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sábado, 27 de junho de 2026

Pertencimento e Permanência: A Construção do Legado Humano

O ser humano busca compreender os seus propósitos. Há quem diga que "estamos de passagem", assim como também há quem acredite que "estamos aqui para cumprir missões". Talvez a vida não se resuma apenas a uma passagem, até porque, em se tratando de passagem, tudo pode resultar em piscares de olhos, e a humanidade é fruto de várias gerações. Por minha vez, acredito que todo ser humano vive e tem propósitos; acreditamos no futuro e no surgimento de novas gerações que compõem a árvore genealógica.

Tento compreender quando o ser diz que "estamos de passagem"; então, recorro às dimensões e suas estruturas. Diante deste mundo imenso, a Terra tem seres pensantes capazes de refletir sobre a própria vida, na busca de compreender não somente os seus propósitos, quanto também as suas origens. Quem sabe essa visão seja justamente a compreensão do ciclo da vida: nasce, cresce, desenvolve-se e morre. Há quem venha a transformar este ciclo de vida em um nada, assim como também há quem negue a sua própria existência e as suas origens.

Acreditar na vida como um propósito... Este propósito, por sua vez, pode ser individual e se torna coletivo na medida em que o ser humano reconhece o seu pertencimento no espaço em que vive. Se há propósitos, há missões; e se há missões, há quem, por sua vez, busque cumprir cada uma delas.

É claro que as reflexões apontadas aqui podem mudar ao longo do tempo; quem vos escreve pode, com o tempo, mudar as suas visões. Quem não gostaria que este ciclo — que muitos de nós, muitas vezes, acabamos vendo como fútil — fosse eterno? Quem não gostaria que o futuro de nossas gerações fosse melhor? Somos uma geração fruto de várias outras gerações. Observo a tecnologia e os seus avanços, assim como a ciência: o ser humano se eterniza em seus feitos que ficam, feitos estes que são usufruídos pelas gerações vindouras.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


quarta-feira, 3 de setembro de 2025

"Eu é que não me sento no trono de um apartamento..."

Vivemos numa parte de uma sociedade idiotizada e subordinada a um sistema que já a corrompeu desde o princípio. A sociedade dividida é o sustento do sistema capitalista, que por sua vez afaga e depois apedreja. Em nossa atualidade há uma música cantada por Raul Seixas, que nunca vai deixar de ser atual, o nome dessa música é "Ouro de tolo", há outras canções que também não vai deixar de ser atual, quem quer ter uma visão política? Quem quer enxergar a realidade e encarar? Quem gostaria de ganhar uma determinada visão de mundo? Quem busca isso é visto hoje em dia como careta, por que muitos já estão acostumados a viver na mesma rotina. Muitos acreditam que avançamos, quando na verdade estamos a cada dia retrocedendo, como pode a tecnologia se tornar mais avançada que a mente humana? Humano? O humano por sua vez também é um bicho que destrói, ambicioso se perde em sua própria ambição, quanto a mente? A mente se torna num verdadeiro nada, nos tornamos produto de um sistema podre e perverso. Li algo e escutei de alguém também, mais ou menos assim "construímos o nosso próprio monstro. Eu acostumo a dizer que "fazemos o nosso próprio apocalipse". Essa sociedade que vive explorando um ao outro para o sustento do próprio sistema, essa sociedade preconceituosa, doentia, egocêntrica, vaidosa e cega...



segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Chegou Setembro!

 E não é que já estamos em Setembro? Mais um mês se iniciou, choveu um pouco e hoje eu tomei a liberdade de pegar um dos livros de autoria de Castro Alves para fazer uma releitura de algumas das poesias, o livro tem como titulo "Hinos do Equador", publicada pela editora "Livraria Progresso", ano de 1954. Livro ainda em sua ortografia antiga, observo cada palavra - é minha gente, até as palavras mudam ao longo do tempo, o "Hymnos" se tornou "Hinos". 

  O dia hoje até que está tranquilo, segunda-feira sem muito barulho, sem muita agitação parece um dia normal (parece), entro nas redes sociais e faço algumas atualizações, gravo alguns vídeos e público nas minhas redes sociais. Percebo que o assunto hoje é sobre o julgamento de Jair Messias Bolsonaro, que foi marcado para amanhã no dia 2 de setembro, muita gente se mostrando ansiosa para acompanhar cada detalhe do julgamento.

  Mês passado o Brasil ficou em luto, devido a morte de um dos maiores escritores conhecido como Luis Fernando Verissimo, faleceu aos 88 anos de idade e muito contribuiu com seus trabalhos envolvendo literatura, música (tocava instrumentos), ele era até cartunista, além disso ele era também tradutor, roteirista, dramaturgo e romancista (isso já pode ser incluso ao currículo de escritor rsrs), dono de um humor incrível, o Luis Fernando era também humorista, pense numa junção maravilhosa "humor e palavras", sabia fazer uso das palavras e do humor de forma surpreendente. Logo vem em mente grandes nomes como o Ariano Suassuna, Rubem Alves, dentre outros que souberam unir o humor e as palavras com maestria.

Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.


sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Seja protagonista da sua própria identidade

Ser o que é sem medo. Para que ser outra pessoa e não viver o próprio eu. Muitas das vezes paro para refletir! Ser original, não é prá qualquer um, muitos querem ser apenas uma cópia, não imagina o quanto perde de si. O tombo e a queda é grande para quem perde a própria essência.

Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Todo ser humano deveria ter o direito de escolha à vida

Nada pior do que o sofrimento, o sofrimento é capaz de levar o ser a fazer coisas que menos imagina, quem sabe ao suicídio, a morte como uma forma de “descanso profundo”. Falar sobre a eutanásia, é necessário, todo ser humano deveria ter o direito de escolher se quer viver ou morrer.

Rubem Alves, foi um dos únicos escritores que eu vi abordar sobre a eutanásia, e ele abriu a interrogação, do porquê, que um ser humano, não tem o direito de escolha à vida.

Hoje eu leio o noticiário em que um senhor de idade ajudou a esposa a fazer a própria eutanásia, ela sofria de uma esclerose múltipla, esse foi o caso de Ángel Hernández e María José Carrasco. Com certeza não foi uma decisão fácil para eles, Maria José Carrasco não queria mais viver, diante a cada situação, a dor, diante ao sofrimento, e quem ama sente, com certeza foi uma decisão difícil até mesmo para o Ángel Hernández.

E tudo isso faz com que seja aberto uma discussão sobre a eutanásia, diante a muita gente que sofre de doenças incuráveis, pessoas vegetando no leito de um hospital… É algo que jamais vou querer para a minha própria vida, e algo que ser humano algum quer para si mesmo. Nada pior do que o sofrimento, saber que esse sofrimento não vai passar é pior ainda, e a escolha? É a morte, porque não há mais sentido de continuar vivendo.

A escolha foi de ambos, um momento que todos sofrem, e sabem que é o que tinha de ser feito, escolha também dolorosa. E a eutanasia é morrer, sem sentir dor, é dar o fim a vida, um basta para todo o sofrimento causado por uma doença ou mais.

Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.


segunda-feira, 25 de março de 2019

Sobre afinidade e confiança

A gente sempre quer ser positivo mesmo quando tudo não vai bem. A afinidade é algo incrível, porque quando existe a afinidade entre uma ou mais pessoas, a gente percebe que nada vai bem, apenas no olhar. Quem sabe a gente queira mostrar que tudo vai bem, em palavras escondemos muitas coisas, menos em nossas expressões, ações, olhar... A interrogação sempre vai surgir "como você vai?", "tudo bem com você", alguns perguntam apenas por perguntar, e outros não. A gente tem muito o quê aprender com a palavra "afinidade". Quando a gente passa a confiar no outro ou outra, para desabafar, quando a gente se sente com total confiança, e disso saber ser leal.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Uma conversa com um amigo

Um amigo uma vez me perguntou o que significa o amor, se eu acreditava na palavra amor, eu fiquei sem saber o que responder, na verdade sempre recebo no Messenger perguntas que nem sempre sei qual seria a melhor resposta. Lembrei de algumas crônicas do Drummond, que falava sobre "maneiras de amar", e também de algumas histórias que já tenho lido, sonetos de Camões, poesias... Pensei num sapato velho, perguntei se ele gosta do sapato dele, ele falou que sim, perguntei também se eu podia fazer uso do sapato dele, ele falou que sim, perguntei se podia sujar, ou quem sabe acabar furando em algum canto, ele respondeu que não; então meu amigo você tem amor ao seu sapato velho. Foi uma das conversas mais chatas do mundo, para quem pouco se importa, com algo chamado sentimento, mas ali se encontrava uma lição, que eu estava aprendendo, e quem sabe o amigo também. Sua escova de dente, eu posso fazer uso da sua escova de dente, não (ele respondeu), então ele tem amor a escova de dente? Ou quem sabe amor a si mesmo, porque se eu escovasse os meus dentes com a escova dele eu poderia contrair uma doença ou eu poderia transmitir alguma doença pra ele, mas se ele tiver se colocado em meu lugar, pensando que eu poderia contrair uma doença, isso também é uma forma de amor - na verdade vem algo, tipo: - ieca (nojento). Lembrei de um vídeo, perfeito, em que fala que o amor não se trata de posse, e sim de se doar, um beijo de boca é algo muito íntimo, principalmente quando existe "troca de língua", salvação... porque estamos entrando em contato um com o outro, isso também é uma forma de amor, porque muitas das vezes o ser se doa ao beijar. O mesmo é um beijo no rosto, um abraço, um cafuné, tudo isso é o amor, são maneiras de amar. O silêncio também pode ser uma forma de amor, principalmente quando não queremos magoar o outro, ou quando entendemos que o outro precisa de tempo...


Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.

 

Falando de amor e um pouco mais

O curioso das interrogações, é que muitas das vezes buscamos resposta, para cada interrogação... E quando o assunto é amor, sempre encontramos interrogações. Principalmente no mundo que vivemos hoje, onde vemos pessoas fazendo guerra, e matando umas as outras. As pancadas da vida, faz com que muitas das vezes nos tornemos rudes, a ponto de desacreditar daquilo que há de mais nobre, que é o amor. Muitas das vezes nos tornamos arrogantes, vaidosos, tentando mostrar que estamos "maduros", que somos fortes para quaisquer tipo de situação, quando na verdade, é necessário muitas das vezes abaixar a cabeça, e vê, sentir o que se passa, o que torna o ser humano, em humano, são os sentimentos, que ele carrega dentro de si. E enquanto existir vida, sempre vai existir o amor, a vida também é amor, é poesia, é inspiração...

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa polo cinza.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


sábado, 12 de maio de 2018

Amor é liberdade

Sim! Amor é liberdade, e cada um vai ter a sua interpretação, não adianta amar e não ser livre, não ter a liberdade de escolha. Todo ser humano deveria ter o direito de escolha, seja qual for a sexualidade, etnia... Para o amor não deveria existir barreiras! E todos falam de amor, e nem todos amam na mesma forma que falam que amam. Amar é se doar a vida, e são poucos que se doam a vida, até porque se doar a vida é se libertar para o que pode está por vir. Temos por nossa volta o preconceito, o do ódio... pessoas que buscam ser maior que o outra. O ego mata o que há de mais nobre, mata o sentimento que há dentro de si, a maneira de enxergar o outro muda, o ego é a vaidade que carregamos dentro de cada um de nós, muitas das vezes querendo ser superior a tudo e a todos. Quem ama tem de perder o ego ao longo do tempo, e ganhar a liberdade. Libertar-se é aprender a amar a vida, nem sempre como ela é, ou como deve ser, é quebrar barreiras, e germinar o que pregamos em palavras, amor, e amor é liberdade.
 
 
A imagem mostra palavras de Valter Bitencourt Júnior: Amor é liberdade!
Leiam no site Pensador: https://www.pensador.com/frase/MjMxODU3OQ/

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Algo para ser debatido

Hoje em dia as pessoas que falam em voto nulo, que não vai votar em 2018, sequer sabe o que venha a ser "anarquismo", muitas dessas pessoas acreditam que votar nulo neste ano será um ato cívico contra aqueles que se encontram "no poder", e vão votarem nulo em nome da democracia, uma forma de dizer que está insatisfeito com quem está lá. Colocando novas pessoas no planalto continuaremos na mesma situação, impossível acreditar que um dia teremos um "mundo" capitalista onde seus governantes não sejam corruptos, o sistema corrompe, e nos torna necessitado do sistema.

Quem sabe uma sociedade  consciente, como diz alguns filósofos anarquistas, uma sociedade consciente não precisa de governo, porque uma sociedade consciente faz por ela mesma sem esperar que outra pessoa faça por ela, para quem já leu algo escrito por Elisee Reclus... Vejo a sociedade como se fossem anarquistas, porque a sociedade não gosta do governo, só que mesmo não gostando do governo se permite ser governado, e por nossa vez sustentamos-os, pagamos impostos, e acreditamos cegamente que um dia tudo vai melhorar através do governo, que para muitos é o nosso "representante".

Trocar todas as pessoas que se encontram no plenário, jamais será a solução do que vem se passando em nossa sociedade (na verdade no mundo, não gosto de colocar a corrupção como se fosse algo que acontece só no Brasil), a corrupção sempre vai existir, até na lei que visa ir contra a corrupção. O ser humano é subordinado às leis, e busca por sua vez muitas das vezes seguir ela, mesmo não estando certa. Acreditar uma sociedade pela sociedade ainda vem sendo difícil, uma utopia que precisa ser realizada.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Sabedoria

A metafísica está em volta
Do ser, em todo pensamento,
E em cada coração.
A metafísica é a psicanálise
Da natureza, é a cura,
É o impossível,
O difícil de atingir.
A metafísica é todo um
Equilíbrio filosófico,
É a árvore, a pedra,
A coruja.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

A Literatura Foi Feita Pra Todos

Para muitos homens,intelectuais de épocas passada, a mulher não tinha o direito de ser escritora, a literatura era feita apenas para homens e a mulher por sua vez tinha de fazer os seus afazeres doméstico, muitos dos homens não permitiam que a mulher entrasse em suas discussões sobre literatura, não permitiam que elas colocassem seu ponto de vista, muitos eram boêmios, alguns viviam por sua vez pelas serenatas da vida (poetas e escritores também), alguns verdadeiros paqueradores de mulheres.

Em alguns países somente no século XVIII que as mulheres foram passando a fazer parte da literatura, assim ganhando o direito de serem escritoras, e dedicar-se a literatura. O engraçado que hoje em dia, muita gente acredita que poesia é coisa de mulher, assim como romance também, quem sabe por este motivo que levava os intelectuais acreditarem que a escrita era coisa de homem e não de mulher. Tive essa conclusão quando estudante de escola pública, perguntava algumas pessoas se gostavam de lerem, a maioria dizia que não, alguns tinham escritores como homossexuais, a escreverem romance, novelas, poesia, prosa, "versinhos", o mesmo via na fala de algumas pessoas de escola privada, e até universitários que passaram a ler livros de literatura e a se interessar pela leitura depois que entrou na faculdade. A literatura por sua vez nasceu para todos, é conhecimento de mundo, é leitura e interpretação, a literatura nasceu para o homem, para a mulher, para crianças de ambos os sexos, para homossexuais, para negro, branco, amarelo, vermelho (pessoas de todas as etnias), para pessoas ricas e pobres, hoje a literatura não é somente para a nobreza e o clero, assim como também não é somente para a burguesia. 

A literatura por sua vez também faz parte da cultura, é conhecimento do mundo e do universo, é a história de um povo ou mais. Tratando-se de estética a mulher por sua vez enfrentou algumas dificuldades para se encaixar na literatura, coisa que não a tornou inferior aos homens, porque a mulher trouxe a literatura para um novo ângulo que complementou a literatura e a tornou mais forte, algumas optando com um tema doméstico, outras com temas de tristeza, melancolia, solidão, religião, desprezo, amor, alegria, prostituição; e para quem ler poesias de Florbela Espanca, e prestou atenção ela aborda ambos os temas, e inclusive a prostituição, a mulher que se prostitui no amor "amar, amar, e não amar ninguém", a questão da morte, do suicídio, que a vida também pode ser passageira, o "eu". A poesia ganhou musicalidade (não que antes já não tinha), temos como exemplo as poesias da Cecília Meireles, poesia com estética, temos como exemplo a Adélia Prado, comparada até com o Carlos Drummond de Andrade, autora do livro Bagagem (e o que digo pode ser visto neste livro), na prosa temos Lygia Fagundes Teles, Nélida Piñon, dentre outras.

E na poesia novamente temos Maria da Conceição Paranhos, Myriam Fraga, Gláucia Lemos e tantas outras que vem se destacando na literatura, muitas super premiadas, acadêmicas conhecida pelo mundo a fora. A literatura não pode ser dividido apenas em literatura masculina e literatura feminina, a literatura por sua vez não apenas se tornou o conjunto de ambos, como também é o conjunto de ambos (sempre foi...), a literatura e universal, e para todos, e para quem se dedica a ela, e quem não se dedica a ela por sua vez também faz parte da literatura em alguma forma, não em uma questão de obrigatoriedade, porque literatura é história, é palavra, é escrita, é leitura, interpretação e se encontra na cultura e na arte.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Por que não valorizar o poeta e escritor da nossa atualidade?

Todo artista hoje em dia necessita de dinheiro pra poder se alimentar, e até mesmo alimentar a família, a esposa e os filhos (caso tenha), muitos fazem o máximo pra mostrar a arte e ser reconhecido pelo o que produz, não apenas ser reconhecido como também ser remunerado.

Quando se trata de poeta e escritor parece que as coisas mudam, quando trata-se de músico tudo fica mais fácil (ou não), na verdade ambos vão batalharem só que em caminhos diferentes, o poeta ou até mesmo o escritor, por sua vez torna-se um compositor, e assim consegue ganhar recursos com o que produz, e não é fácil, é uma tarefa difícil, muitos buscam levarem o que produz em barzinhos, em locais publico, alguns declamam outros cantam (na perspectiva de ser reconhecido e de até mesmo ser remunerado, através da escrita). 

É mais que um sonho, é determinação é raça, e o poeta e escritor por sua vez são muito desvalorizados, no Brasil a cada dia nasce milhares de pessoas buscando exercer essa função, quando se trata de venda de livros, muitos recorrem a autores consagrados, muitos autores que na verdade não se encontram mais entre a gente, muitos recorrem a livros patrocinados e que venha a ser assunto de universidades, concursos... 

Mas, por que não valorizar os poetas e escritores da nossa atualidade? Necessita-se resenhar mais as escritas de nossos autores contemporâneos, fazer as devidas críticas para as devidas melhorias e aperfeiçoamento, um trabalho de lapidação é mais que necessário em nossa atualidade, e para que a literatura ganhe mais valor.

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