Mostrando postagens com marcador saúde mental. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde mental. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de junho de 2026

A Fragilidade Oculta: Quando o Desejo de Ser Acolhida Rompe os Limites da Realidade

Parece nada mais e nada menos que cenas de filmes ou quem sabe de novelas, mulher de 37 anos, identificada como Amanda, se passou por criança de 12 anos como forma de ganhar moradia e atenção, a gente pode até achar engraçado, mas isso é completamente sério, a priori ela fez isso em 5 (cinco) estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás), mas, o que choca mesmo é saber que ela tem mais de 200 (duzentas) agulhas espalhadas pelo corpo dela e foram encontradas até nas partes íntimas. Mesmo que ela diga que foi ela mesma que inseriu as agulhas há algo de estranho nessa afirmação. 

É necessário saber o que de fato levou essa mulher a fazer isso, mesmo com as justificativas que já vêm sendo apontadas, é necessário saber se ela vem fugindo dos antepassados (a forma que ela foi criada, se houve alguma desavença familiar ou abuso), se ela foi vítima de alguma retaliação, foi explorada por alguém a ponto de não querer aceitar o seu próprio ser e se esconder por detrás de uma personagem de criança. É claro que a sua prática é vista como golpe; muitos a veem como estelionatária, mas como funciona a mente de uma pessoa que age assim? Tendo em consideração que as pessoas que a acolheram também tiveram o psicológico afetado. 

O que chama a atenção é que ela não agrediu fisicamente as vítimas e não se apropriou diretamente de dinheiro ou bens delas de forma violenta. Embora as famílias tenham arcado voluntariamente com despesas altas, tratamentos médicos caros e presentes, não há registros de desvios bancários ou furtos convencionais.

Mais que necessário que essa pessoa presa seja encaminhada para os devidos tratamentos psicológicos, pois ela não pode ser vista apenas como uma criminosa, pois é visível que, diante dos fatos, ela não apresenta nenhum tipo de risco para a sociedade, quem sabe uma pessoa precisando ser acolhida e que carrega muitos traumas do passado e encontrou essa forma para ser aceita. Não apenas ela precisa de tratamento psicológico como também as vítimas, que por sua vez tiveram a intenção de ajudar (isto mostra que mesmo diante de tal situação, ainda vivemos num mundo em que há pessoas que carregam dentro de si a solidariedade).

Lado Esquerdo (A Suspeita): Mostra uma fotografia real de costas da mulher de 37 anos (Amanda) no momento de sua identificação policial. Ela possui cabelos escuros amarrados, veste uma camiseta branca com estampas cinzas de estrelas e calças com padronagem lilás. Ela está posicionada de frente para uma porta verde. Lado Direito: (A Farsa Infantil): Apresenta uma composição simbólica que representa o personagem infantil criado para o golpe. Sobre uma superfície felpuda branca e encostados em uma almofada cinza, veem-se um pequeno urso de pelúcia em formato de coelho cinza e branco e uma mamadeira cheia de leite com tampa amarela.
Lado Esquerdo (A Suspeita): Mostra uma fotografia real de costas da mulher de 37 anos (Amanda) no momento de sua identificação policial. Ela possui cabelos escuros amarrados, veste uma camiseta branca com estampas cinzas de estrelas e calças com padronagem lilás. Ela está posicionada de frente para uma porta verde. Lado Direito: (A Farsa Infantil): Apresenta uma composição simbólica que representa o personagem infantil criado para o golpe. Sobre uma superfície felpuda branca e encostados em uma almofada cinza, veem-se um pequeno urso de pelúcia em formato de coelho cinza e branco e uma mamadeira cheia de leite com tampa amarela. Imagem reprodução 


segunda-feira, 20 de abril de 2026

A Falência Ética das Redes: Quando o Usuário se Torna o Próprio Algoritmo

As publicações nas redes sociais que visam transmitir conscientização, por sua vez, transformam-se em posts alvos de ataques cibernéticos com a ajuda dos algoritmos que, por sua vez, entregam o conteúdo a um público dedicado a atacar ideias contundentes à realidade. Assim, o post é reduzido à vinculação de falsas verdades diante da percepção da realidade transmitida pela publicação; nasce a deturpação das palavras e a imposição de pensamentos intrusivos que não correspondem ao que foi postado.

Isso se dá devido à priorização de tela que privilegia o conflito, o qual gera muito mais engajamento. A entrega acaba sendo direcionada a quem vai reagir de forma negativa, facilitando com que cheguem primeiro os "do contra".

Nessa corrida, a luta de muitos desses usuários é se tornar um dos três ou quatro primeiros a tecer os piores comentários, como forma de atrair outros da mesma linhagem de pensamento e afastar quem estaria de acordo com a publicação ou compartilharia da mesma visão — o que geraria um discurso plausível e pertinente. Muitos agem como uma espécie de anulador de ideia: não geram diálogo e se condicionam a deturpar conceitos, destilando, muitas vezes, ódio e ofensas.

Muitos usuários entenderam essa lógica e transformam o que seria uma publicação de conscientização naquilo que o algoritmo prioriza: a distorção, o ódio e o preconceito como fatores lógicos de engajamento. O indivíduo deixa de ser um articulador de ideias e se torna o que o algoritmo impõe. Além do engajamento, existe a monetização; o usuário se torna presa e vira o "algoritmo" de um software que o faz acreditar que está lucrando, quando, na verdade, lucram às custas dele.

O ser que usa as redes sociais e faz publicações públicas busca uma reação, um comentário. Se não fosse o interesse em ganhar atenção, removeria essas funções ou faria postagens restritas. Diante disso, nasce a preocupação constante: "será que vai ganhar curtidas?", "alguém vai comentar ou compartilhar?", "será que essa publicação vai gerar um bom engajamento, vai trazer novos seguidores?".

Somado a isso, surge a comparação inevitável: "por que essa pessoa publicou e ganhou mais engajamento que eu se a minha publicação é semelhante a dela?", "qual o motivo de fulano ou ciclano ter uma quantidade de seguidores maior que eu se eu sigo a mesma linhagem de publicação?". Esse processo gera uma sensação de fraqueza e inferioridade, afetando profundamente o psicológico do usuário, causando ansiedade e estresse — o que estudos apontam como causadores da liberação de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse.

Imagem da internet.


Postagens mais visitadas

Mastodon