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domingo, 21 de junho de 2026

Enganar a quem?

Enganar a quem senhores,
Com tanta promessa e tanta
Mentira? Enganar a quem?
Iludir toda a sociedade
Sofrida. Enganar a quem?
Cadê a vergonha na cara
Senhores, cadê?
A vergonha de sempre estar
A mentir, nas redes de televisão
Nas emissoras de rádio
E ao vivo, pegando nas mãos
Dos que nada tem
Na maior cara de pau
Enganar a quem senhores?

Na imagem o poeta e escritor Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


sexta-feira, 15 de maio de 2026

A Engrenagem da Mentira e a Economia da Atenção

Da família Bolsonaro restam apenas as mentiras como tentativa de ocultar a veracidade dos fatos. Eles se sustentaram por meio de boatos e falsidades durante muitos anos, evidenciando que esse grupo político parece incapaz de sobreviver sem a desinformação. Contudo, essas fraudes estão sendo desmascaradas, o que vem deixando o clã desesperado. Esse processo de esclarecimento ganha força graças aos jornalistas investigativos independentes. É fundamental reconhecer o papel da imprensa na atualidade, que assume uma importância central na defesa da verdade factual.

A luta pela regulamentação das redes sociais continua, mas mudanças plausíveis já são visíveis. Os algoritmos começam a atuar no combate aos boatos. Embora mentiras surjam a todo momento, elas perdem força rapidamente devido à atuação dos verificadores de fatos. Hoje, esses mecanismos de checagem estão implementados em diversas redes sociais, somando-se a uma variedade de fontes e sites que possibilitam a validação de publicações duvidosas.

Na era da inteligência artificial, ainda há muito a ser feito diante das deepfakes e da monetização algorítmica, desenhada para gerar impacto emocional — seja positivo ou negativo. Sempre há quem caia nas armadilhas arquitetadas pelas Big Techs. Por outro lado, a sociedade compreende a cada dia o funcionamento dessas plataformas, e muitos usuários já começam a verificar os fatos de forma autônoma.
A mentira, contudo, não é exclusividade de um único grupo político. O ecossistema de notícias falsas e distorções conta com a colaboração de terceiros, que aceitam fraudes como verdades absolutas. Há também a mídia comercial, que utiliza seu poder informativo para monetizar boatos e manipulações. Muitas vezes nos tornamos reféns dessa estrutura, o que ressalta a relevância do jornalismo independente para desestruturar os interesses dessa outra gigante da macroeconomia.

Esse sistema necessita de pessoas desinformadas. Quanto mais o indivíduo se condiciona a compartilhar conteúdos sem checar a procedência, mais ele se torna refém de políticos que vivem da mentira e de veículos comerciais cúmplices. Vivemos também a era dos influenciadores digitais. Impulsionados pela necessidade de sobrevivência, até mesmo os bons criadores tornam-se cúmplices das plataformas. Eles aceitam pequenos lucros de monetização, o que alimenta o poder das gigantes da macroeconomia, companhias que exploram as necessidades financeiras de seus usuários para obter lucros ainda maiores nos bastidores. Os influenciadores aprendem a utilizar as redes para ganho financeiro, muitas vezes desconsiderando o impacto na própria imagem. Esse cenário reflete o comportamento dos próprios usuários, que consomem as redes de forma compulsiva, buscando um ganho ilusório no acúmulo de informações, imagens, vídeos e textos na tela infinita.

Diante disso, a verdadeira chave para a desconstrução dessas gigantes depende da nossa postura. Quebrar essa engrenagem exige que deixemos de ser consumidores passivos de telas e passemos a exigir responsabilidade de quem publica, apoiando ativamente quem trabalha pela verdade.

Infográfico conceitual: sociedade combatendo desinformação digital e mentiras políticas com jornalismo independente e checagem de fatos em uma grande engrenagem tecnológica. Imagem: Gerada através de inteligência artificial
Infográfico conceitual: sociedade combatendo desinformação digital e mentiras políticas com jornalismo independente e checagem de fatos em uma grande engrenagem tecnológica. Imagem: Gerada através de inteligência artificial 


terça-feira, 14 de abril de 2026

A Engenharia da Desinformação: Do Print Manipulado às Deepfakes

Recentemente, tenho publicado sobre a captura de tela (print) de títulos, que permite a manipulação de informações. Nesses casos, é possível modificar não apenas o título, mas também a descrição e a data da publicação. Isso aumenta o risco de cairmos em fake news, já que muitas vezes não verificamos a origem dos prints compartilhados em redes sociais ou comentários.

Aproveitando esse gancho, trago outra questão atual potencializada pela Inteligência Artificial (IA): as deepfakes. Com sua enorme capacidade de manipulação de imagens, áudios e vídeos, essa tecnologia tem se tornado frequente e pode causar danos profundos à percepção humana da realidade.

Desconstruir notícias falsas nunca foi uma tarefa fácil; uma vez que se espalham, o estrago é quase irreversível. Se lidar com a distorção de artigos de notícias já é desafiador, imagine o impacto de ver uma imagem manipulada ou, pior, ouvir a voz de alguém e ver sua imagem gesticulando exatamente de acordo com o que é dito.

Todas as técnicas, por sua vez, fazem uso de diversos recursos para fabricar a desinformação: desde a 'inspeção de elemento' em navegadores (que altera textos de sites reais) e editores de imagem tradicionais, até IAs generativas avançadas de áudio e vídeo. O mecanismo central é sempre o mesmo: misturar elementos reais com falsos para criar uma ilusão de verdade.

Todos podemos nos tornar reféns das fake news, já que nossa mente é condicionada, muitas vezes, a aceitar uma informação falsa devido à junção de elementos verdadeiros. A verificação constante torna-se indispensável, por mais real que pareça o que vemos em mensagens, publicações ou comentários. Enquanto não pararmos para checar os fatos, estaremos sujeitos não apenas a cair em mentiras, mas também a contribuir diretamente com a sua propagação.

Os links a seguir contêm o que publiquei anteriormente sobre o assunto e podem complementar esta leitura:


Imagem da Internet.


domingo, 12 de abril de 2026

A Armadilha Psicológica da Desinformação

O vídeo de Flávio Bolsonaro é o exemplo perfeito de como essa turma manipula fatos para se promover. Suas falas são um prato cheio para a criação de novas fake news e uma aula de como deturpar notícias em relação à veracidade dos fatos, fazendo com que as pessoas as escutem sem analisar o que está por trás das palavras.

Assim funcionam as fake news: em cada duas ou três verdades, inserem-se três ou quatro mentiras, de forma que a falsidade passe despercebida. Esse tipo de conteúdo funciona como uma armadilha psicológica que entra na mente das pessoas com facilidade. Ao misturar dados reais com informações manipuladas, cria-se uma 'ilusão de verdade': como o eleitor reconhece que o custo de vida de fato apresenta desafios, acaba aceitando o restante da narrativa sem questionar.

Portanto, a análise desse vídeo não deve se limitar ao 'erro' da imagem incluída — em que se tentou atribuir ao governo atual cenas de miséria registradas em 2021, durante a gestão do pai dele. O foco deve ser a intencionalidade: uma fala montada para que a mente associe a dor real do dia a dia a uma narrativa fabricada, fazendo com que a desinformação pareça uma verdade impecável.

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Sem anistia!

    Convenhamos que não há nada mais perigoso que uma organização criminosa assumindo algum tipo de cargo político, é o que veio acontecendo na política brasileira ultimamente, essa turma ganhou um espaços maior, desde o ano de 2018, milicianos foram eleitos através do voto popular, quanto a isso não temos dúvida alguma.

  O pior é quando vemos que quem assumiu a presidência em 2018 foi um sujeito podre e repugnante em suas falas e ações, foi um ser desprezível que pouco se importou com os que mais necessitava, para muitos ele levou tudo na brincadeira, mais na verdade foi tudo na maldade camuflada de brincadeira. Instaurou um falso patriotismo, um lema que apenas pregava e fazia o oposto "Deus, pátria e família", se utilizou dessas 3 palavras que a sociedade em se valoriza e muito, assim conquistando principalmente os "evangélicos" e sendo até mesmo impulsionado por líderes religiosos.

  Foi uma organização criminosa horrenda, pense numa porretada de fake news que foi disparada nas redes sociais, eles souberam fazer uso das redes sociais da forma mais baixa que se imagina, mas qual é a origem desse dinheiro? Quem patrocinou as fake news e os discursos de ódio. Todos sabiam da existência do gabinete do ódio, porém esse gabinete até hoje continua funcionando de forma camuflada, muitos até mesmo fazendo apologia ao nazismo e ao fascismo. 

  Nesses 4 anos do governo Bolsonaro, aconteceu coisas que até o diabo desconfia, a tentativa de golpe já foi tudo planejado, não pensem que foi tudo feita de uma hora para outra, não pensem mesmo, já vinha tudo sendo traçado. Não esquecendo do impeachment da Dilma Rousseff, da forma injusta em que o Lula foi preso em 2018, todos nós vemos o que o Sérgio Moro e o Deltan Dellagnol fez, manchou a imagem da operação Lava Jato e muitos ainda os tem como heróis.

  Essa gente é baixa e apesar de serem covardes são altamente perigosas, foram capaz de até se utilizarem da ABIN Paralela como forma de espionar pessoas da oposição, jornalistas, artistas... Essa turma faz coisa que até o diabo desconfia como forma de se manter no poder, de até mesmo se utilizar da PRF para tentar impedir os nordestinos de votarem, nas eleições de 2022, de invadir o Conselho Nacional da Justiça (CNJ). E se fazem de coitados, querem anistia, para livrar a pele do próprio Jair Messias Bolsonaro, apoiam até a taxação imposta pelo Donald Trump nos produtos brasileiros, logo mostram o falso patriotismo apoiando as sanções dos EUA aos ministros do STF.

  Estamos falando de uma organização criminosa que foi capaz de planejar até a morte do atual ministro do STF Alexandre de Moraes, do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do atual vice-presidente Geraldo Alckmin. Vocês acham que isso não é sério? Recentemente eu estava vendo uma matéria em que a Joice Hasselmann faz uma séria denuncia informando que gente da família Bolsonaro mandou agredir ela, que ela foi agredida por "kids pretos" ao mando de gente da família Bolsonaro, é necessário uma investigação séria, quanto a isso.

  Não passem mais a mão na cabeça dessa turma, isso é tudo o que eles querem para continuarem tentando seguirem com o projeto de Golpe de Estado.





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