Vem sendo visível a intervenção da Meta na política brasileira através de seu sistema punitivo contra cidadãos e cidadãs de direita, assim como também o que vem sendo imposto pelo ministro do STF como forma de ajudar o Flávio Bolsonaro nas suas campanhas eleitorais. Não basta somente a página ser de esquerda; basta também se posicionar como de direita e ser a favor da reeleição do presidente Lula. Uma das denúncias recentes é sobre a Meta AI: ao solicitar que fossem criadas imagens de apoio ao Lula, ela apresentava mensagens de impossibilidade de criação; já ao solicitar que fossem criadas imagens de apoio ao Flávio, as imagens eram criadas. A resposta deles é que o nome Luiz Inácio Lula da Silva estava travado para que não fosse feita a criação, e o sobrenome Bolsonaro também estava travado, menos o nome Flávio. Porém, essa é uma conversa para boi dormir, até porque a inteligência artificial, apesar de não ter comando próprio, sabia muito bem o que estava gerando, incluindo o número do candidato e até mesmo as cores da bandeira brasileira. A inteligência artificial tem um grande poder de leitura de imagem, assim como consegue organizar cada elemento que é pedido pelos usuários. O sistema da Meta, que vem se mostrando tão rigoroso com os apoiadores de Lula, não foi capaz de ver essa "falha"? (Curioso).
Diante das demais redes sociais no Brasil, o sistema da Meta hoje em dia vem sendo um dos mais avançados. Venho percebendo isso há muito tempo: o quanto a Meta avançou tecnologicamente e apresentou uma estrutura invejável diante das demais redes. As falhas apresentadas são de causar dúvida aos usuários que já vêm acompanhando os seus avanços tecnológicos (recentemente, até cheguei a postar sobre um deles: a forma estratégica e a capacidade da Meta de rastrear IPs e derrubar ferramentas de bots). O sistema da Meta é capaz de cruzar dados de contas vinculadas em questão de segundos.
Voltando à questão da monopolização das redes sociais, a Meta — que antes nem sabíamos sequer desse nome, pois a conhecíamos como Facebook, que também desenvolveu o Messenger para competir com o WhatsApp — passou a ser conhecida como Meta a partir de 2021. Mesmo assim, ainda continuamos tendo um colapso quando tentamos falar do aplicativo, entrando na dúvida se devemos citar Facebook ou Meta; isso também é uma estratégia da própria empresa e da sua monopolização das redes sociais. A empresa vem respondendo a processos devido a essa questão desde 2012, quando comprou o Instagram e os alertas já começavam a ser dados. Em 2014, comprou o WhatsApp. Com a venda do Twitter para o Elon Musk, a Meta criou o Threads como forma de competir com o X (o nome que o Twitter ganhou após ser comprado por Elon Musk). O Threads ganhou milhares e milhares de usuários em questão de segundos. Sabe por quê? Pela expertise da Meta: ela usou as suas próprias redes sociais como forma de levar todas essas pessoas para o Threads. Quem tinha o Instagram já via em seu perfil o logotipo da nova ferramenta desenvolvida pela Meta e, ao clicar em cima, era direcionado para o site dessa rede social, que depois ganhou o formato de aplicativo para ser baixado no Google Play e em outras plataformas de download.
Com o Threads ganhando corpo, as pessoas não perceberam uma coisa: o fediverso. Eles trabalharam de forma descentralizada, como o Mastodon, e fizeram uma parceria que leva a sua marca ao topo; as publicações dos seus usuários, dependendo da autorização de cada um, são publicadas no fediverso (o que quebra a capacidade de se estabelecer segurança aos próprios usuários). Não é apenas a compra das redes sociais, é também a formação de uma federação em que quem detém o maior poder é a própria Meta. Não esquecendo que a Meta também foi denunciada devido ao formato de suas plataformas e às rolagens infinitas, vídeos de 15 segundos e à destruição de neurônios causados pelos algoritmos que liberam hormônios que aceleram o metabolismo, afetando o sistema e causando depressão. Ela está condenada a pagar uma fortuna nos EUA por causar dependência em vários usuários (mas isso já é outro assunto).
Com o Threads ganhando corpo, as pessoas não perceberam uma coisa: o fediverso. Eles trabalharam de forma descentralizada, como o Mastodon, e fizeram uma parceria que leva a sua marca ao topo; as publicações dos seus usuários, dependendo da autorização de cada um, são publicadas no fediverso (o que quebra a capacidade de se estabelecer segurança aos próprios usuários). Não é apenas a compra das redes sociais, é também a formação de uma federação em que quem detém o maior poder é a própria Meta. Não esquecendo que a Meta também foi denunciada devido ao formato de suas plataformas e às rolagens infinitas, vídeos de 15 segundos e à destruição de neurônios causados pelos algoritmos que liberam hormônios que aceleram o metabolismo, afetando o sistema e causando depressão. Ela está condenada a pagar uma fortuna nos EUA por causar dependência em vários usuários (mas isso já é outro assunto).
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