domingo, 14 de junho de 2026

Da agressão ao atentado: O rastro histórico da intolerância política no Brasil

Solidariedade a Mauro Figueiredo Rocha Dias da Costa, do Rio de Janeiro, que foi agredido por três homens e duas mulheres bolsonaristas em Copacabana. A agressão ocorreu no dia 11 de junho de 2026, devido ao fato de Mauro estar com um adesivo com as imagens do atual presidente Lula e da deputada Benedita da Silva. Consta que os agressores estavam saindo de uma academia de luta.

Isso mostra a covardia de uma vertente perversa e doentia, capaz de agredir e, se possível, até mesmo matar. Não esqueçamos do mestre de capoeira Moa do Katendê, assassinado de forma covarde por ser eleitor de Lula, em 2018. Neste mesmo ano, dois ônibus da comitiva de Lula foram atingidos por disparos de arma de fogo na estrada entre as cidades de Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, no Paraná.

Retornando ao caso recente, esse grupo não deve, de maneira alguma, ficar impune de seus atos de agressão contra um idoso, que, por sua vez, em momento algum chegou a agredi-los e muito menos a incitar a violência. É a partir de atitudes de agressão física como essa, muitas vezes minimizadas, que tragédias piores e até mesmo mortes podem acontecer.

Na imagem Mauro Rocha, que foi agredido por três homens e duas mulheres em Copacabana.
Na imagem Mauro Rocha, que foi agredido por três homens e duas mulheres bolsonaristas em Copacabana.


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