Transportando essa lógica para a atualidade, observa-se o ressurgimento desse arquétipo no autoritarismo de figuras como Donald Trump. Ele busca ser visto por seus seguidores como um 'salvador' e o curador das feridas da nação, muitas vezes operando por meio de imposições e discursos de confronto. Esse messianismo moderno alimenta-se de impactos geopolíticos destrutivos e fortalece alianças estratégicas, como o apoio ao sionismo em Israel, atendendo a interesses que, paradoxalmente, convivem com elementos de retórica antissemita em suas bases mais radicais, unindo o pragmatismo político ao fanatismo ideológico. Essas pessoas não apenas adoecem a si mesmas, como a toda uma sociedade, criando uma falsa liberdade e prendendo-se a ilusões da verdade.
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| De D. Sebastião a Donald Trump: o mito do 'salvador da pátria' atravessa os séculos, alimentando-se de crises e da fé cega em milagres políticos. |

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