sábado, 18 de abril de 2026

Intimidação e Fuzil: A Realidade da Advocacia sob o Arbítrio de Quem Deveria Cumprir a Lei

A face do autoritarismo visível na ação do delegado Christian Zilmon que prendeu a advogada Áricka Rosalia Alves Cunha, no escritório dela, em Goiás. O motivo da prisão foi devido a uma publicação nas redes sociais sobre o arquivamento de um boletim de ocorrência, o que fez com que o delegado se sentisse ofendido e fosse até o escritório dela dar a voz de prisão; somente essa ação mostra que se trata de uma intimidação da parte do delegado contra a advogada.

O delegado foi capaz de fazer uso de arma de fogo de alto calibre, como se a advogada fosse alguém altamente perigosa. A forma como o delegado muitas das vezes segurava na arma deixava visível que ele buscava impor medo à advogada; o maior interesse dele era não somente transmitir medo e intimidar, mas também causar constrangimento contra a imagem da advogada, que, por sua vez, teve o seu direito de liberdade de expressão atacado e violado.

É claro, e completamente visível, que o delegado criou uma situação de necessidade de algemar a advogada, como se para ele essa fosse a forma de jogá-la na lama e fazê-la se sentir condenada. Depois de toda a abordagem no escritório, chegando na Central de Flagrantes de Águas Lindas em Goiás, ele se mostrou mais autoritário, solicitando que ela permanecesse no carro, que ela ficasse parada e criando toda uma situação que aponta a necessidade de algemá-la. No vídeo, ele alega que "se não houvesse algum tipo de crime ela não estaria lá", mas é visível que é mentira que ela estivesse chutando objetos, e no local inclusive havia cadeiras.

É o tipo de "cala a boca" de autoridades que se sentem no direito de usar do poder para proteger a si mesmas. É como se estivéssemos voltado à época do coronelismo.


Imagem reprodução.


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