sábado, 27 de junho de 2026

Pertencimento e Permanência: A Construção do Legado Humano

O ser humano busca compreender os seus propósitos. Há quem diga que "estamos de passagem", assim como também há quem acredite que "estamos aqui para cumprir missões". Talvez a vida não se resuma apenas a uma passagem, até porque, em se tratando de passagem, tudo pode resultar em piscares de olhos, e a humanidade é fruto de várias gerações. Por minha vez, acredito que todo ser humano vive e tem propósitos; acreditamos no futuro e no surgimento de novas gerações que compõem a árvore genealógica.

Tento compreender quando o ser diz que "estamos de passagem"; então, recorro às dimensões e suas estruturas. Diante deste mundo imenso, a Terra tem seres pensantes capazes de refletir sobre a própria vida, na busca de compreender não somente os seus propósitos, quanto também as suas origens. Quem sabe essa visão seja justamente a compreensão do ciclo da vida: nasce, cresce, desenvolve-se e morre. Há quem venha a transformar este ciclo de vida em um nada, assim como também há quem negue a sua própria existência e as suas origens.

Acreditar na vida como um propósito... Este propósito, por sua vez, pode ser individual e se torna coletivo na medida em que o ser humano reconhece o seu pertencimento no espaço em que vive. Se há propósitos, há missões; e se há missões, há quem, por sua vez, busque cumprir cada uma delas.

É claro que as reflexões apontadas aqui podem mudar ao longo do tempo; quem vos escreve pode, com o tempo, mudar as suas visões. Quem não gostaria que este ciclo — que muitos de nós, muitas vezes, acabamos vendo como fútil — fosse eterno? Quem não gostaria que o futuro de nossas gerações fosse melhor? Somos uma geração fruto de várias outras gerações. Observo a tecnologia e os seus avanços, assim como a ciência: o ser humano se eterniza em seus feitos que ficam, feitos estes que são usufruídos pelas gerações vindouras.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


terça-feira, 23 de junho de 2026

Duas poesias curtas

O sol
Brilha
Na parede
Azul.

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A planta
A realizar
A fotossíntese
A natureza
E os seus
Mistérios.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa azul. Portão de grade aberta.
Valter Bitencourt Júnior, blogueiro, poeta e escritor.



domingo, 21 de junho de 2026

Enganar a quem?

Enganar a quem senhores,
Com tanta promessa e tanta
Mentira? Enganar a quem?
Iludir toda a sociedade
Sofrida. Enganar a quem?
Cadê a vergonha na cara
Senhores, cadê?
A vergonha de sempre estar
A mentir, nas redes de televisão
Nas emissoras de rádio
E ao vivo, pegando nas mãos
Dos que nada tem
Na maior cara de pau
Enganar a quem senhores?

Na imagem o poeta e escritor Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


sábado, 20 de junho de 2026

Tempo

Carro, pra que tantas
Velocidades
Se os dias voam?
Se as sensações
Forem gostosas!
Me leve contigo.

Na imagem o poeta e escritor Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa preta.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Amigo Gil

Gilberto Nogueira de Oliveira

Suas obras primas
São feitas em casa
Poeta independente
Produz, não tem o ego
Em si, simples
E verdadeiro,
Esse é o Gil de Nazaré/BA
De todos os brasileiros.

Em todos os cantos
Do mundo,
Deveria existir um Gil,
Que compartilha poesias
Nesse mundo em guerra,
Meio que doentio.

Poesia de amigos
– Gil compartilha!
Livros da própria autoria
– Gil envia!
Em troca não cobra
Nada,
Muitos o desvaloriza

… Pouco importa ao Gil.
O bem maior da sociedade
É a escrita
– Isso sim, Gil, valoriza.


Na imagem Gilberto Nogueira de Olivera com o livro "Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil (Uma Vida Clandestina)", por Valter Bitencourt Júnior.
Gilberto Nogueira de Olivera com o livro "Meu Amigo Antônio Por Entre a Ditadura Militar e Civil (Uma Vida Clandestina)", por Valter Bitencourt Júnior.


quinta-feira, 18 de junho de 2026

Nova esperança

Onda que vai e vem,
Traga-me algo
De bom
Pra esse mundo
Em guerras,
Mas não leve o melhor
De volta,
Uma nova esperança.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior deitado. Fazendo uso de óculos e camisa polo cinza.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


quarta-feira, 17 de junho de 2026

A vida nos pertence

Nascemos e respiramos a vida
Somos uma matéria importante
Da natureza, pertinente
Ao meio ambiente, muito mais
Que uma simples partícula.
Este o nosso habitat,
Este o nosso mundo,
Cheio dr crenças, e sentimentos
Quase que extinto.
Nascemos para viver a vida,
À vida nos pertence,
Somos mais que uma máquina
De produção, ricos em imaginação,
Somos mais que uma simples utopia,
Quem nos diz a verdade?
Somos vida, circulamos,
Dançamos, rebolamos...
Vivemos toda a biodiversidade,
Fazemos parte do ecossistema,
E também de uma cadeia alimentar,
Nos devoramos, mas também
Temos nossos sentimentos,
Queremos o nosso melhor,
Esquecemos do outro,
Temos o nosso lado egocêntrico
Temos a nossa ambição individual,
E assim também vivemos.
Somos bio e vivemos a diversidade,
Somos mais que uma simples molécula,
Temos cérebro, raciocínio
E necessitamos usar.
Nascemos para viver à vida,
Para deixarmos o melhor da gente
Para a futura geração.

Selfie de Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


terça-feira, 16 de junho de 2026

Não me dê o fim!…

Quero entrelaçar o infinito
No nosso gozo
Quente, fulgurante de chamas.
Quero me ausentar,
Presentear
Quando preciso.

...

Não bata os olhos,
E não me dê o fim!...

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa preta.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Decisão

- Dizei-me poeta,
Uma palavra
Mais bonita
Que avante?
- Doravante!
É mais
Que uma decisão,
Para seguir
Rumo ao futuro,
Trilhando os sonhos!
Além da utopia!…




Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.




domingo, 14 de junho de 2026

Deus seja louvado

Eu sempre fiquei curioso com as palavras “Deus seja louvado”, nas notas do real brasileiro, quem sabe uma forma de lembrar ao homem que Deus é superior ao dinheiro e a quem de fato devemos louvar, na mesma da hora que chego a essa conclusão eu fico observando o quanto é contraditório.

“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”, foi uma parábola e tanta dita por Cristo ao ser questionado se era justo os judeus pagar imposto. Quem sabe uma forma de evitar confronto entre as leis criadas pelo homem e os ensinamentos de Cristo em nome de Deus.

E por minha vez fiquei anos e anos com as palavras “Deus seja louvado” na cabeça e muitas das vezes fazendo alguns questionamentos a eu mesmo, por que? Por qual motivo? E muitas das vezes vinha uma discordância da minha parte, como pode ser colocado o nome de Deus na nota do real brasileiro?

Observo a ganância humana, do ser que por sua vez faz tudo por dinheiro, a ambição de querer mais e mais, vemos a guerra, a destruição e o distanciamento do homem ao Deus que muito deveria louvar.

Porém de toda essa conclusão que ao longo do tempo pode ser ganhado outras dimensões e interpretações, foi uma grande ironia do homem diante ao dinheiro e o próprio Deus.

A imagem mostra notas de 100 reais e 50 reais espalhadas
Imagem da internet.


Da agressão ao atentado: O rastro histórico da intolerância política no Brasil

Solidariedade a Mauro Figueiredo Rocha Dias da Costa, do Rio de Janeiro, que foi agredido por três homens e duas mulheres bolsonaristas em Copacabana. A agressão ocorreu no dia 11 de junho de 2026, devido ao fato de Mauro estar com um adesivo com as imagens do atual presidente Lula e da deputada Benedita da Silva. Consta que os agressores estavam saindo de uma academia de luta.

Isso mostra a covardia de uma vertente perversa e doentia, capaz de agredir e, se possível, até mesmo matar. Não esqueçamos do mestre de capoeira Moa do Katendê, assassinado de forma covarde por ser eleitor de Lula, em 2018. Neste mesmo ano, dois ônibus da comitiva de Lula foram atingidos por disparos de arma de fogo na estrada entre as cidades de Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, no Paraná.

Retornando ao caso recente, esse grupo não deve, de maneira alguma, ficar impune de seus atos de agressão contra um idoso, que, por sua vez, em momento algum chegou a agredi-los e muito menos a incitar a violência. É a partir de atitudes de agressão física como essa, muitas vezes minimizadas, que tragédias piores e até mesmo mortes podem acontecer.

Na imagem Mauro Rocha, que foi agredido por três homens e duas mulheres em Copacabana.
Na imagem Mauro Rocha, que foi agredido por três homens e duas mulheres bolsonaristas em Copacabana.


sexta-feira, 12 de junho de 2026

Encontro

Meu corpo em teu corpo.
Encontro de almas,
Encontro de dois seres.
Duas vidas, em um só
Leito.
Amar ou amar?
Não! Não, amar apaixonadamente.
Fazer do frio calor.
Fazer da noite delírio.
Querer ficar junto
É loucura
Mais que humano.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Olhos

Se as coisas morrem,
E de tudo as coisas
Entristece, e nada
Encontra sentido,
Mas sempre há algo
Que magoe,
Que mate a esperança,
Que mate o ser por dentro,
E de tudo, de tudo
Não abaixe a esperança,
Erga a cabeça, grite!
Grite e acredite, dite
Para o mundo que
A sua vida
Nasceu novamente.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa preta
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


Libertação

À José Martí

Dar a vida pelo país,
Jorra o sangue em defesa do povo,
Lutar de corpo e alma, eis a vida
De quem batalha.
Querer a liberdade, e ser livre
Para escolher entre a liberdade
E a prisão libertar e libertar-se.
Eis, poesia a libertação,
Eis o amor a libertação,
Eis a vida em busca de liberdade,
Eis o viver a libertação,
Eis, viver e correr o risco.
Querer ser livre e ser livre
Sem roubar o direito do outro.
Revolucionar coletivamente,
Junto com o povo.
Saber que numa nação tem vida,
E preservar a vida é muito importante,
É lutar pelo porvir, e buscar o sorriso
Das crianças brincando na rua
Livremente.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa cinza.
Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia Brasil.


Dominados pelo medo

É muito mais fácil criarem cadeias, criarem um sistema de opressão do que investirem na instrução pública, muito mais fácil prender do que instruir, é muito mais fácil prender um para meter medo no outro, uma sociedade que vive no medo, vitima do estado, pagadora de imposto, para o sustento do governo.

Eles não ligam, pouco querem saber se existe o pobre, sabe-se que existe o pobre, e as suas classes, muitos hoje em dia não encontra-se em um estado de pobreza, mas o sistema mesmo assim escraviza-o, através do trabalho, o ser tem de trabalhar, esse é o papel do "cidadão", muito trabalho pouco lazer, e ao longo do tempo quem sabe a decepção, de chegar em uma certa idade e ser abandonado.

É muito mais fácil bater, jogar gás lacrimogênio, atirar bala de borracha, do que ouvir a sociedade. Primeiro instalam o medo, e depois buscam dizerem que estão ouvindo, enganam o povo, fazem uso da mídia, convence boa parte da pessoa a ir contra os seus próprios direitos, e ganha a maioria. A sociedade acredita que necessita de um representante, para fazer por ela, e não acredita ser capaz de representar a si mesma através dela, através de organizações livres e independentes, através da coletividade, ação direta e autogestão.

A burguesia por sua vez, quer tomar a frente enquanto quem deveria lutar perde a voz, devido ao medo, de perder o emprego, o medo de receber porrada do sistema, com medo de ser excluído na sociedade, uma sociedade que também marginaliza o próprio filho(a), uma sociedade também marginalizada.

Este não é apenas o Brasil, é o mundo; governado pelo interesse de quem governa-o, pela ambição de quem subordina e quem é subordinado. E enquanto isso criam milhares de cadeia, e estamos todos presos nessa cadeia, dominados pelo medo.

Na imagem selfie do poeta e escritor Valter Bitencourt Júnior usando óculos com armação preta e fazendo uso de camisa branca. Uma das mãos perto da boca, no fundo alguns quadros.
Valter Bitencourt Júnior, Salvador, Bahia, Brasil.


Quando nos deixamos levar

Chegará um tempo em que o esquecerei,
Pouco me importarei quem venha a ser você.
Talvez venha ser injusto em seus pensamentos,
Mas, quantas vezes foi tão injusto a mim?
Lembrar é tudo o que fazemos em nossa vida,
E nem sempre queremos, muitas das vezes
É um verdadeiro atormento.
E quando a pessoa é ingrata, muitas das vezes
Não lembrar é necessário.
Quando esquecemos muitas das vezes não
Esperamos a visita de tal pessoa,
Talvez em busca de acolhimento,
E sempre vem sendo assim...
Os seres que desprezam
Os seres que pouco importam,
Os seres que se distanciam,
Os seres que morrem, os seres que vivem,
Todos esses seres, são muitos,
Mas todos buscam lembrarem,
Muitos buscam serem vistos,
Muitos buscam o amor,
Muitos se escondem,
Muitos demonstram,
E assim a vida vai seguindo.
Quando não mais lembrar de você,
Você lembrará de mim,
Posso está enganado,
Poderemos nos esquecermos eternamente.

Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


O último dia

Para quem poderia me entregar sem medo algum?
Morrer em algum braço no qual ao menos possa confiar...
Quero contigo poder estar, vivenciar cada instante,
Viver e poder vivenciar, uma aventura
De poder se juntar a outro ser
E com ela poder viajar.
E é assim que se vai a ladra os rumos,
Um canto um rumo de flores a se espalhar pelos caminhos.
Um rebolar-se de esperanças, de poder um dia sentir, e chega aos extremos,
Reviver cada instante e momento,
Abusar da vida, e se arriscar em seus braços,
Poder ir além, e ultrapassar as leis, desafiar cada obstáculo, ousadamente.

Uma rede a ser jogado em algum canto,
Prendeu-me, e não quer me soltar,
Estou sozinho, mas algo, prendeu-me,
Não sei como, estou solitário a sua busca.
Vida miserável, mundo em injustiça,
E tudo vira adrenalina de minhas vontades quebradas, e ansiedades que me matam.

Solta-me dessa caixa, solta-me dessa caixa,
Solta-me dessa caixa, solta-me...

Quero pular de cima das montanhas,
Quero sentir adrenalina,
Quero escalar os grandes montes,
Quero entrar no fundo do mar...

Ei, você que está aí parado,
Não quero ver ninguém em seu devido lugar,
Vamos nos espalhar por aí,
Chega dessa coisa enfileirada
A fila virara uma bagunça,
Vamos fazer uma baderna
Hoje será um som em confusões,
Barulho pra todo lado...
Se preparem, irmãos...
Amanhã se preparem,
Morreremos na solidão.


Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


E assim continuemos juntos

Quero nada mais nada menos que palavra escolhida,
Quero olho no olho e toda a verdade do mundo,
Quero todo o querer e poder estar junto,
Menos distante, poder beijar, amar, viver cada dia
Em flor. Quero que transborde em nossa vida
Poesia, poesia em toda a nossa volta, circulando
E circulando, circulando... Quero poder sempre
Viver cada dia, e assim poder experimentar cada momento,
Cada segundo, cada instante, como se estivesse
A degustar uma taça de vinho, olhando sua doce face
De mulher, quero não apenas dizer eu lhe amo,
Como quero viver em seus braços eternamente.
Que nada seja efêmero, que ao menos fique em nossa
Memória, todo o retrato, do que se passou,
E que renovemos, meu bem, e assim continuemos juntos!

Na imagem Valter Bitencourt Júnior em formato de desenho usando chapéu, óculos e camisa branca.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.

Um dia o povo será pelo povo

Um país em crise
Pessoas sendo
Desempregadas,
Alimentos em valor
Elevado.
No meio da miséria
Instalaram
As olimpíadas,
Para a felicidade
Dos que nada tem,
Para enganar
A sociedade.
A corrupção todos,
Todos sabem,
Mas, continuam
Acreditando no governo.
Nos jornais da para vê
A violência, o Brasil
Sangra, o mundo sangra,
Desvalorização a instituição
Pública,
Eles não ligam pra gente
A sociedade sente na pele
A miséria, a desgraça,
A dor, a sociedade sente
E cala, nada fala.
Este é o meu país,
Este é o mundo.
E tudo avança,
Querem que trabalhemos
Até morrer, temos
De produzir, produzir,
Produzir até a morte,
Temos de trabalhar
Para o estado,
Temos de pagar imposto,
Temos de sustentar o governo,
Temos de sentir na pele
A opressão e nada
Podemos falar.
A polícia cala a nossa boca,
Recebendo as ordens do estado,
As redes de televisão,
A rádio, por sua vez
Aliena o povo, o povo
Por sua vez se conforma.
O povo pode dá a voz,
Principalmente os que sabem
Que não tem nada a perder.
Um dia o povo vai vencer
E o povo será pelo povo.

Na imagem Valter Bitencourt Júnior usando óculos e camisa com as cores brancas e vermelhas.
Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro.


sexta-feira, 5 de junho de 2026

Flávio Bolsonaro Perdido: Lula Pode Ganhar no Primeiro Turno

Quanto mais o Flávio Bolsonaro cria suas falácias, mais ainda o Lula cresce nas pesquisas eleitorais. Continue, Flávio Bolsonaro!

Pesquisa Vox Brasil mostra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno com 42,1% e o Flávio Bolsonaro com 33,6%. Isso apenas vem mostrando que a sociedade brasileira está atenta ao que vem acontecendo no nosso país. Quem sabe, com isso, a sociedade passe a reconhecer o atual presidente Lula como um dos maiores estadistas e democratas de todos os tempos.

O senador Flávio Bolsonaro está perdido diante de seu possível envolvimento no caso do banco Master, após indícios de que dinheiro de Vorcaro teria sido usado para financiar o filme promocional sobre Jair Messias Bolsonaro. A investigação aponta para um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a produtora do filme "Dark Horse", tanto a empresa "Go Up Entertainment", quanto o "Instituto Conhecer Brasil" e a "Go 7 assessoria", foram alvos de busca e apreensão em São Paulo. 

O que vem restando do Flávio é criar falácias como forma de abafar o caso e tentar envolver a oposição em possíveis crimes com os quais sequer existe envolvimento, associar a oposição ao CV e PCC, quando na verdade ele está envolvido até o pescoço com as milícias responsáveis por lavagem de dinheiro de organização criminosa.

Falta clareza nas falas do parlamentar, que por sua vez mostra incapacidade de se defender diante das acusações e vive fazendo jogo político. Isto somente mostra que o senador está despreparado para os próximos debates das disputas presidenciais deste ano de 2026.

Montagem fotográfica mostrando o senador Flávio Bolsonaro de terno azul sorrindo à esquerda, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de terno cinza de perfil à direita ajustando a gravata
Montagem fotográfica mostrando o senador Flávio Bolsonaro de terno azul sorrindo à esquerda, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de terno cinza de perfil à direita ajustando a gravata. Imagem reprodução.


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