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domingo, 14 de junho de 2026

Deus seja louvado

Eu sempre fiquei curioso com as palavras “Deus seja louvado”, nas notas do real brasileiro, quem sabe uma forma de lembrar ao homem que Deus é superior ao dinheiro e a quem de fato devemos louvar, na mesma da hora que chego a essa conclusão eu fico observando o quanto é contraditório.

“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”, foi uma parábola e tanta dita por Cristo ao ser questionado se era justo os judeus pagar imposto. Quem sabe uma forma de evitar confronto entre as leis criadas pelo homem e os ensinamentos de Cristo em nome de Deus.

E por minha vez fiquei anos e anos com as palavras “Deus seja louvado” na cabeça e muitas das vezes fazendo alguns questionamentos a eu mesmo, por que? Por qual motivo? E muitas das vezes vinha uma discordância da minha parte, como pode ser colocado o nome de Deus na nota do real brasileiro?

Observo a ganância humana, do ser que por sua vez faz tudo por dinheiro, a ambição de querer mais e mais, vemos a guerra, a destruição e o distanciamento do homem ao Deus que muito deveria louvar.

Porém de toda essa conclusão que ao longo do tempo pode ser ganhado outras dimensões e interpretações, foi uma grande ironia do homem diante ao dinheiro e o próprio Deus.

A imagem mostra notas de 100 reais e 50 reais espalhadas
Imagem da internet.


sexta-feira, 29 de maio de 2026

Um dia o povo será pelo povo

Um país em crise
Pessoas sendo
Desempregadas,
Alimentos em valor
Elevado.
No meio da miséria
Instalaram
As olimpíadas,
Para a felicidade
Dos que nada tem,
Para enganar
A sociedade.
A corrupção todos,
Todos sabem,
Mas, continuam
Acreditando no governo.
Nos jornais da para vê
A violência, o Brasil
Sangra, o mundo sangra,
Desvalorização a instituição
Pública,
Eles não ligam pra gente
A sociedade sente na pele
A miséria, a desgraça,
A dor, a sociedade sente
E cala, nada fala.
Este é o meu país,
Este é o mundo.
E tudo avança,
Querem que trabalhemos
Até morrer, temos
De produzir, produzir,
Produzir até a morte,
Temos de trabalhar
Para o estado,
Temos de pagar imposto,
Temos de sustentar o governo,
Temos de sentir na pele
A opressão e nada
Podemos falar.
A polícia cala a nossa boca,
Recebendo as ordens do estado,
As redes de televisão,
A rádio, por sua vez
Aliena o povo, o povo
Por sua vez se conforma.
O povo pode dá a voz,
Principalmente os que sabem
Que não tem nada a perder.
Um dia o povo vai vencer
E o povo será pelo povo.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa polo cinza.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


quinta-feira, 23 de abril de 2026

Sina

A tragédia
Também produz dinheiro,
Para quem vive
Na ambição
De tirar proveito.
Tem gente lucrando
Da nossa miséria,
Tem gente lucrando
Da nossa desgraça,
Tem gente
Manipulando a nossa
Mente,
Tem gente zombando
Da gente.
Tem gente
De tudo que é jeito
Que tira proveito
Da nossa crença,
Que brinca
Com a nossa humildade,
Que brinca com a nossa
Lealdade:
- Sociedade vivendo na cegueira.
Tem gente que nos separa
Em oposição.
E sustentamos
Todo o sistema,
Para o nosso próprio
Desespero,
E ser visto
Como bom
Cidadão.


Nessa imagem Valter Bitencourt Júnior, usando óculos de grau, com uma das mãos próximas a boca e usando camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


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