As mulheres precisam de amor e carinho,
E em questão de segundos milhares são agredidas,
Em cada 2h morre uma ou duas,
E quem sabe mais,
E a rosa apanha, e por entre os espinhos
As suas dores.
E o homem não aprendeu
A respeitá-la como se elas fossem uma flor,
Tratando de sexo, muitos mostram da sua espécie um objeto, e assim apontam
As letras de música da minha atualidade,
Seguida de rótulos e marcas de bebida alcoólica.
E a poesia não mais encontra a sua sensualidade e beleza,
Diante a insensibilidade daqueles que
Leem-na, e as toca pra sentir as palavras,
Ver imagem, pra ouvir o som,
E o ritimo (que não mais aparece, os poetas
Se suicidam, e assassinam à escrita).
Quem disse que mulher é sexo frágil?
E quem não sabe que Amélia era mulher de verdade,
Assassinaram também o romantismo,
Mataram as rosas, e não existe mais chocolate,
E muito menos uma taça de vinho,
Não contemplam da noite o luar.
E a mulher torna o mundo mais belo,
E sem ela o homem é apenas um ser bruto,
E temos de lapidar o nosso ser
- Pra nossa racionalidade.
Valter Bitencourt Júnior (Salvador/BA, 25 de junho de 1994), poeta e escritor brasileiro. Membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO) e da Confraria Artistas e Poetas Pela Paz (CAPPAZ).
sábado, 22 de julho de 2017
A mulher e o homem
Labels:
União
Location:
Salvador - BA, Brasil
Valter Bitencourt Júnior, nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, em 25 de junho de 1994, é anarquista, blogueiro, poeta e escritor brasileiro. Filho de Maria Lúcia da Silva e Valter Bitencourt, tem dois irmãos e uma irmã (Vagnei, Leandro e Lucielle) estudou o ensino primário na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima e concluiu os estudos no Colégio Estadual Dinah Gonçalves.
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