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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Um dia o povo será pelo povo

Um país em crise
Pessoas sendo
Desempregadas,
Alimentos em valor
Elevado.
No meio da miséria
Instalaram
As olimpíadas,
Para a felicidade
Dos que nada tem,
Para enganar
A sociedade.
A corrupção todos,
Todos sabem,
Mas, continuam
Acreditando no governo.
Nos jornais da para vê
A violência, o Brasil
Sangra, o mundo sangra,
Desvalorização a instituição
Pública,
Eles não ligam pra gente
A sociedade sente na pele
A miséria, a desgraça,
A dor, a sociedade sente
E cala, nada fala.
Este é o meu país,
Este é o mundo.
E tudo avança,
Querem que trabalhemos
Até morrer, temos
De produzir, produzir,
Produzir até a morte,
Temos de trabalhar
Para o estado,
Temos de pagar imposto,
Temos de sustentar o governo,
Temos de sentir na pele
A opressão e nada
Podemos falar.
A polícia cala a nossa boca,
Recebendo as ordens do estado,
As redes de televisão,
A rádio, por sua vez
Aliena o povo, o povo
Por sua vez se conforma.
O povo pode dá a voz,
Principalmente os que sabem
Que não tem nada a perder.
Um dia o povo vai vencer
E o povo será pelo povo.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa polo cinza.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


domingo, 19 de abril de 2026

A Miragem do Salvador: Fanatismo, Poder e a Ilusão da Verdade

Houve um movimento em Portugal conhecido como sebastianismo, surgido no final do século XVI, baseado na crença de que o rei D. Sebastião não teria morrido na Batalha de Alcácer-Quibir. Essa expectativa de seu retorno para restaurar a glória da nação aproximava a imagem do monarca à de Cristo, conferindo-lhe uma aura messiânica: o rei não era apenas um líder político, mas um salvador 'encoberto' que, tal como o Messias, retornaria em um momento de sofrimento para promover a ressurreição e o renascimento espiritual da pátria. Esse cenário, contudo, refletia uma sociedade adoecida pelo fanatismo da época, onde a decadência da aristocracia e o dogmatismo religioso se fundiram, criando uma fuga coletiva da realidade através da fé cega em um milagre impossível.

Transportando essa lógica para a atualidade, observa-se o ressurgimento desse arquétipo no autoritarismo de figuras como Donald Trump. Ele busca ser visto por seus seguidores como um 'salvador' e o curador das feridas da nação, muitas vezes operando por meio de imposições e discursos de confronto. Esse messianismo moderno alimenta-se de impactos geopolíticos destrutivos e fortalece alianças estratégicas, como o apoio ao sionismo em Israel, atendendo a interesses que, paradoxalmente, convivem com elementos de retórica antissemita em suas bases mais radicais, unindo o pragmatismo político ao fanatismo ideológico. Essas pessoas não apenas adoecem a si mesmas, como a toda uma sociedade, criando uma falsa liberdade e prendendo-se a ilusões da verdade.

De D. Sebastião a Donald Trump: o mito do 'salvador da pátria' atravessa os séculos, alimentando-se de crises e da fé cega em milagres políticos
De D. Sebastião a Donald Trump: o mito do 'salvador da pátria' atravessa os séculos, alimentando-se de crises e da fé cega em milagres políticos.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Em tempo de crise jornal de literatura consegue arrecadar mais de 80 mil reais

Para quem acredita que a literatura no Brasil não tem valor, pode por sua vez está e ganado, pois bem algo de inusitado tem acontecido neste ano, em nosso país que vem passando por uma grande crise, e muita gente vem sendo desempregada, muita gente vai ficar pensando do que será que esse cara está falando, ou sera que o Valter enlouqueceu de vez, pois bem vou ao assunto.

O Jornal Rascunho, jornal de Curitiba, criado em 2000, neste ano de 2017 criou uma campanha para arrecardar fundos no site da Catarse, e conseguiu arrecadar 80.949,00 oitenta mil e novecentos e quarenta e nove reais), isso mesmo, confiram no link: https://www.catarse.me/jornalrascunho pesquisem e vejam que não estou trazendo uma informação, sem relevância, é verídico, meus nobres amigos. Isso quer dizer que a literatura no Brasil por sua vez tem valorização, agoara a gente tem que saber ao menos quem foi os investidores que por sua vez investiram para que essa meta do Jornal Rascunho fosse concretizada.

Parabenizo sempre o Rogério Pereira, fundador do Jornal Rascunho, pelo o que vem desenvolvendo, pois bem não é nada fácil manter um jornal de literatura e já com mais de 10 anos, circulando por várias partes do Brasil.

Um jornal super respeitável, que trás grandes nomes da nossa literatura brasileira, o Affonso Romano de Sant'Anna, Alberto Mussa, Raimundo Carrero, são uns dos que vem colaborando com o jornal, confiram em: http://rascunho.com.br/expediente/ . Valorizar a literatura do nosso país é mais que um dever da sociedade e dos orgãos público (que por sua vez pouco busca investir na literatura do pais, malmente investem na instrução pública).

O que tenho visto nestes dias jamais tenho de deixar em branco e não registrar, pois bem isso tem de ser registrado e compartilhado para os nobres amigos (as), a literatura não pode morrer, e a gente por nossa vez temos de ser um grande contribuinte da literatura, porque literatura é a história de uma nação ou mais.

Na imagem algumas capas do Jornal Rascunho
Imagem: reprodução 


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