Alguns também não vão entender o termo "engraçado" aqui colocado de forma jocosa, vendo-se bem que nem o Jair Bolsonaro abriu mão desse direito de tentar novamente ser eleito à presidência do nosso país, e ainda compactuou com a tentativa de golpe de Estado em nosso país, colocando em dúvida as urnas eletrônicas, quando, na verdade, já tinha gente dele que tentou impedir os nordestinos de votarem, utilizando-se da PRF, fora outros atos criminosos de invasão do sistema do TSE pelo Delgatti e pela Carla Zambelli. Isso sem citar a minuta do golpe e o planejamento de morte do presidente Lula, de Geraldo Alckmin e de Alexandre de Moraes, e o viralatismo bolsonarista que resultou no que deu no 8 de janeiro. Mas eles queriam mesmo era o voto impresso para provar o seu pacto e o seu complexo de vira-lata.
Indo ao ponto de forma precisa: na verdade, essa turma não somente coloca em dúvida as urnas eletrônicas, quanto também o ato democrático dos eleitores brasileiros que saem de suas casas para votar em seus respectivos candidatos. Se o Jair Bolsonaro fosse bom, ele seria reeleito, mas não foi devido às suas próprias maldades, hipocrisia e ignorância. Observando bem que, em 2018, ele foi eleito porque muitos levaram na brincadeira as suas falas durante as suas campanhas eleitorais e sentiram na pele o que realmente foi o governo Bolsonaro. Foi descoberto que essa turma começa assim, "na brincadeira", pregando menos direitos e mais emprego, fazendo falas preconceituosas de cunho racista, xenofóbico e homofóbico, espalhando fake news e transmitindo um falso patriotismo, utilizando-se de termos que a sociedade preza muito, como "Deus, pátria e família".
Alguns apontam que a pandemia impediu que o Bolsonaro fizesse um bom governo, mas essa é uma falsa verdade, até porque vemos o que o próprio Bolsonaro fez diante das vítimas da covid-19: propondo cloroquina e ivermectina, negando o que era visível, imitando pessoas que estavam sofrendo problemas respiratórios, compactuando com o negacionismo e com os antivacinas e, pior, a falsificação de carteiras de vacinação de gente de seu governo e o esquema de corrupção de seus ministros da saúde.
Agora, o questionamento é se o presidente deve ter o direito de se candidatar novamente à presidência do país, e a resposta de muitos é que outras pessoas têm que ter a oportunidade de ser eleitas no lugar dele; nesse dado momento, a questão da meritocracia é anulada, sendo aplicada apenas quando se refere aos direitos sociais já garantidos ao povo e que eles querem vetar.

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