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quarta-feira, 17 de junho de 2026

A vida nos pertence

Nascemos e respiramos a vida
Somos uma matéria importante
Da natureza, pertinente
Ao meio ambiente, muito mais
Que uma simples partícula.
Este o nosso habitat,
Este o nosso mundo,
Cheio dr crenças, e sentimentos
Quase que extinto.
Nascemos para viver a vida,
À vida nos pertence,
Somos mais que uma máquina
De produção, ricos em imaginação,
Somos mais que uma simples utopia,
Quem nos diz a verdade?
Somos vida, circulamos,
Dançamos, rebolamos...
Vivemos toda a biodiversidade,
Fazemos parte do ecossistema,
E também de uma cadeia alimentar,
Nos devoramos, mas também
Temos nossos sentimentos,
Queremos o nosso melhor,
Esquecemos do outro,
Temos o nosso lado egocêntrico
Temos a nossa ambição individual,
E assim também vivemos.
Somos bio e vivemos a diversidade,
Somos mais que uma simples molécula,
Temos cérebro, raciocínio
E necessitamos usar.
Nascemos para viver à vida,
Para deixarmos o melhor da gente
Para a futura geração.

Selfie de Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


terça-feira, 16 de junho de 2026

Decisão

- Dizei-me poeta,
Uma palavra
Mais bonita
Que avante?
- Doravante!
É mais
Que uma decisão,
Para seguir
Rumo ao futuro,
Trilhando os sonhos!
Além da utopia!…




Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.




sexta-feira, 12 de junho de 2026

Quando nos deixamos levar

Chegará um tempo em que o esquecerei,
Pouco me importarei quem venha a ser você.
Talvez venha ser injusto em seus pensamentos,
Mas, quantas vezes foi tão injusto a mim?
Lembrar é tudo o que fazemos em nossa vida,
E nem sempre queremos, muitas das vezes
É um verdadeiro atormento.
E quando a pessoa é ingrata, muitas das vezes
Não lembrar é necessário.
Quando esquecemos muitas das vezes não
Esperamos a visita de tal pessoa,
Talvez em busca de acolhimento,
E sempre vem sendo assim...
Os seres que desprezam
Os seres que pouco importam,
Os seres que se distanciam,
Os seres que morrem, os seres que vivem,
Todos esses seres, são muitos,
Mas todos buscam lembrarem,
Muitos buscam serem vistos,
Muitos buscam o amor,
Muitos se escondem,
Muitos demonstram,
E assim a vida vai seguindo.
Quando não mais lembrar de você,
Você lembrará de mim,
Posso está enganado,
Poderemos nos esquecermos eternamente.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


quinta-feira, 4 de junho de 2026

O poeta e o povo

E os poetas, os poetas
Necessitam falar,
Tirar tudo o que esta preso por dentro,
Sem medo, tem de falar
Para o povo, muito mais
Do que sente.
O poeta não pode calar,
Diante ao sistema,
Diante a tudo o que se passa,
Diante a opressão,
Diante ao massacre social.
O poeta tem de falar
O poeta tem de escrever,
Nada pode calar a boca do poeta,
O poeta tem de ser livre,
Tem de romper barreiras.
O poeta tem de respirar
E se o ar esta poluído
Buscar uma forma de falar
Se a água está poluída
Buscar uma forma de falar,
Se estão matando a natureza
Buscar uma forma de falar,
A sociedade precisa saber,
Que estão destruíndo
O que há de mais precioso,
A natureza.
Se querem cortar os direitos
Trabalhistas, o poeta tem de falar
Se o povo não tem como
Se sustentar, o preço
Dos alimentos estão auto
O poeta tem de falar,
Levantar o povo
E juntos protestar,
O poeta não pode morrer,
O poeta tem de sobreviver
O poeta tem de buscar,
O poeta, o poeta tem que
Ir além da poesia,
O poeta tem que ter ousadia
O poeta pertence ao povo.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


sábado, 23 de maio de 2026

Morte cruel

Voa pássaro...
E no fim deixe saudade
Nesse mundo
Que reza por ti!
Oh! Morte cruel,
Cortarei tuas asas
Para caminhar contigo.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos com armação preta e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


quarta-feira, 20 de maio de 2026

Viver

É gostoso
Você saber
Amar a vida
É como você
Se banhar
Em um mar
De pétalas
De lírios
E sentir
O cheiro
Do lis
Vagarosamente.
É belo
Saber viver
O dia
Não deixando
Que ele escureça.

...

Não deixando de sentir...


Na imagem Valter Bitencourt usando óculos e camisa polo cinza.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Te amo

Sai facilmente
A palavra:
Te amo;
Com um toque
Brilhante em sua face
Seguindo, e vindo,
E controlando...
O seu sorriso
Constelar
Linda despedida
Da manhã!

Selfie de Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


terça-feira, 12 de maio de 2026

Pileque

Desgraça alheia
Oh! Vida insignificante
Pra que tantos passos errantes?
Passos que deixam rastros
Não laváveis,
Sua euforia é disfarce.
Sequer
Sabe-se o fim
Terminados em discussões ou distorções
Por que nos fustigas,
Descabível pileque?
Desgraça do homem
Desse seu sorriso
Prefiro distância
Distância que me deixará
Marcas.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior fazendo uso de óculos e camisa preta e com leve sorriso no rosto.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


domingo, 10 de maio de 2026

segunda-feira, 6 de abril de 2026

"Inusitado", "Vi No Poema", "Eis, o dia" e "O Silêncio"

Inusitado

Voou o beijo no vento
Posou como uma borboleta
Numa flor…
Voou o beijo no tempo
Posou em forma de lágrimas
(Amor?)
Voou o beijo no vento…
Voou o beijo no tempo…
Belo mesmo é a flor!

Vi no poema

Vi no poema os seus traços
Vi no poema os seus abraços
Vi no poema o seu sorriso
Vi no poema o sol
Vi no poema você indo
Vi no poema você partindo
Vi no poema o sol
Vi no poema você.
– E eu, aqui só.

Eis, o dia

Eis, o dia em que você
Acordou feliz, o dia que passa.
Eis, o dia que você aproveitou!
Eis, o dia que passa…
Ficou só as lembranças.
Mais nada.

O Silêncio

O silêncio foi o sufoco
Por entre a escuridão,
O cérebro este labirinto
Via palavras, como se
Fossem escaneado,
Do presente ao pretérito.
O café em adrenalina
Corria pelo corpo,
Olhos vidrados,
Em pânico. Fantasma
Da vida, podem vim
Em formas de lembranças.
Um terremoto,
Visões, a busca do entendimento
Do eu e do não eu.
Retratos cortados,
Espelhos quebrado.
Fumaças em forma de neblina,
O conhaque não era
Mais o mesmo.
A caneta falhava,
As palavras não mais
Era o consolo.
Noites perdidas,
E uma poesia que
Não quer sair.
O poeta sofria a escrita,
Sofria a vida, a miséria,
A desgraça humana,
A guerra. Tudo foi
Bombardeado,
O software não mais
Armazenava os arquivos,
E muito menos processava.
A poesia queria esconder
A dor, as palavras
Se camuflam para se tornar
Em poesia. Não
Mais se tinha regra,
Métricas foram ultrapassada,
Apareceram carros,
Postes, prédios,
Pistas, e lembranças impagáveis.
Quero um sorvete,
Neste dia de pouco sol,
Para refrescar a memória
Ou suicidar-me no gelo.


Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.

sábado, 14 de março de 2026

Hoje eu acordei cheio de interrogações

O que há de mais belo na vida?
Hoje eu acordei, simplesmente!
Olhei para a minha própria pessoa
O espelho sorriu pra mim,
Somente eu que não sorri para o espelho.
Uma luz tênue incomodava a minha visão.
Acordei cheio de perguntas,
(Pergunta sem resposta é foda!).
O café não estava amargo,
Café doce, não como a vida...
A vida nem sempre é uma poesia!
Como os poetas querem enxergar
Apenas beleza?
A vida é bela? O que há de mais belo
Além da vida?
Cada tropeço que o ser leva no dia-a-dia.
Cantava o Drummond "tinha uma pedra no meio do caminho",
Quantas pedras há no caminho?
Pulamos ou tropeçamos (chutamos?).
O que se esconde por detrás de toda beleza?
Muitas das vezes somos cegos diante ao belo.
Belo? Belo é a vida, mais belo ainda é viver...
Viver é correr o risco de desviar das pedras ou tropeçar.
Risco gostoso, vida de adrenalina e fotografias.
Belo é o que registramos de mais gostoso,
É o que compartilhamos para os mais chegados.
Belo é o abraço, não esperado.
Belo é o beijo em plena manhã.
Belo é o viver humano... Mais o que será mesmo belo?
Hoje eu acordei cheio de interrogações.

Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.


terça-feira, 9 de setembro de 2025

quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Eis, o dia

Eis, o dia em que você
Acordou feliz, o dia que passa.
Eis, o dia que você aproveitou!
Eis, o dia que passa…
Ficou só as lembranças.
Mais nada.





Vi no poema

Vi no poema os seus traços

Vi no poema os seus abraços

Vi no poema o seu sorriso

Vi no poema o sol

Vi no poema você indo

Vi no poema você partindo

Vi no poema o sol

Vi no poema você.

– E eu, aqui só.




terça-feira, 24 de agosto de 2021

Quando morrer a filosofia

 À Iraney Gonçalves Garcia

Sempre vai
Existir
Perguntas,
À vida
Ensina
O ser
A ser
Filosofo.
Quando
Matarem
A filosofia,
À vida
Vai perder
O tesão,
O ser também.
Quando parar
De questionar
Nada
Vai fazer
Sentido.
As perguntas…
É tudo o que
Move o mundo,
Na busca
Da resposta.


Fonte de imagem: Iraney Gonçalves Garcia, em Itacaré/BA, por Ramon Marques.


domingo, 26 de julho de 2020

"Fuga" Poesia de Valter Bitencourt Júnior na Interpretação de Keila Lima



Fugirei dos seus braços 
Ao perceber que, diante do gatilho, 
Estou completamente perdido por você, 
Desculpa! Se estiver sendo baixo 
Só não quero corromper 
As montanhas, 
Tenho medo da neblina. 
Seja minha ninfa! 
Mas quero um pouco 
Curtir a vida… 
Um dia a farei 
Meu universo, minha rainha 
Serei seu dia, 
Por enquanto 
Da paixão serei de você 
Uma fuga.

Autor: Valter Bitencourt Júnior 
Direção: Keila Lima

terça-feira, 14 de julho de 2020

Sem rumo

Amor sem rumo,
Você dá o de se:
Corre, chora, proclama...
E mesmo assim
Fica sem nexo...
Chega a hora
Em que você se cansa
Assim como ela aparece,
Sem rumo,
Feito bolhas de sabão,
Se desfaz...
E mesmo assim
Fica a solidão,
Dentro de si...

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa com as cores branca e vermelha.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Vezo

Furtarei a tua fragrância...
Sinto todos os dias
O teu aroma!...
Vou me banhar no teu corpo,
Todas as noites de jasmim!
Só para degustar o teu
Perfume.





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