrita, publicar poesias, textos, artigos, resenhas... e atrair leitores  de vários cantos do país, é uma tarefa para muitos fácil e para outros não.

   Vou novamente fazer vídeos recitando, declamando e lendo poesias da minha autoria e publicá-los no Youtube, para que meus amigos (as), que acompanham o meu trabalho com a escrita se sinta mais próximo de mim, a cada dia que passa. E claro, sempre estarei convidando as pessoas para se inscrever no meu canal da Youtube, e a deixar o comentário, curtir e compartilhar para os amigos (as), porque somente assim poderei crescer,  com a ajuda de todos, assim levando não apenas o meu nome como tambem o nome da literatura, e de todos que me acompanham!


Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma Vida Clandestina

  Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil: Uma Vida Clandestina, o mais novo livro da minha autoria, já se encontra disponível para venda na Amazon, tanto a versão e-book, quanto a versão impressa. Neste livro encontra-se a biografia de Antônio Fernandes Mendes, e algumas perguntas feitas a ele quando vivo, e respostas também, onde Antônio Fernandes Mendes fala sobre a sêca que tem passado no Ceará, assim como também a ditadura, que vez com que ele tivesse de sair da sua terra natal, para o sul do Brasil, e depois foi descendo para o nordeste parando na Bahia, onde faleceu.

Meu Amigo Antônio Por
Entre a Ditadura
Militar e Civil:
Uma vida Clandestina,
Valter Bitencourt Júnior,
Amazon, 2017.



























  Comprando este livro você vai viajar em uma grande história, e também vai ter um pouco mais, citações e agradecimentos. Muito importante para que a história de um mestre cearense que passou pela Bahia, não seja esquecida, como se fosse apenas um ser que por aqui passou e nada mais, Antônio Fernandes Mendes criou uma grande história por todo canto que tem passado, anarquista, fitoterapeuta, conhecedor das ervas medicinais, autodidata (tinha um vasto conhecimento e discorria sobre diverso assunto com uma grande maestria.


Meu Amigo Antônio 
Por Entre a Ditadura 
Militar e Civil: 
Uma Vida Clandestina,
Valter Bitencourt Júnior,
Amazon,
2017.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Hoje não consegui acessar o meu blog através do computador

  Hoje tentei entrar no meu blog através do computador, e por minha vez não conseguir acessar, somente agora pude entrar em meu blog através do dispositivo móvel. Pois bem gostei das medidas de segurança da Google, mesmo assim questiono o fato de me impedirem de fazer novas atualizações, devido a este mecanismo de segurança, pois tentei por diversas formas entrar em meu blog através do computador e não tenho conseguido, somente agora pude entender direito o que se passou.

   Pois bem hoje pela manhã e pela tarde não pude atualizar o meu blog, mas isso não quer dizer ser o fim do mundo, pois tenho ainda a noite, e a vida inteira pode-se dizer (espero que não esteja me precipando) para atualizar, assim publicando, poesias, textos, artigos, resenhas da minha autoria.

   Convido você para seguir o meu blog, e acompanhar as futuras atualizações, comentem, compartilhem, pesquisem e vejam o que venho compartilhando para os amigos leitores, pois é muito importante a sua ajuda para que eu possa me desenvolver nos meios literários. 

   E peço aos amigos que comprem os meus livros que já se encontram nas livrarias e sites de venda, obrigado pela sua atenção!

Valter Bitencourt Júnior
Poeta e escritor brasileiro.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

A Busca Por Uma Identidade Nacional

   A busca por uma identidade nacional, assim fugindo dos modelos colonizador, de um "Brasil- Colonia", propôs com que os "lusos-brasileiros" buscassem beber  de outras fontes, assim trazendo outros estilos literários e artístico para o país, muitos dos filhos de pessoas abastadas iam estudarem em outros países, e voltavam com ideias "revolucionárias".

   Do nacionalismo ao indianismo e regionalismo, muitos dos modelos para cada um destes estilos na criação literária veio das "Europas", assim como o Bucolismo, o Mal do Século... Muitos intelectuais a partir do estilo de uma determinada obra de arte, escrita - criavam o seu próprio estilo literário, ambos bebiam de livros de outros países, liam os clássicos da literatura internacional, e pouco se lia os clássicos da literatura nacional (até nos dias atuais).

   O mesmo se aplicou no modernismo, na Semana de Arte Moderna de 22, que aconteceu em São Paulo, com os "ismos", futurismo, expressionismo, dadaísmo, surrealismo, cubismo... Onde os modernistas eram tidos como parnasianos.

   A busca pela identidade Nacional fez com que diversos intelectuais bebessem de várias fontes, para por sua vez poder dizer-se "brasileiro" (em sua criação literária), e é o que tornou o Brasil um país rico em cultura, pelo o  que Portugal (mesmo pelo o que tem explorado), assim como Espanha, Holanda, África, França, Rússia e muitos outros países deixaram e o que de lá trouxeram para o nosso país.

   O mesmo aconteceu com o "folclore brasileiro", que por sua vez também não deixou de seguir os modelos artísticos e culturais de outros países, coisa que deveriam passarem nas escolas, e não apenas associar o Brasil a Portugal e África, como um único modelo de estudo por sua vez "didático".

   Estudos como este são mais que necessário para as escolas, para a formação do intelecto de cada um, saber a história do país, e o que se encontra inserido nela, até porque somos um país aculturado, e temos de por nossa vez valorizar todas as culturas que passaram a compor e a fazer parte do nosso país, e quaisquer cultura e arte que vim de fora temos de abraçar, porque é isso que fortalece a  nossa identidade nacional.

   Tendo como raíz o Gregório de Matos muitos o acusaram de plagiador, pelo fato de que muitas das suas obras eram criadas a partir de outras obras, assim como também tem sido compilado por Varnhagen, muitas das escritas não foram reunidas por manuscritos e sim oralmente (através daqueles que momorizavam as poesias do Gregório).

   E o mesmo foi com o Manoel Botelho e o Sebastião da Rocha Pita,  todos beberam de outras obras literárias e seguiram um determinado estilo literário, e em nossa atualidade, assim como no modernismo, muitos dos intelectuais citam o Borges, como referências literárias, em nossa "literatura brasileira". Até o Machado de Assis, por vez dele bebeu de diversas obras de outros países para também a partir dessas obras possa criar o seu próprio estilo literário... De tão bom que foi o Machado, que conseguiu se sobressair como romancista e não como poeta, na nossa "literatura brasileira".

Logo temos de ter a palavra "brasileira" não apenas como uma literatura do povo que nasceu no Brasil, e sim como uma "diversidade cultural e artística", que formou o povo brasileiro, e por nossa vez temos como origem o povo indígena, não falamos Tupi, bem que poderíamos, mas a nossa língua tem um  pouco de cada, "latim", "grego", "africano", "português de portugal", e até a "inglesa" (que vem tomando conta do nosso país).

Valter Bitencourt Júnior,
poeta e escritor brasileiro.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Desgraça alheia

O nariz corroído,
Os pulmões manchados
Por fatores poluentes;
Por fatores químicos,
Cérebro em tumores,
Enxaqueca, ilusão,
Esquizofrenia, delírio,
Ironia, overdose, alucinações,
Suor, tentativa de cura,
Abstinência… Dores,
Tormentos, internação,
E na saída nunca é o mesmo,
E na volta dos vícios
Um finado…

Nostalgia

Uma escrita em rastros
De lágrimas…
Um bilhão de despedida
Em cem encontros,
E um sofrer em distância.
Somos acostumados
A viver, e a sofrer
Em distância,
E no fundo nem sempre
Há solução.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.

Agressão

Um sofrimento
Que surge nos olhos
E não quer sumir,
Tantas opressões,
E em cada opressão
Uma morte na alma,
Um mundo em gelo.

Jovem

Luz tênue sobre as ramagens
Do luar, um beijo
Delicado, hálito divino…
São dois seres em despedida
A contemplar o luar,
Em um escombro
Isolado…

Renascimento

A beleza do vento
O vento que passa,
Que deixa o perfume,
E cura o ser por dentro
Como é gostoso o vento?
O vento que passa…
E, tudo inicia de novo.

Sabedoria

A metafísica está em volta
Do ser, em todo pensamento,
E em cada coração.
A metafísica é a psicanálise
Da natureza, é a cura,
É o impossível,
O difícil de atingir.
A metafísica é todo um
Equilíbrio filosófico,
É a árvore, a pedra,
A coruja.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Sistema

Crianças tão inocentes
Brincam de barquinhos
De papel, e avião de plástico,
E… Como pode?
Ter um ser assim
Tão poeta…
Os jovens são tão
Ligeiros, e degustam
Tantas coisas novas,
Como pode?…
Serem tão poetas.
O adulto que corre
Em busca de coisas sérias
Que perdem tanto ao estado,
Mas às vezes tanto reclamam
Como pode?
Poetas que vivenciou a vida,
E esse sistema que quer ver
Os nossos olhos fechados.

Aurora

Era uma flor de jasmim,
Lança! Lança… O perfume
O néctar os poros da vida.
Era uma jovem na flor da pele,
Era um florescer, um raio sem fim.
Um jovem, dua amada…
Juntos uma noite
Um lençol de sangue.

Parodia de uma contradição

Um ponto apenas num esparadrapo,
Uma mancha de sangue
No céu e nada mais.
A vida, constrói continuidade,
Um polissíndeto numa palavra
Repentina, uma canção, uma
História, uma prosa, uma…
Uma princesa em cavalo,
E um príncipe a esperar!
A princesa vira um sapo…
Um lobo constrói uma casa,
E os porquinhos assopram,
Até a casa cair, e um dia eles
Viram amigos, e tudo volta ao
Normal os porcos com lobo,
E a chapeuzinho com a vovó.

Metafísica

Uma moufada,
Um garoto,
Dorme…
Dorme debaixo
Da árvore
Dorme com a
Moufada e a
Natureza.

Mistério

Exala no hálito
A brisa o frescor!
Há tantas coisas fugidias,
Em um cerco de maltrapilhos…
Neblinas que prendem o ver.
Estar e não estar.
Almas que flutuam
Como algodões
Cada um de nós morreremos
Para nascer de novo.

A vida renasce em Cristo
Em cada Natal!

Segredo

Armação em lentes
Sobre o ofato,
E tudo olha a distância…
O poeta sensível brinca
Com o invisível,
Diante de seus olhos
Real, e muitas
Ficções, que jamais
Será visto na visão
De um humano,
E somente
Do olhar mortal daquele
Poeta, mas em fim imortal
No coração…

Um papo & outro

  Bom dia, nestes dias estava vendo algo diferente ao fazer as publicações do meu blogspot, pensei que tinha sido limitado, mas na verdade estava redigindo em html, o que fazia com que os meus textos fossem publicados sem a formação de texto, com paragrafos.

   Pois bem, agora que sei o motivo, mãos a obra, vou jogar duro. Semanas atrás tenho dito que em 2018 quero ser membro da UBE (União Brasileira de Escritores), disse isso através do Facebook, em seguida recebi uma pergunta do nosso querido escritor e poeta baiano Aleilton Fonseca, ele perguntou se eu estava disposto a pagar 300 reais todo mês para a UBE, respondi que sim, desde quando e UBE, me dê todo o suporte, a mesma pergunta tenho retornado a ele, e sei que a resposta é a mesma.

   Em 2018, não apenas quero passar a fazer parte da UBE, como também quero publicar novos livros e com um valor mais acessível.

  Isso mesmo, quero dar o máximo de mim, para os meus leitores, e quero que todos me acompanhem satisfeito, quero publicar novos livros no Clube de Autores, jogarei duro. Vou atingir uma meta de vendas todo ano!

 

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Em tempo de crise jornal de literatura consegue arrecadar mais de 80 mil reais

Para quem acredita que a literatura no Brasil não tem valor, pode por sua vez está e ganado, pois bem algo de inusitado tem acontecido neste ano, em nosso país que vem passando por uma grande crise, e muita gente vem sendo desempregada, muita gente vai ficar pensando do que será que esse cara está falando, ou sera que o Valter enlouqueceu de vez, pois bem vou ao assunto.

  O Jornal Rascunho, jornal de Curitiba, criado em 2000, neste ano de 2017 criou uma campanha para arrecardar fundos no site da Catarse, e conseguiu arrecadar 80.949,00 oitenta mil e novecentos e quarenta e nove reais), isso mesmo, confiram no link: https://www.catarse.me/jornalrascunho pesquisem e vejam que não estou trazendo uma informação, sem relevância, é verídico, meus nobres amigos. Isso quer dizer que a literatura no Brasil por sua vez tem valorização, agoara a gente tem que saber ao menos quem foi os investidores que por sua vez investiram para que essa meta do Jornal Rascunho fosse concretizada.

   Parabenizo sempre o Rogério Pereira, fundador do Jornal Rascunho, pelo o que vem desenvolvendo, pois bem não é nada fácil manter um jornal de literatura e já com mais de 10 anos, circulando por várias partes do Brasil.

   Um jornal super respeitável, que trás grandes nomes da nossa literatura brasileira, o Affonso Romano de Sant'Anna, Alberto Mussa, Raimundo Carrero, são uns dos que vem colaborando com o jornal, confiram em: http://rascunho.com.br/expediente/ . Valorizar a literatura do nosso país é mais que um dever da sociedade e dos orgãos público (que por sua vez pouco busca investir na literatura do pais, malmente investem na instrução pública).

   O que tenho visto nestes dias jamais tenho de deixar em branco e não registrar, pois bem isso tem de ser registrado e compartilhado para os nobres amigos (as), a literatura não pode morrer, e a gente por nossa vez temos de ser um grande contribuinte da literatura, porque literatura é a história de uma nação ou mais.

sábado, 21 de outubro de 2017

Livro: Toque de Acalanto

Livro: Toque de Acalanto, autoria Valter Bitencourt Júnior, Clube de Autores, 2017, este livro vai para a poetisa Conceição Ferreira.
Adquira o seu através do site do Clube de autores: https://www.clubedeautores.com.br/book/227762--Toque_de_Acalanto#.WeuDyr1v_qB podem também comprarem no site e na livraria da Loja Americana: https://www.americanas.com.br/produto/24682505/toque-de-acalanto?pfm_carac=toque%20de%20acalanto&pfm_index=0&pfm_page=search&pfm_pos=grid&pfm_type=search_page%20 no site Submarino: https://www.submarino.com.br/produto/24682505/toque-de-acalanto na Livraria Cultura: https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/literatura-nacional/poesia/toque-de-acalanto-46714147 na Amazon: https://www.amazon.com.br/gp/aw/d/B0748TTBBD/ref=mp_s_a_1_1?ie=UTF8&qid=1508607254&sr=8-1&pi=AC_SX118_SY170_QL70&keywords=toque+de+acalanto

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Hoje tenho recebido pelos Correios, o livro Toque de Acalanto, que tenho publicado através do site Clube de Autores, neste ano de 2017. E por minha vez tenho de registrar o dia 20 de outubro, deste ano de 2017 como um dia muito importante para mim, um grande abraço aos amigos leitores!

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Conhecendo obras de Almandrade - Galeria Roberto Alban

Em um certo dia fui fazer uma visita a Galeria Roberto Alban, para ver uma exposição do artista plástico Almandrade... "Não pude em momento algum deixar de ir prestigiar a obra do meu caro amigo Almandrade, no dia 18 de junho de 2015, e encantar-me com cada uma de suas obras, geométricas, contemporânea, que desperta a curiosidade, muitas das vezes cada obra fazia-me com que buscasse o significado, o que de fato expressava cada obra, que ali estava exposto."

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A Literatura Foi Feita Pra Todos

Para muitos homens,intelectuais de épocas passada, a mulher não tinha o direito de ser escritora, a literatura era feita apenas para homens e a mulher por sua vez tinha de fazer os seus afazeres doméstico, muitos dos homens não permitiam que a mulher entrasse em suas discursões sobre literatura, não permitiam que elas colocassem seu ponto de vista, muitos eram boêmios, alguns viviam por sua vez pelas serenatas da vida (poetas e escritores também), alguns verdadeiros paqueradores de mulheres. Em alguns países somente no século XVIII que as mulheres foram passando a fazer parte da literatura, assim ganhando o direito de serem escritoras, e dedicar-se a literatura. O engraçado que hoje em dia, muita gente acredita que poesia é coisa de mulher, assim como romance também, quem sabe por este motivo que levava os intelectuais acreditarem que a escrita era coisa de homem e não de mulher. Tive essa conclusão quando estudante de escola pública, perguntava algumas pessoas se gostavam de lerem, a maioria dizia que não, alguns tinham escritores como homossexuais, a escreverem romance, novelas, poesia, prosa, "versinhos", o mesmo via na fala de algumas pessoas de escola privada, e até universitários que passaram a ler livros de literatura e a se interessar pela leitura depois que entrou na faculdade. A literatura por sua vez nasceu para todos, é conhecimento de mundo, é leitura e interpretação, a literatura nasceu para o homem, para a mulher, para crianças de ambos os sexos, para homossexuais, para negro, branco, amarelo, vermelho (pessoas de todas as etnias), para pessoas ricas e pobres, hoje a literatura não é somente para a nobreza e o clero, assim como também não é somente para a burguesia. A literatura por sua vez também faz parte da cultura, é conhecimento do mundo e do universo, é a história de um povo ou mais. Tratando-se de estética a mulher por sua vez enfrentou algumas dificuldades para se encaixar na literatura, coisa que não a tornou inferior aos homens, porque a mulher touxe a literatura para um novo ângulo que complementou a literatura e a tornou mais forte, algumas optando com um tema doméstico, outras com temas de tristeza, melancolia, solidão, religião, desprezo, amor, alegria, prostituição; e para quem ler poesias de Florbela Espanca, e prestou atenção ela aborda ambos os temas, e inclusive a prostituição, a mulher que se prostitui no amor "amar, amar, e não amar ninguém", a questão da morte, do suicídio, que a vida também pode ser passageira, o "eu". A poesia ganhou musicalidade (não que antes já não tinha), temos como exemplo as poesias da Cecília Meireles, poesia com estética, temos como exemplo a Adélia Prado, comparada até com o Carlos Drummond de Andrade, autora do livro Bagagem (e o que digo pode ser visto neste livro), na prosa temos Lygia Fagundes Teles, Nélida Piñon, dentre outras. E na poesia novamente temos Maria da Conceição Paranhos, Myriam Fraga, Gláucia Lemos e tantas outras que vem se destacando na literatura, muitas super premiadas, acadêmicas conhecida pelo mundo a fora. A literatura não pode ser dividido apenas em literatura masculina e literatura feminina, a literatura por sua vez não apenas se tornou o conjunto de ambos, como também é o conjunto de ambos (sempre foi...), a literatura e universal, e para todos, e para quem se dedica a ela, e quem não se dedica a ela por sua vez também faz parte da literatura em alguma forma, não em uma questão de obrigatoriedade, porque literatura é hiatória, é palavra, é escrita, é leitura, interpretação e se encontra na cultura e na arte.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O Juiz é Doente?

Em pleno século XXI ainda encontramos pessoas de mente pequena que sustenta o preconceito, o racismo, a xenofobia, a homofobia... E quanto mais se busca derrubar barreriras, mais ainda buscam alimentar o conservadorismo, em nossa sociedade, esse e o caso de um juiz que aprova uma lei que ver a homossexualidade como uma doença, a sociedade não tem o direito de escolha sexual, não tem o direito de escolher se quer ter relação com uma pessoa de sexo oposto ou do mesmo sexo. 

   E isso não vem de agora, a restrição e o preconceito contra a homossexualidade vem desde os antepassados, onde encontrava-se e ainda se encontra caso de linchamento, e até mesmo morte se homossexuais, o estado busca por limite, busca colocar ordem onde não necessita colocar ordem.

   A sociedade é maior, e é a sociedade que tem de falar mais auto que a lei, e temos de dizer abaixo ao estado capitalista, ao estado racista, ao estado preconceituoso, ao estado que censura, ao estado que marginaliza. Temos que ter cuidado com o martelo do juiz, com o que eles aprovam e muitas das vezes a gente acredita que eles estão certos por serem juiz, o juiz que também comete sérios erros, e que a sociedade muitas vezes ficam calada. A sociedade tem de ficar esperta. Um país como o nosso em tempo de crise, onde encontra-se políticos corruptos em tudo que é parte, temos muito mais a se preocupar, temos que levar a amor em vez de ódio, respeitar nossos semelhantes a cima de tudo.

   A doença se encontra no juiz, até porque é desumano ir contra aqueles que por sua vez tem a opção de optar pela sua sexualidade, não é todo mundo que é capaz de ser homossexual, e não é todo mundo que é capaz de assumir a homossexualidade, são poucos que assumem, inclusive cantores, pessoas com nomes consagrado, como por exemplo o Rick Martin, que assumiu a homossexualidade depois de longos anos de carreira, onde todos o viam como "o cara".

O Facebook Me Pede Identificação de Identidade

O Facebook está me pedindo identificação de identidade, pra saber se de fato sou eu que estou acessando a minha conta, muito importante, e acredito que isso deveria ser aplicado a todos os usuários do Facebook. Minha conta não está sendo visualizada pelos meus amigos e amigas leitores e leitoras faz meia hora, e já tenho enviado os documentos pedido para que eu possa fazer uso desta rede social,e acredito que se isso for aplicado para todas as pessoas que fazem parte dessa rede, muitos fakes serão excluídos, muitas pessoas indesejadas não vão mais compor essa rede, pessoas maliciosas que criam fakes para fazer intrigas e até mesmo cometer o "bullying virtual". Parabenizarei mais ainda o Facebook por essa atitude se eles de fato fazerem o que vem fazendo comigo para os demais usuários. Digo aos meus amigos e amigas que não demoro a voltar a fazer as minhas publicações, poesias, textos, divulgação de ideias, de sites, postagens que venho fazendo, compartilhamentos de trabalhos de amigos poetas, escritores, de diversos artistas. E também fico preocupado com a minha privacidade, e essa é uma rede onde nos expomos, onde divulgamos a nossa alegria e tristeza. Por este motivo que não devo reclamar por essa atitude do Facebook a não ser fazer uma crítica construtiva a esta rede que busca levar o melhor para seus usuários e trazer segurança, não sou a favor a censura, mas também não sou tolo e muito menos hipocrita de reconhecer um trabalho como este, que o Favebook vem fazendo, em suas políticas de privacidade.

Postagem em destaque

Encontro

Meu corpo em teu corpo. Encontro de almas, Encontro de dois seres. Duas vidas, em um só Leito. Amar ou amar? Não! Não, amar apaixonadamente....