A face do autoritarismo visível na ação do delegado Christian Zilmon que prendeu a advogada Áricka Rosalia Alves Cunha, no escritório dela, em Goiás. O motivo da prisão foi devido a uma publicação nas redes sociais sobre o arquivamento de um boletim de ocorrência, o que fez com que o delegado se sentisse ofendido e fosse até o escritório dela dar a voz de prisão; somente essa ação mostra que se trata de uma intimidação da parte do delegado contra a advogada.
O delegado foi capaz de fazer uso de arma de fogo de alto calibre, como se a advogada fosse alguém altamente perigosa. A forma como o delegado muitas das vezes segurava na arma deixava visível que ele buscava impor medo à advogada; o maior interesse dele era não somente transmitir medo e intimidar, mas também causar constrangimento contra a imagem da advogada, que, por sua vez, teve o seu direito de liberdade de expressão atacado e violado.
É claro, e completamente visível, que o delegado criou uma situação de necessidade de algemar a advogada, como se para ele essa fosse a forma de jogá-la na lama e fazê-la se sentir condenada. Depois de toda a abordagem no escritório, chegando na Central de Flagrantes de Águas Lindas em Goiás, ele se mostrou mais autoritário, solicitando que ela permanecesse no carro, que ela ficasse parada e criando toda uma situação que aponta a necessidade de algemá-la. No vídeo, ele alega que "se não houvesse algum tipo de crime ela não estaria lá", mas é visível que é mentira que ela estivesse chutando objetos, e no local inclusive havia cadeiras.
É o tipo de "cala a boca" de autoridades que se sentem no direito de usar do poder para proteger a si mesmas. É como se estivéssemos voltado à época do coronelismo.
Seja bem vindo(a), aqui tem poesias, haicais, sonetos, crônicas, reflexões e um pouco mais!
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sábado, 18 de abril de 2026
Intimidação e Fuzil: A Realidade da Advocacia sob o Arbítrio de Quem Deveria Cumprir a Lei
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segunda-feira, 13 de abril de 2026
A Ironia do Destino: De "Patriotas Brasileiros" a Prisioneiros do ICE
Seguindo a linhagem de Donald Trump, Bolsonaro "pariu" os bolsominions. Estes, por sua vez, não imaginavam que um dia seriam tão enganados por quem os gerou. Alguns tentaram até um golpe de Estado em defesa de Bolsonaro; diante do julgamento e da condenação de muitos, conforme as leis e a Constituição brasileira, vários fugiram para os braços de Trump e acabaram presos pelo ICE do governo estadunidense.
Não é de estranhar que esses falsos patriotas brasileiros venham a ter esse final tão trágico, para não dizer cômico — quem sabe seja a ironia do destino. Acreditar que Trump gosta de perdedores é um erro; Donald Trump não gosta de perdedores. Para ele, pouco importa o destino que Bolsonaro venha a ter hoje em dia, muito menos ligará para as suas 'crias desgarradas', que tanto vivem bajulando-o e aos EUA. Essa gente não aprendeu a perder e faz de tudo para continuar intacta, tramando contra a democracia e o Estado Democrático de Direito, ferindo a Constituição do próprio país.
Traidores da pátria não passarão, nem aqui, nem nos EUA. Vocês acham que o governo dos Estados Unidos irá confiar em quem é capaz de trair o próprio país, mesmo que essa traição seja em favor dos próprios estadunidenses? Claro que não. Os EUA não aceitam traição vinda de dentro, imagine de fora, por mais simpática e bajuladora que a pessoa se apresente a eles e ao seu presidente.
Não é de estranhar que esses falsos patriotas brasileiros venham a ter esse final tão trágico, para não dizer cômico — quem sabe seja a ironia do destino. Acreditar que Trump gosta de perdedores é um erro; Donald Trump não gosta de perdedores. Para ele, pouco importa o destino que Bolsonaro venha a ter hoje em dia, muito menos ligará para as suas 'crias desgarradas', que tanto vivem bajulando-o e aos EUA. Essa gente não aprendeu a perder e faz de tudo para continuar intacta, tramando contra a democracia e o Estado Democrático de Direito, ferindo a Constituição do próprio país.
Traidores da pátria não passarão, nem aqui, nem nos EUA. Vocês acham que o governo dos Estados Unidos irá confiar em quem é capaz de trair o próprio país, mesmo que essa traição seja em favor dos próprios estadunidenses? Claro que não. Os EUA não aceitam traição vinda de dentro, imagine de fora, por mais simpática e bajuladora que a pessoa se apresente a eles e ao seu presidente.
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| A "proteção" que virou prisão: Ramagem sob custódia do serviço de imigração de Trump, provando que o pragmatismo das potências não acolhe quem trai a própria pátria. |
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