quinta-feira, 20 de julho de 2017

Como se fosse o último dia

Montanhas a moverem-se,
E os pássaros a sobrevoar
Por entre as montanhas,
Eu apenas sonhava,
Você também, entrei
Em seu sonho,
E assim encontrei-na,
Vi milhares de folhas no chão,
E você a exalar o seu perfume,
Assim, fui sentindo sua fragrância,
Que já se distanciava,
Acordei sentindo a sua falta,
Não mais sonhava,
Resolvi pegar o ônibus,
Sai pela cidade poluída,
Pelas ruas infectas e imundas,
Vendo cada poste, e o esgoto
A céu aberto,
Fui ao seu encontro,
Quando vi-na desabei em felicidade,
Abracei-lhe, beijei-na como se fosse
O último dia.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


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