Diante disso, é engraçado (para não dizer outro termo) a ignorância de quem se diz estudante de teologia e afirma que mórmons, adventistas e testemunhas de Jeová vêm dos judeus, quando, na verdade, todos têm origem documental nos Estados Unidos do século XIX. Confundir apropriação temática com linhagem histórica é uma distorção deliberada. Essa narrativa ignora a historiografia para validar uma visão antissemita de substituição e um sionismo de conveniência.
O objetivo é fabricar uma autoridade bíblica que esses grupos americanos não possuem, justificando o massivo apoio econômico e militar dos EUA a Israel como parte de uma agenda profética que, no fundo, ignora a soberania do povo judeu em favor de interesses geopolíticos americanos. O fato de essa visão partir de um brasileiro evidencia que não se trata de uma coincidência, mas de um projeto de expansão ideológica de longo prazo que se infiltra em diferentes nações. Em última análise, essa 'teologia' não serve a Deus nem ao povo judeu; serve à manutenção de um poder que usa o antissemitismo como estratégia e o dinheiro como finalidade. Pode-se ter a fé que quiser, mas não se pode inventar uma história que os fatos, as datas e os documentos desmentem.
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