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sábado, 20 de junho de 2026

Amigo Gil

Gilberto Nogueira de Oliveira

Suas obras primas
São feitas em casa
Poeta independente
Produz, não tem o ego
Em si, simples
E verdadeiro,
Esse é o Gil de Nazaré/BA
De todos os brasileiros.

Em todos os cantos
Do mundo,
Deveria existir um Gil,
Que compartilha poesias
Nesse mundo em guerra,
Meio que doentio.

Poesia de amigos
– Gil compartilha!
Livros da própria autoria
– Gil envia!
Em troca não cobra
Nada,
Muitos o desvaloriza

… Pouco importa ao Gil.
O bem maior da sociedade
É a escrita
– Isso sim, Gil, valoriza.


Na imagem Gilberto Nogueira de Olivera com o livro "Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil (Uma Vida Clandestina)", por Valter Bitencourt Júnior.
Gilberto Nogueira de Olivera com o livro "Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil (Uma Vida Clandestina)", por Valter Bitencourt Júnior.


quinta-feira, 18 de junho de 2026

Nova esperança

Onda que vai e vem,
Traga-me algo
De bom
Pra esse mundo
Em guerras,
Mas não leve o melhor
De volta,
Uma nova esperança.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior deitado. Fazendo uso de óculos e camisa polo cinza.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


sexta-feira, 12 de junho de 2026

E assim continuemos juntos

Quero nada mais nada menos que palavra escolhida,
Quero olho no olho e toda a verdade do mundo,
Quero todo o querer e poder estar junto,
Menos distante, poder beijar, amar, viver cada dia
Em flor. Quero que transborde em nossa vida
Poesia, poesia em toda a nossa volta, circulando
E circulando, circulando... Quero poder sempre
Viver cada dia, e assim poder experimentar cada momento,
Cada segundo, cada instante, como se estivesse
A degustar uma taça de vinho, olhando sua doce face
De mulher, quero não apenas dizer eu lhe amo,
Como quero viver em seus braços eternamente.
Que nada seja efêmero, que ao menos fique em nossa
Memória, todo o retrato, do que se passou,
E que renovemos, meu bem, e assim continuemos juntos!

Na imagem Valter Bitencourt Júnior em formato de desenho usando chapéu, óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.

sábado, 18 de abril de 2026

Contraste

Nada escuto, um refugio, de meu refúgio…
Busco um esconderijo, para me esconder.
Busco me distanciar, quero
Entrar em um outro mundo,
Quero entrar na fantasia,
Quero me manchar por entre as borboletas,
E seus pós encantadores.
Quero ali desmalhar,
Nada escutar.
Quero me prender, em um nada.
Tudo esquecer, e tudo lembrar.

Quero sair, deste casulo…
Quero escutar,
Quero sair do meu refúgio
Quero sair do meu esconderijo.
Viver em meu mesmo mundo,
Viver a minha realidade…
Se sujar nos poros das mariposas…
Quero ver o real,
Em meu ser, – quero viver!
Quero desmalhar, mas sonhar,
Poder acordar, e sentir.
Quero me prender, em um nada,
Quero ficar no tudo.
Tudo lembrar, e criar novas lembranças…

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Geração

Bem vindo ao mundo
Suas primeiras palavras
- O choro...
Amamentou-se...
Bem vindo em casa
Sorria,
E assim aprendeu
A sorrir (que lindo!).
Não há mais boas vindas?
Já veio ao mundo!
(Amanhã e depois
Vai começar a sua história,
A nossa história... - Família)
O universo é uma escola
Imensa (boa sorte!).
Logo lhe jogam
No mundo
Para continuarem
Dando novas
Boas vindas.







domingo, 3 de agosto de 2025

Eu

Este mundo imenso, imenso mundo
De pessoas que nem sempre se acham
Grandiosas, este mundo de pessoas
Que acreditam em valores e perdem valores.
Mundo de vapores
E construções, pessoas em estilhaços
Amordaçado – coração.
Mundo imenso, imenso mundo de seres viventes,
Mundo movente, comove por dentro
Pega fogo e se consome – exausto.
Tudo vai perdendo o sentido,
Como esse mundo vasto e imenso,
Querendo ser explorado, explorado
Mundo incompreensível.
E assim vai seguindo o mundo,
Este mundo imenso, de máquinas
Movidas a vapor, combustível
Ou sangue – mundo imenso,
De pessoas que fingem amar,
De pessoas que se acham donas da outra,
Que firmam a posse, e se acham
Únicas, e perde a que se mostrar
Inferior.
Este mundo imenso, imenso mundo.


Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.




segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Livro / cérebro

Vou conectar o meu cérebro ao livro,
E fazer de cada livro uma leitura,
Um interpretar um convívio,
Quero penetrar no livro, andar com
As palavras, e aprender cada…
Seu significado, seu sentido
Real e abstrato.
Quero que o livro faça parte da minha vida,
E a minha vida quem sabe venha
A fazer parte do livro.
Quero ser mais que cabeça,
Quero saber a hora de me colocar
Em todas as situações
E a hora de sair de fininho
Ou de não me colocar
Em situação alguma.
Quero conhecer um pouco de tudo,
E fazer o máximo para conhecer
Mais ainda, o mundo, a vida, os seres, as coisas…
Quero ter ideias, quero praticar
As ideias,quero vivenciar cada
Situação num livro e fora do livro.
Quero conectar o meu cérebro no livro, fora do livro, dentro do livro, na capa
Do livro, nas folha do livro,
No mundo do livro…

Selfie de Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa azul.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.



sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Destino



O passado bate em minha porta feito chamas
Carregadas por um furacão,
Enfurecidas lembranças.
Jamais separaria os meus erros dos meus fracassos,
Há coisas que não queremos que sejam eternas
Como a realidade dos seus braços:
É como comprar alguém
E não querer ser comprado;
Explorar e velar um diamante tão raro…
Mas a joia mais cara do mundo não existe
O destino está voltado pra todos
Ou simplesmente estou triste.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Falando de amor e um pouco mais

O curioso das interrogações, é que muitas das vezes buscamos resposta, para cada interrogação... E quando o assunto é amor, sempre encontramos interrogações. Principalmente no mundo que vivemos hoje, onde vemos pessoas fazendo guerra, e matando umas as outras. As pancadas da vida, faz com que muitas das vezes nos tornemos rudes, a ponto de desacreditar daquilo que há de mais nobre, que é o amor. Muitas das vezes nos tornamos arrogantes, vaidosos, tentando mostrar que estamos "maduros", que somos fortes para quaisquer tipo de situação, quando na verdade, é necessário muitas das vezes abaixar a cabeça, e vê, sentir o que se passa, o que torna o ser humano, em humano, são os sentimentos, que ele carrega dentro de si. E enquanto existir vida, sempre vai existir o amor, a vida também é amor, é poesia, é inspiração...

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa polo cinza.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


domingo, 7 de janeiro de 2018

Mundo

No mundo circula uma grande corrente
De sentimentos,
Este mundo que sequer conseguimos
Abraçar.
E ela é mais um mundo
Que penso ser pertinente
Ao meu coração.
Seu olhar faceiro,
Seus lábios cor de lis
Meu mundo confuso,
Seres em guerra,
Disputa por entre a vaidade e o ego,
Seus cabelos soltos
Brincando com o vento.
O mundo é grande, não dar
Para abraçar, o mundo governado,
Pessoas limitada em seus quereres,
Censura. E ela,
A despertar meus desejos,
Sequer percebe
O que meu olhar diz,
E meus lábios sequer solta
Palavras.
O corpo dela é o mundo
Onde penso navegar,
O mundo de curvas,
Por entre o perigo
O prazer.
O mundo é louco,
Os seres também,
O mundo meu e o mundo dela,
O oposto se atraem - diz o ditado.
Países brigando entre se
- Nem sempre o ditado é o que diz,
Bombardeio, crianças e adolescentes
Mortas, escolas fechada,
O mundo gigante,
Precisa de um abraço,
Sozinho jamais poderei abraçar
O mundo.
E ela, aquela mulher na esquina
Foi embora,
E eu sozinho, percebo que o meu
Mundo desaba...

Ali distante a fome,
A vida não é um romance,
A vida é efêmera
Viver torna a vida durável
- Feliz aquele que escolhe a vida,
E sabe viver.
Ela não se foi,
O mundo não acabou em 2000,
Neblinas vejo
Por entre a memória,
Onde ela caminha,
Para onde não sei.

Selfie de Valter Bitencourt Júnior fazendo uso de óculos com armação preta e camisa com quadrados preto e branco.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Natureza

Serpenteia o meu corpo no teu
Como o rio na rocha a germinar.
Mundo perdido no ciclo,
Estrelas que some do mar…

Teu corpo traçado no meu,
Tua fragrância, o meu luar.
Meu aroma suado no teu
E os lírios no vento a gozar.

Minha alma em ti,
E a tua além mar
Ais que se romperam
Os meus olhos a rogar!

A natura que Deus nos deu
Vezo todo a sonhar!
Flores que já nasceram
Rosa de tristezas no ar!

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.



quarta-feira, 26 de julho de 2017

O mundo parece desabar dentro de mim

Nunca estive tão triste em toda a minha vida, hoje o dia foi apenas de tristeza, e nem o sol que horas é outras aparece, trás-me a felicidade, meu sorriso não quer sair, e muito menos o meu coração quer palpitar corretamente, sinto-me cortado por dentro, como se eu estivesse no fim de mim mesmo, o mundo parece desabar dentro de mim.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior em formato de desenho.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


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