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segunda-feira, 20 de abril de 2026

A Democracia em Crise: Entre a Lei Moral e o Domínio das Elites

Já existem acontecimentos que confirmam a preocupação do Papa Leão XIV de que a democracia corre o risco de se tornar uma "máscara para o domínio das elites econômicas e tecnológicas" ou uma "tirania da maioria", caso não esteja fundamentada em valores morais. Esta é uma resposta precisa diante das críticas de Donald Trump em abril de 2026, que chamou o pontífice de "fraco no combate ao crime", "terrível na política externa" e o acusou de "ceder à esquerda radical", além das falas do vice-presidente JD Vance, que sugeriu que o Papa deveria "ter cuidado ao falar de teologia" ao questionar ações militares.

Os Estados Unidos são um dos principais exemplos. O governo de Donald Trump, com seu modelo conservador e elitista pautado por retaliações, já taxou vários países de forma abusiva, a ponto de o Congresso precisar barrá-lo. Somam-se a isso a perseguição contra imigrantes e o uso da ICE para intimidar ativistas estrangeiros, além da mobilização de forças federais para conter manifestações contra o sistema. Nesse cenário, o uso da tecnologia como ferramenta de manipulação fortalece os interesses das Big Techs, que utilizam algoritmos para impulsionar discursos de ódio e gerar monetização. Visando apenas ao lucro, esse modelo causa um impacto profundo na sociedade, que acaba se deixando levar por distorções de fatos. Isso quebra o elo de diálogo, que é o fundamento essencial da democracia.

Recentemente, publiquei duas análises sobre o cenário argentino. Na primeira, destaquei que o governo de Milei é um exemplo claro de gestão que país algum deveria seguir. Diante da reforma de fevereiro de 2026, que instituiu o aumento da jornada de trabalho e o banco de horas — "que converte o pagamento salarial em folgas, resultando na desvalorização dos trabalhadores" —, somados à redução da maioridade penal para 14 anos sem o respaldo de políticas públicas adequadas, o governo demonstra ter se perdido no entusiasmo pelas criptomoedas e se vendido aos ideais dos Estados Unidos.

A segunda publicação reforça essa visão, focando no elitismo do governo: o governo Milei é o maior problema que a Argentina vem enfrentando ultimamente. O aumento da jornada de trabalho para até 12 horas, a instituição do banco de horas — "que converte o pagamento do trabalhador em folga" — e as consequências desse modelo são as faces da calamidade de um governo conservador e elitista.

Por fim, a sociedade, por sua vez, torna-se vítima do autoritarismo de uma elite que a molda e cria mecanismos de quebra de direitos para favorecer o mercado. O software torna-se, assim, uma rede de distração e manipulação, fazendo com que muitos continuem defendendo quem luta contra os princípios éticos da democracia.


Imagem: reprodução/Vatican News


domingo, 19 de abril de 2026

A Miragem do Salvador: Fanatismo, Poder e a Ilusão da Verdade

Houve um movimento em Portugal conhecido como sebastianismo, surgido no final do século XVI, baseado na crença de que o rei D. Sebastião não teria morrido na Batalha de Alcácer-Quibir. Essa expectativa de seu retorno para restaurar a glória da nação aproximava a imagem do monarca à de Cristo, conferindo-lhe uma aura messiânica: o rei não era apenas um líder político, mas um salvador 'encoberto' que, tal como o Messias, retornaria em um momento de sofrimento para promover a ressurreição e o renascimento espiritual da pátria. Esse cenário, contudo, refletia uma sociedade adoecida pelo fanatismo da época, onde a decadência da aristocracia e o dogmatismo religioso se fundiram, criando uma fuga coletiva da realidade através da fé cega em um milagre impossível.

Transportando essa lógica para a atualidade, observa-se o ressurgimento desse arquétipo no autoritarismo de figuras como Donald Trump. Ele busca ser visto por seus seguidores como um 'salvador' e o curador das feridas da nação, muitas vezes operando por meio de imposições e discursos de confronto. Esse messianismo moderno alimenta-se de impactos geopolíticos destrutivos e fortalece alianças estratégicas, como o apoio ao sionismo em Israel, atendendo a interesses que, paradoxalmente, convivem com elementos de retórica antissemita em suas bases mais radicais, unindo o pragmatismo político ao fanatismo ideológico. Essas pessoas não apenas adoecem a si mesmas, como a toda uma sociedade, criando uma falsa liberdade e prendendo-se a ilusões da verdade.

De D. Sebastião a Donald Trump: o mito do 'salvador da pátria' atravessa os séculos, alimentando-se de crises e da fé cega em milagres políticos
De D. Sebastião a Donald Trump: o mito do 'salvador da pátria' atravessa os séculos, alimentando-se de crises e da fé cega em milagres políticos.

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

E o Trump? O Trump não gosta de perdedores!

Concordo com algumas publicações feitas por alguns jornalistas independentes, impossível não concordar, hoje eu reencontrei uma publicação feita em 25 de janeiro desse ano de 2025. O Trump não gosta de perdedores, e é assim que essa gente que busca o poder e se mostra muitas das vezes um covarde age, eles não reconhecem os deles, pouco se importam que venham a se rastejarem aos seus pés.

Nenhuma notícia que hoje em dia venha a se referir a isso vai me causar espanto, por mais que hoje em dia queiram colocar em evidência o que já era visível e por sua vez óbvio.

Para quem ainda não viu: https://www.facebook.com/share/p/1A6ipc7f2K/




domingo, 14 de setembro de 2025

Se Depender do Trump o Bolsonaro Que se Lasque!

 Na verdade, se depender do Trump, o Bolsonaro que se lasque, até porque o interesse de Trump é nada mais e nada menos que se apropriar de riquezas que não o pertence, é petróleo, terras raras... Gente medíocre como o Trump pouco se importa com gente medíocre que nem ele, mesmo que não seja oposição. Esse tipo de gente trabalha para benefícios próprios, são covardes e quer por sua vez mostrar poder, quer mostrar autoridade, quer se mostrar superior, e para isso são capaz de tudo, se utiliza de quem o apoio como meio de justificar e fazer a maldade, pouco se importa com as consequências, porque há quem permita e passe a mão na cabeça dessa gente.

  Estou super e hiper de acordo com as palavras do Shlomo Ben Amo "Não é coincidência que populistas como Trump, Bolsonaro e Netanyahu tenham condenações ou julgamentos pendentes. Eles se aproveitam de seus problemas jurídicos para se apresentarem como vítimas do establishment e apoiarem seus regimes". Atual e no ponto, de forma precisa e compreensível.

  Ao menos o nosso país deu uma grande lição (contra essa turma perversa e doentia) através da democracia e da constituição brasileira, o julgamento contra os golpistas e a luta contra a anistia tem uma grande importância e impacto tanto nacional, quanto internacional. Uma lição de democracia e até mesmo soberania contra quem acredita que planejar ou compactuar com Golpe de Estado é um "direito" e não fere a constituição de seu próprio país. A luta continua, ainda há os traidores da pátria que acreditam que vão continuarem soltos tramando contra o nosso país, o julgamento contra o Eduardo Bolsonaro não demora a começar, e a sorte dele é que em nosso país não tem pena de morte, até porque traidores da pátria em certos países não se cria. Mesmo assim convenhamos que as leis do nosso país é uma das leis mais justa, porque em nosso país não tem pena de morte, antes que venha alguém "pensando" que sou a favor da pena de morte.




"Eles se aproveitam de seus problemas jurídicos para se apresentarem como vítimas"

"Não é coincidência que populistas como Trump, Bolsonaro e Netanyahu tenham condenações ou julgamentos pendentes. Eles se aproveitam de seus problemas jurídicos para se apresentarem como vítimas do establishment e apoiarem seus regimes" - Shlomo Ben Ami

Palavras perfeitas e que temos que passar adiante para que o mundo leia e reflita. Diante a essas palavras, acredito que o Brasil deu um grande passo ao condenar o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro e uma cúpula de militares que contribuiram com a tentativa de Golpe de Estado em diversos aspectos, é necessário que essas pessoas sejam devidamente punidas conforme as leis e a constituição brasileira para que a história não se repita, "Golpe de Estado mata e a ditadura militar sobrevive da morte", anistiar essas pessoas é abrir espaço para que essas pessoas continuem perpetuando novas tentativas de golpe.

Já tenho feito essa comparação e faço novamente, é como uma tragédia anunciada, há duas opções que é a de tomar as devidas medidas preventivas ou deixar acumulando até que o pior aconteça. 

Shlomo Benabou conhecido como Ben-Ami, é ex-diplomata, político e historiador foi um dos participantes do processo de paz "israelense-palestinos", incluindo a cúpula de Camp David de 2000. Nasceu em Tânger, Marrocos, é filho de pais judeus marroquinos. Ele migrou para israel em 1955, tem formação na Universidade de Tel Aviv e no St Antony's College, em Oxford. Ben-Ami fala fluentemente os idiomas hebraico, espanhol, francês e inglês.

Em meados da década de 1970, foi historiador na Universidade de Tel Aviv, foi chefe da Faculdade de história de 1982 à 1986.

Bolsonaro, Trump e Netanyahu.


quarta-feira, 16 de julho de 2025

Para o Donald Trump Não Basta Ser Um Charlatão?

  O Trump mostra que não basta ser um charlatão, tem que ser muito e muito canalha e cara de pau, aplicou tarifa de 50% nos produtos brasileiros e agora quer investigar o Brasil, alegando "práticas desleais" que restringiram o comércio americano. Os EUA elegeu um governo doente, paranóico e esquizofrênico, é necessário barrar o Donald Trump o mais rápido possível, pois quem vai arcar com as consequências do governo Trump é os estadunidenses.

 O governo Trump cria tudo que é tipo de tarifa, tenta intimidar os demais países através dessas tarifas de 10%, 50%, 100%... Há crime maior que esse? O Trump quer criar uma guerra comercial. Quem vai investigar os EUA? Quem tem que ser denunciado e investigado mesmo são os Estados Unidos. 

  O Trump pouco se importa com os princípios da carta da ONU, passa por cima da própria constituição dos EUA, quer ganhar tudo no grito, mas por sua vez não passa de um charlatão, um verdadeiro canalha e covarde.

  É necessário que todos os países se unam, isso mostra a importância do Mercosul e da BRICS, que venhar a surgir outros membros interessados.  



domingo, 13 de julho de 2025

Vai uma jabuticaba?

Eita, Lula, nada melhor que uma boa jabuticaba, tenho de concordar, o ser renova por dentro, o bom do Brasil é o brasileiro e a jabuticaba também. Diante a esse mundo muitas das vezes em guerra, confronto, ataques... ainda há o humor, com uma pitada de sarcasmo, pragmatismo, geralmente quem faz humor não quer guerra com ninguém.

Se a jabuticaba não tirar todo esse mal humor de Trump, nada vai tirar. Eu estou vendo algumas pessoas alegando o óbvio, de que Trump aplicou a tarifa de 50% nos produtos brasileiros, devido a proposta de criar uma moeda como forma de não ficar refém da variação e a cotação do dólar, tudo por causa da BRICS, quem não sabe? Todo investidor busca meios de aplicar dinheiro e não correr o risco de perder. A mídia não foi capaz de falar que a BRICS incomoda e incomoda muita gente.

A questão mesmo é que o Trump quer se mostrar superior e dono do mundo (é necessário acabar com esse império dos EUA), divulgou a tarifa como forma de intimidar o governo brasileiro e o STF, querendo livrar a pele de Bolsonaro, alegando perseguição política, querem abrir caminho para a fuga de Bolsonaro. Quanto a liberdade de expressão? O Trump pouco se importa com a liberdade de expressão, se quiser que se oponha ao governo dele. Alegar que é mentira é desmentir o próprio Trump e a mídia que lucra com tudo isso.

O Brasil não pode recuar, que sejamos recíprocos e nos preparemos contra a tirania do governo Trump. 

Uma jabuticaba sempre cai bem, até para quem quer viver da chantagem e exploração alheia.

Jabuticaba, de Maracujá/BA.




sábado, 12 de julho de 2025

Lutemos pela nossa soberania!

 Diante a tarifa de 50% aos protudos brasileiro, imposta pelo charlatão Donald Trump, encontrei uma excelente publicação no X, acredito que a sociedade brasileira tem que ficar de olhos abertos, principalmente diante a uma extrema direita insana, que já se encontra em nosso país, diante a uma maioria do Congresso Nacional que não nos representa. Também há uma turma no nosso país fazendo de tudo para acabar com o nosso país (Brasil).

  Quanto a publicação que venho referindo, essa publicação foi feita pelo Leonardo Attuch, no X, ele postou: "A escolha é muito simples: ou você está com Lula ou você está contra o Brasil. Não existe terceira opção". O Leonardo Attuch foi super no ponto, se expressou super bem, essa é a oportunidade de todos os brasileiros e brasileiras se unirem, pois que saibam que o Brasil não é o quintal dos EUA, o Brasil é dos brasileiros(as), lutemos pela nossa soberania. 

Respeita o Brasil, estamos com Lula!


O Presidente Charlatão dos EUA

O Donald Trump e a sua tirania passa por cima de tudo como forma de atender os próprios interesses, ele pouco se importa com a "Carta da ONU", o Trump vem agindo de má fé aplicando o tarifaço, tarifa de 50%, 70%, 100%... E a justificativa? A justificativa são fúteis e apenas mostra a face do Trump e as suas ambições, tentando até mesmo criar uma guerra comercial. Nada pode barrar o Trump? Por que não o impeachment se ele vem agindo de má fé e indo até mesmo contra a constituição e as leis dos Estados Unidos? Foi assistido, televisionado a chantagem que o Trump fez ao presidente da Ucrânia, propondo acordo da Ucrânia pelas terras raras como forma de acabar com a guerra da Rússia x Ucrânia, foi de uma canalhice sem tamanho, o Trump ainda agiu de forma autoritária com o presidente da Ucrânia, na Casa Branca. 

Quanto ao Brasil, recentemente o Donald Trump anunciou tarifa de 50% nos produtos brasileiros, com justificativas fúteis e sem fundamento como meio de intimidar o governo brasileiro, o STF e até mesmo a sociedade brasileira.

O Donald Trump não passa de um verdadeiro charlatão. Que não aceitemos essas chantagens do governo Trump, lutemos pela soberania brasileira. 

Segue abaixo a resposta da porta-voz do MRE Chinês, publicada pela Embaixada da China no Brasil, no X:

"Ao responder à pergunta sobre tarifas dos EUA contra o Brasil, a porta-voz do MRE Chinês afirmou: A igualdade soberana e a não intervenção nos assuntos internos são princípios importantes da Carta da ONU e normas básicas das relações internacionais. Tarifas não devem ser usadas como instrumento de coerção, intimidação ou interferência nos assuntos internos de outros países."

Veja no X: https://twitter.com/EmbaixadaChina/status/1943702669748781076?t=BY-I4v-Ew2Q8-vvNTQ40uw&s=19 

Porta-voz do MRE Chinês.


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