Após eu ver uma publicação da pesquisa Datafolha apontando Flávio Bolsonaro à frente no segundo turno, e também ver as demais publicações em diversos sites, fiz uma análise crítica: 'Por que apontam Flávio Bolsonaro à frente de Lula no segundo turno? A resposta é fácil: a mídia comercial ainda aposta nessa narrativa de polarização. No entanto, acreditar que Flávio ganha vantagem apenas por carregar o sobrenome e a influência do pai é risível. Afinal, se o capital político de Jair Bolsonaro estivesse realmente intacto, as pesquisas indicariam uma vitória no primeiro turno.'
Diante dessa análise que postei no Threads, um dos seguidores fez um comentário plausível e digno de destaque: "O Flávio Bolsonaro herdou a rejeição do pai, tanto que nas matérias mencionam apenas Flávio".
Esse comentário despertou minha curiosidade e, refletindo sobre isso agora, percebo que este ponto que eu ainda não havia notado é o que realmente amarra a questão. A estratégia midiática e seus mecanismos de marketing complementaram minha análise de forma surpreendente, revelando como a omissão do sobrenome é usada para suavizar a rejeição e sustentar essa competitividade.
Seja bem vindo(a), aqui tem poesias, haicais, sonetos, crônicas, reflexões e um pouco mais!
terça-feira, 14 de abril de 2026
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