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terça-feira, 22 de outubro de 2019

Feliz natal

E o coração humano cada vez mais duro,
Por entre o ego e a vaidade a hipocrisia.
O amor a cada dia é assassinado, não
Mais se sabe o que é amor!?
E a vida custa muito caro, e a gente
Sempre se mostra não ter valor.
E o Natal nem sempre é de alegria,
O mundo em guerra, seres pedindo paz,
Gente passando fome,
E o Papei Noel não desce pela chaminé
Para entregar presentes
Para o rico e muito
Menos para o pobre,
Mesmo assim tudo tem suas diferenças.
Bombardeios, tiroteios, carnificina humana,
Desgraça alheia, miséria,
Descaso social - O mundo perdido,
E pouco se importa,
Os seres se mordem,
Matar parece que se tornou "humano",
E sempre há um dia especial,
Desejo de Feliz Natal,
Nem sempre é dado com amor,
De coração - a falsidade
Muitas das vezes se encontra no olhar.

E se pudéssemos nascer novamente
Viver a vida e amar a vida,
Viver a vida, e respeitar a vida,
Viver a vida, saber os limites - e ter consciência,
Viver a vida, e viver um pouco de tudo
Consigo mesmo e com todos.
Matar o preconceito dentro de si,
Matar tudo aquilo que é capaz de matar
Os outros e a si mesmo,
Ter misericórdia, compaixão,
Sentir o que o outro sente,
Amenizar as dores, perdoar,
Amar, brincar, abraçar...
E o Natal não é mais o mesmo,
O natal é o dia que morre e renasce,
As espécies deveriam amar
Uns aos outros eternamente.

E toda a fé somente é digna
Se nela existir amar,
Caso contrário toda sua fé
Pode se tornar uma doença.
Minha sociedade está doente
Na fé, muito se deixaram levar
Pelas palavras, cegaram os olhos,
Se acomodaram...
E dizendo ter fé, não deixam de lado
A vaidade, o ego, a falácia.
As igrejas das espécies
Deve ser o universo,
E não palácios,
Construído pelo suor dos
Que nada tem,
Para o sustento dos usurpadores
De ideia, senhores
Do sistema, comprados pelo Estado.

E Cristo foi um ser simples,
A espécie humana - tola
Sempre quer ser mais
- Falta humildade na gente!
- Falta simplicidade na gente!
- Falta amor entre a gente!

Não sei mais o que pode vim
Lá na frente, a juventude perdida
Formando uma nova política,
Ou a juventude rica e podre dominando
A juventude perdida (tudo tem a sua diferença),
A gente tem que limpar a sujeira deles,
A gente tem de ser analfabeto,
A gente tem de viver no desequilíbrio,
É o que o sistema pede,
A gente é escravo do sistema,
Nossa opção? A rebeldia em nosso olhar,
E o medo também...
A tristeza, e a falsa felicidade nos bares
E bordéis da vida.

E o fim do mundo?
O fim provocado
Pela própria espécie!
E o fim do mundo?
Quem liga? As pessoas
Matam e se matam!
E o fim do mundo?
Que mundo vivemos?
(Lágrimas presas por dentro)
(Sufocado).

Imagem reprodução simbolizando o nascimento de Cristo.
Imagem reprodução.


domingo, 17 de dezembro de 2017

O amor germinou

O amor germinou por todos os cantos
A exalar aroma de pétalas de rosa,
Por entre as rosas a amada amacia
A pele, e perfuma-se feito uma deusa.
E toda mulher tem de ser respeitada
E amada, assim como uma rainha
Quem sabe ser um servo, ou mais
Que servo. E o amor fala, e o homem
Por sua vez se encanta, diante
Aos cabelos da amada, e o seu olhar,
Muito mais que poesia de amor,
Vai além dos olhares humano.
O poder da sedução é maior,
E o pecado também, quem sabe pecado
Não exista, senão o querer humano.
O direito de amar, de querer, de ter, de ficar,
De se doar a quem quiser e bem querer.
E a amada leva o ser ao delírio,
O delírio daqueles que apreciam quem
Sabe um uísque, ou a fumaça de um
Cigarro voando e camuflando
O que pode vir...
O amor, o amor tem suas variantes,
Tem seu significado, ou quem sabe significados...
O amor cantada por milhares de poetas,
E por aqueles que também não é...
O amor de um para com o outro - respeito,
Um amor entre dois - mais que respeito?
Cada um ama da sua maneira de amar,
Cada amor em um coração, cada amor
Em sua ação, pedido de paz,
Pedido de união, misericórdia.
E a amada cria uma guerra por
Dentro da espécie, humana!
Mais que humana!




Selfie do poeta e escritor Valter Bitencourt Júnior usando camisa bege, óculos de grau com armação preta.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.

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